A UNITA propôs hoje a “criação de uma frente patriótica para alternância do poder”, por forma a “salvar” Angola de uma “ditadura democrática”, quando se assinala o 19º aniversário da morte do seu fundador, Jonas Malheiro Savimbi. É “imperiosa a criação de uma frente patriótica para alternância do poder, com o fito de se salvar o país, amordaçado pela ditadura democrática”, afirma o Comité Permanente da Comissão Política da UNITA, o principal partido da oposição que o MPLA ainda permite que exista (não se sabe se por muito tempo) em…
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Bastará olhar para o que (eles) dizem?
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, lamentou hoje que a pandemia de Covid-19 esteja a ser usada por alguns países – que não nomeou (eventualmente porque vai precisar deles para ser reeleito) – para suprimir “vozes dissonantes” e silenciar a informação independente. Mesmo que ténue, fica no ar um odor à Angola do… MPLA! “Utilizando a pandemia como pretexto, as autoridades de alguns países tomaram duras medidas de segurança e adoptaram medidas de emergência para suprimir vozes dissonantes, abolir a maioria das liberdades fundamentais, silenciar a comunicação social independente…
Leia maisMorreu Daviz Simango, líder do MDM e autarca da Beira
Daviz Simango, presidente do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) e presidente do conselho municipal da cidade da Beira faleceu hoje. Daviz Simango tinha sido transportado em 13 de Fevereiro por via aérea para uma unidade de saúde da África do Sul devido a um problema de saúde súbito, segundo anunciaram familiares. A morte foi uma surpresa porque ainda no passado dia 15, o porta-voz do MDM, Sande Carmona, disse: “Falei há pouco com a família e as notícias são excelentes, o presidente está com um quadro clínico promissor e poderá…
Leia maisSem rumo, sem lei e o poder da baderna
O MPLA está moribundo, ideológica e materialmente, podendo, se as forças patrióticas nada fizerem, transformar Angola num Estado pária. Pária, sim, uma vez o combate selectivo contra os crimes de corrupção estarem a representar mais prejuízos do que ganhos para os cofres públicos. Por William Tonet A tese de retirar, sob coacção, os bens e património dos próximos de José Eduardo dos Santos, também eles do MPLA (único partido que dirige Angola desde 1975), sem uma estratégia republicana e justiça imparcial, causa mais prejuízos ao Estado, sem capacidade de gestão…
Leia maisRir e fazer rir enquanto mama
Em Maio de 2018, a administração das Edições Novembro, Empresa Pública (do MPLA) de comunicação social que é detentora – entre muitos outros – do Jornal de Angola, afirmou que a Administração anterior, chefiada por José Ribeiro, era um bando de incompetentes (ladrões, em tradução linear). Por Orlando Castro José Ribeiro não perdeu tempo a responder, encarnando o papel de virgem ofendida, disse que era tudo mentira e que, afinal, a culpa do que se estoira no bordel é da equipa chefiada por Victor Silva. Certo, certo é que o…
Leia maisO sangue ariano do deputado português
Deputado do PS advoga a demolição do Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa (ainda está a tempo). Ascenso Simões defende que as “revoluções servem para fazer cortes” e sugere que no 25 de Abril “devia ter havido sangue, devia ter havido mortos”. Será possível fazê-lo agora? O deputado que se cuide… (não é literal). Portugal não o fez, mas Angola (pelas mãos de Agostinho Neto, certamente um ídolo para o deputado) cumpriu esse desiderato com os massacres de 27 de Maio de 1977. A propósito, ou não, desta paradigmática tese, reproduzimos…
Leia maisQuem interfere não é o Governo. É o Presidente do MPLA
A Unitel admite que a decisão de processar Isabel dos Santos na justiça britânica para recuperar uma alegada dívida foi discutida e aprovada pela Administração, mas negou (como se alguém acreditasse nisso), em documentos apresentados em tribunal, que tenha sido por ordem do Governo angolano que, há 45 anos, é do MPLA. Numa réplica aos advogados de Isabel dos Santos apresentada no Tribunal Comercial de Londres, a Unitel reconhece que o processo judicial no Reino Unido contra a Unitel International Holdings (UIH), detida pela Isabel dos Santos, para recuperar uma…
Leia maisDe joelhos só perante Deus!
O activista político de Cabinda, André Bônzela, libertado por ordem do tribunal por excesso de prisão preventiva, disse hoje que a situação que enfrentou é recorrente e o povo “não tem direito a nada”. É verdade. Se o Povo de Angola não tem direitos (veja-se o recente massacre em Cafunfo), porque carga de chuva o de Cabinda haveria de ter? André Bônzela, Maurício Gimi e João Mampuela, membros da organização União dos Cabindenses para a Independência (UCI), foram detidos entre os dias 28 e 30 de Junho de 2020, acusados…
Leia maisCão abandonado em Valongo
No dia 29 de Setembro (de 2020) encontrei um cão esquelético (só tinha pele e ossos), faminto, a vaguear numa rua de Koudougou no Burkina Faso. Na verdade encontrei-o na Rua Almada Negreiros, na cidade de Valongo, distrito do Porto (Portugal). Afinal, também nas terras lusas, até para ser cão é preciso ter sorte. Não foi o caso. A civilidade humana e, já agora, os direitos dos animais não fazem parte das prioridades dos detentores do poder autárquico em Valongo. Por Orlando Castro Eis o que se passou. No dia…
Leia maisTribunal ordena libertação de activistas de Cabinda
O tribunal ordenou a liberdade imediata dos três activistas de Cabinda, detidos desde Junho de 2020, “por não haver razões justificativas para a prorrogação do prazo de prisão preventiva”. De acordo com o despacho de pronúncia, datado de 18 de Fevereiro, os réus Maurício Gime, de 31 anos, André Bônzela, de 29 anos, e João Mampuele, de 42 anos, foram pronunciados pelos crimes de rebelião, ultraje ao Estado e associação criminosa. O documento refere que os réus, restituídos à liberdade na sexta-feira, se encontravam presos desde os dias 28 e…
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