O Governo angolano quer (é, pelo menos, o que diz) retirar, entre outros grupos-alvo, taxistas, empregadas domésticas e vendedores de rua, do mercado informal, que absorve cerca de nove milhões de pessoas, um terço da população de Angola. Não o faz por uma questão de equidade social mas, apenas e só, porque quer arrecadar dinheiro dos impostos que, desta forma, não consegue fazer. Segundo o secretário de Estado do Trabalho e Segurança Social de Angola, Manuel Moreira, a título de exemplo, só o sector de táxis, ainda informal, representa anualmente…
Leia maisEtiqueta: desemprego
Presidente “decreta”: Toca
a trabalhar, malandros!
O Presidente de Angola, João Lourenço, saudou hoje os trabalhadores angolanos, a quem “cabe a ingente tarefa de superar as dificuldades” provocadas por “muitos anos de destruição de infra-estruturas económicas” e desenvolver o potencial produtivo do país. Consta que o Presidente do MPLA e o Titular do Poder Executivo disseram a mesma coisa. Num comunicado divulgado pela Casa Civil do Presidente da República, alusivo ao Dia Internacional dos Trabalhadores, que hoje se celebra, João Lourenço ressalva que os angolanos são chamados “para dar satisfação aos grandes desafios” do país. Entre…
Leia maisUau! Nobel da Economia para João Lourenço, já!
O Presidente angolano, João Lourenço, disse hoje, em Luanda, que a taxa geral de desemprego, situada em 28%, é “um problema que preocupa” e que só pode ser resolvida com o aumento do investimento, sobretudo o privado. A solução apontada é um verdadeiro Ovo de Colombo, merecedora do Nobel da Economia. Somos uns génios. Ainda ninguém sabia que o desemprego se combate com o aumento do investimento e nós… zás. Ora tomem! De acordo com o chefe de Estado, também Titular do Poder Executivo e Presidente do partido (MPLA) que…
Leia maisPAPE(ar) é com JLo
João Lourenço, Presidente de Angola desde Setembro de 2017, terá descoberto agora a receita miraculosa. Ora então, depois de se saber (como o Folha 8 revelou) que a taxa de desemprego cresceu 8,8% nos últimos dois anos, atingindo 28,8% da população activa, eis que o Presidente aprovou um decreto que prevê a disponibilização de 21 mil milhões de kwanzas (58,3 milhões de euros) para combater o desemprego, dando cumprimento (isto é como quem diz!) à promessa feita em 2017 de criar 500 mil empregos na legislatura. No decreto 113/19, de…
Leia maisDesemprego cresce 8,8%
e arrasa políticas de JLo
A taxa de desemprego em Angola cresceu 8,8% nos últimos dois anos, atingindo 28,8% da população activa, indica um estudo do mais recente Inquérito sobre Despesas, Receitas e Emprego em Angola (IDREA), do Instituto Nacional de Estatística (INE) angolano. Embora conhecimento empírico nos diga que a percentagem é bem maior, estes dados oficiais são só por si (no crescimento e no total) arrepiantes. Segundo o relatório, divulgado na página do INE, o desemprego atinge 3.675.819 das 14.735.487 pessoas em idade activa, das quais apenas 9.073.321 trabalham, com o estudo a…
Leia maisDesemprego, desespero, farelo e dedo no gatilho
Angola registou mais 100 mil desempregados desde 2014 que não contam com qualquer protecção social do Estado, indicou hoje, em Luanda, a União Nacional de Trabalhadores Angolanos – Confederação Sindical (UNTA-CS). Tudo normal, segundo a estratégia do Governo do MPLA que, desde 1975, tudo faz para que sejamos o primeiro povo do mundo a conseguir viver sem… comer. Segundo o secretário-geral da UNTA-CS, Manuel Viage, que falava na abertura da V Reunião do Conselho Confederal, destinada a analisar as acções desenvolvidas pela central sindical angolana no ano passado, 2018 foi…
Leia maisSe já não tem barriga não precisa de apertar o cinto
O Governo angolano assegura que as “medidas de austeridade” em curso no país não foram impostas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Tem razão. Quem impôs aos angolanos (20 milhões de pobres e 86% de crianças que só enganam a fome) a austeridade foi a monumental incompetência do único partido que governou o país desde a independência, o MPLA. Pela voz do ministro Manuel Nunes Júnior, o Governo assegurou esta sexta-feira que as “medidas de austeridade” em curso no país, como a “redução de subsídios aos membros do Governo, deputados, aumento…
Leia maisO que o governo tirar o
FMI promete repor. Hum!
A directora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, afirmou hoje, em Luanda, que o programa de assistência a Angola, para já, não vai aumentar os impostos, os despedimentos na função pública nem o preço dos combustíveis. Christine Lagarde falava aos jornalistas depois de ter sido recebida em audiência pelo Presidente João Lourenço, primeiro acto oficial de uma visita de dois dias a Luanda. “O FMI de hoje não é o FMI do passado, pois aprendemos com os erros e defendemos políticas amigas do crescimento”, sublinhou Christine Lagarde, ladeada por…
Leia maisCrianças são gente!
Será que são mesmo?
Apenas 25% das crianças angolanas com menos de cinco anos são registadas pelos pais, motivo que levou o Governo do MPLA (em boa verdade desde há 43 anos que Angola só tem governos do MPLA) a lançar uma campanha de incentivo ao registo de nascimento no país. Como se trata de um país pobre (embora tenha o maior número de ricos por metro quadrado), era bom que a comunidade internacional desse mais e mais ajudinhas… A campanha, denominada “Paternidade Responsável, Eu Apoio“, encabeçada pelo Ministério da Justiça e Direitos Humanos,…
Leia maisAval do FMI enche barriga? Enche, claro. A dos outros
O Governo angolano considerou hoje que a aprovação de um financiamento de 3,7 mil milhões de dólares (3,18 mil milhões de euros) pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), aprovado na sexta-feira, permite “aumentar a credibilidade económica externa” de Angola. Num comunicado hoje divulgado pelo Ministério das Finanças, em que se anuncia oficialmente o empréstimo do FMI, o ministro Archer Mangueira expressa satisfação pela aprovação do Programa de Financiamento Ampliado (EFF), confirmando “o apoio às reformas em curso” para criar um ambiente macroeconómico favorável à retoma do crescimento inclusivo”. “Não obstante a…
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