ADMINISTRADORA DE CHICOMBA ACUSADA DE GESTÃO DANOSA

Além de gerir sem transparência os 28 milhões de kwanzas que recebe todos os meses do Governo Central através do Governo Provincial da Huíla, a Administradora Municipal de Chicomba, Dina Berner Domingos, está a atrasar o desenvolvimento da região com projectos sem impacto na vida das comunidades. A denúncia é dos habitantes. Por Geraldo José Letras evoltados com o subdesenvolvimento do município, os habitantes denunciam que as estradas inacabadas, e as vias intervencionadas com trabalhos de terraplenagem, como parte de um investimento de 40.892.000.00 (quarenta milhões, oitocentos e noventa e…

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SORIA FORA DA TAAG. AGORA FALTA RICARDO ABREU

O Estado angolano decidiu mudar a gestão da companhia aérea TAAG, escolhendo António dos Santos Domingos para presidente do Conselho de Administração e Nelson de Oliveira, que regressa à “casa” onde trabalhou 38 anos, para presidente executivo. O Folha 8 teve, mais uma vez, razão. alteração foi hoje formalizada numa assembleia geral extraordinária da companhia, que tem como accionistas o Instituto de Activos e Participações do Estado (50%), a Empresa Nacional de Navegação Aérea (40%) e o Fundo Social dos Funcionários e Trabalhadores do Sector dos Transportes.(10%). Segundo um comunicado…

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Auditorias a tudo ou
apenas fogo-fátuo?

O Governo do MPLA, no Poder há 44 anos, defendeu hoje a extensão da auditoria interna em “todos os domínios do sector público”, desde o financeiro às infra-estruturas, considerando-a como um “poderoso aliado na eficácia e eficiência” na utilização dos recursos pelas organizações. Os auditores serão capazes de “salvar”, pela crítica, quem manda no país ou, como sempre, vão assassiná-lo pelo elogio? “A s actividades de auditoria e controlo interno são sem dúvida um poderoso aliado na eficácia e eficiência na utilização dos recursos pelas organizações, recursos humanos, materiais e…

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Ministro há 8 anos apenas agora viu as boas práticas

As empresas afectas ao Ministério da Energia e Águas (Minea) devem adoptar as boas práticas de gestão, com vista a permitir maior sustentabilidade empresarial, defendeu nesta quinta-feira, em Luanda, o titular da pasta desde… 2011, João Baptista Borges. Se devem adoptar é porque as não têm actualmente. E quem é o culpado? Será que continua a ser Jonas Savimbi ou, mais remotamente, os colonialistas portugueses? Ao falar na abertura do 1º congresso angolano de “corporate governance” (sistema de regras e condutas relativo ao exercício da direcção e controlo das empresas)…

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É disto que o Povo gosta

João Lourenço exonerou esta segunda-feira Miguel Damião Gago do cargo de administrador do Fundo Soberano de Angola. Não são adiantadas as razões da exoneração. Mais uma vez, atento aos mais íntimos desejos do Povo, o Presidente voltou a demonstrar que continua a se um exonerador por excelência. Pois bem. O Presidente angolano, João Lourenço, decretou esta segunda-feira a exoneração de Miguel Damião Gago do cargo de administrador do Fundo Soberano de Angola, indica um comunicado da Casa Civil do Presidente da República. No documento não são adiantadas as razões da…

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Autarquias faseadas para
o MPLA “afinar” a máquina

O membro do Conselho da República de Angola, Fernando Pacheco, considerou hoje “não ser sensata” a ideia de criar simultaneamente o poder autárquico em todo o país, defendendo um “ensaio inicial” em alguns municípios para se “acautelar eventuais problemas”. Os argumentos foram apresentados na 1.ª Conferência Internacional sobre Autarquias Locais, que decorre até quarta-feira, no Palácio da Justiça, em Luanda, referindo que Angola não tem nenhum município desenvolvido e que o poder autárquico deve ser entendido como um processo. “Penso que a institucionalização das autarquias é um processo novo, desconhecido.…

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Como em quase tudo,
gestão do MPLA põe TAAG
às portas do colapso

O Presidente angolano, João Lourenço, alertou hoje para o sobredimensionamento da mão-de-obra ao serviço da TAAG, a companhia aérea de bandeira, pedindo ao novo ministro dos Transportes uma “solução de equilíbrio” entre os interesses do Estado e dos trabalhadores”. João Lourenço discursava no Palácio Presidencial, em Luanda, após dar posse a Ricardo Viegas de Abreu como novo ministro dos Transportes, que sucede a Augusto Tomás, exonerado na quarta-feira pelo Presidente João Lourenço. “Sabemos que a empresa está sobredimensionada em termos de mão-de-obra. Procure encontrar uma solução de equilíbrio que defenda…

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Governo quer privatizar 74 empresas públicas

O Governo angolano prevê privatizar 74 empresas públicas a médio prazo, sobretudo do sector industrial, processo que entre 2013 e 2017 permitiu um encaixe financeiro para o Estado de quase 20 milhões de euros. A informação consta do prospecto da emissão de ‘eurobonds’ de 3.000 milhões de dólares (2.500 milhões de euros), a 10 e 30 anos e com juros acima dos 8,2% ao ano – concretizada pelo Estado angolano este mês -, que foi enviado aos investidores. No documento de mais de 200 páginas de suporte à operação de…

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Se não tivesse prejuízos, a
TAAG poderia ter… lucros

A transportadora aérea angolana TAAG, totalmente pública, necessita de uma capitalização estatal de 952 milhões de dólares (805 milhões de euros) para fazer face às perdas acumuladas nos últimos anos, anunciou a administração da empresa. Nada de novo, portanto. Por cá, administrar empresas públicas é sinónimo de… prejuízos. A informação foi prestada, em Luanda, pelo presidente do Conselho de Administração da TAAG, José Kuvíndua, ao apresentar o plano estratégico da companhia de bandeira para o período 2018/2022 durante um seminário promovido pelo Ministério dos Transportes. A preocupação da administração da…

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Escola Portuguesa apela
à intervenção de Lisboa

A Direcção da cooperativa, sem fins lucrativos, que gere a Escola Portuguesa de Luanda (EPL) diz-se sem meios para ultrapassar o impasse em torno das actualizações salariais exigidas pelos professores, em greve, apelando à intervenção do Governo português. A posição foi assumida em entrevista exclusiva à agência Lusa por Paulo Arroteia, administrador para área financeira da Cooperativa Portuguesa de Ensino em Angola (CPEA), que gere a EPL, recebendo para o efeito um subsídio anual do Estado português, que em 2017 ascendeu a 776.000 euros, num orçamento global, para o funcionamento…

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