Vinte anos depois, não podemos perguntar-nos se o processo de paz para Cabinda, que começou em Chicamba, às portas da exuberante floresta de Maiombe, e foi assinado no deserto da província do Namibe, não prenunciou, na verdade, o deserto que este acordo está a atravessar na vida dos cabindenses e do FCD (Fórum Cabindês para o Diálogo)? Por Osvaldo Franque Buela (*) sto pode parecer risível, mas é uma análise de subtileza poética, quase premonitória, que me permito fazer aqui através desta metáfora geográfica que, em retrospectiva, e com razão,…
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Dois novos petroleiros
A Sonangol Shipping adquiriu dois novos petroleiros, do tipo Suezmax, com capacidade para 1 milhão de barris de petróleo, que aumenta para doze o número de navios disponíveis na frota de transporte e comercialização de petróleo bruto. Baptizados com os nomes de Sonangol Cazenga (homenageando um dos municípios históricos de Luanda), e Sonangol Maiombe (que distingue a segunda mais importante área florestal do mundo, em Cabinda), os dois navios foram construídos pela empresa DSME, da Coreia do Sul, nos estaleiros de Okpo, e apresentam várias inovações e tecnologia de ponta…
Leia maisFLEC proíbe exploração de madeira em Cabinda
Em “comunicado de guerra”, assinado pelo tenente-general Alfonso Nzau, Chefe da Brigada de Maoimbe Sul, o Comando das Forças Armadas de Cabinda (FAC), dos independentistas da FLEC, anunciou hoje unilateralmente que “proíbe a todas empresas madeireiras” a continuação da exploração da floresta do Maiombe, naquele enclave angolano, por o território continuar “em guerra”. Dado o “agravamento da segurança e confrontos” entre as FAC e as FAA, o Comando das Forças Armadas de Cabinda apela aos empresários estrangeiros que operam na indústria da madeira nas regiões de Buco Zau, Miconje, Massabi…
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