Veja o vídeo de Gika Tetembwa. 26 de Abril de 2015. Sob o título “Se Kalupeteka é uma seita, afinal o que é de facto a IURD?”, o Folha 8 cumpria (como faz desde 1995) o seu papel informativo de dar voz a quem a não tem, colocando a força a da razão acima da razão de força. Fomos criticados e ameaçados. Muitos dos que nos atiraram pedras, embora quisessem atirar granadas, andam por cá. Em silêncio. [dropcap]V[/dropcap]ejamos um dos vários artigos publicados sobre o assunto: «O Governo angolano, há…
Leia maisCategoria: Política
Antes de morrer, Angola estava… viva
O Cedesa, entidade internacional dedicada ao estudo e investigação de temas políticos e económicos da África Austral, em especial de Angola, considera que o Orçamento Geral do Estado revisto mostra que Angola terá “a maior contracção dos últimos 38 anos”, mas que o preço estimado do petróleo dá margem ao Governo para reformas. [dropcap] “N[/dropcap] a verdade, segundo o relatório de fundamentação do OGE revisto, elaborado pelo Ministério das Finanças, projecta-se a maior contracção da economia angolana dos últimos 38 anos, com o Produto Interno Bruto a contrair -3,6%”, afirma…
Leia maisParecer não chega para se ser um Estado… de Direito
O Ministério da Economia e Planeamento angolano quer desenvolver, até ao final de 2020, um guia para investidores, destacando oportunidades nas fileiras prioritárias identificadas pelo Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição de Importações (Prodesi). O que anda a fazer, há 45 anos, o MPLA? Anda a dizer que um dia vai “melhorar o que está bem e corrigir o que está mal”. [dropcap] “E [/dropcap] m concreto, serão identificados um conjunto de oportunidades de investimento em infra-estruturas, que poderão constituir projectos de parcerias público-privadas, nas áreas…
Leia maisGarnisé Negro interpreta letra e música do… MPLA
A UNITA, maior partido da oposição que o MPLA ainda permite que exista em Angola, diz que o Orçamento Geral do Estado (OGE) revisto para 2020 “não tem pressupostos” que visam diminuir a trajectória económica negativa que o país regista há cinco anos. Se fosse Jonas Savimbi a fazer a análise diria que a trajectória económica negativa dura há 45 anos. [dropcap]A[/dropcap] economia angolana regista recessão nos últimos anos e no OGE revisto para 2020, aprovado na quinta-feira na generalidade pelo Parlamento angolano onde desde sempre o MPLA tem maiorias…
Leia maisCNE: 40 milhões de dólares Povo: 20 milhões de pobres
A construção da nova sede da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), em Luanda, deverá arrancar ainda este mês, um projecto orçado em 40 milhões de euros que deverá reduzir os gastos com o arrendamento de instalações. Paralelamente, 20 milhões de angolanos continuam a “construir” o projecto “viver sem comer”. [dropcap]O[/dropcap] projecto foi analisado pelo plenário da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) de Angola e, em declarações à imprensa no final da reunião, o porta-voz da CNE, Lucas Quilundo, disse que o projecto, a ser implementado em Luanda, na zona dos Coqueiros, encontra-se…
Leia maisGeneral não poderá ir a Cabinda. O pneu furou…
A (ou uma das) Frente de Libertação do Estado de Cabinda-Forças Armadas de Cabinda (FLEC-FAC) saudou hoje o que disse ser o reconhecimento da “existência de guerra” por parte do ministro de Estado, general Pedro Sebastião, que convidou a visitar “as bases militares”. [dropcap]O[/dropcap] movimento independentista reagia às declarações do ministro de Estado e Chefe da Casa de Segurança do Presidente da República, João Lourenço, que, na quarta-feira, rejeitou situações de instabilidade no território, dizendo que vive uma “paz efectiva”, apesar de “grupos que possam fazer uma ou outra acção”…
Leia maisJuiz acima da lei
O novo paradigma da governação de João Lourenço parece ser, exemplos não faltam, o autoritarismo e truculência em todos os sectores, com destaque o da Justiça. E Benguela parece ser a “capital” de um reino que julga estar acima da Lei. [dropcap]O[/dropcap] juiz Pascoal Cardoso da sala dos crimes comuns da comarca de Benguela mandou, no início da tarde de hoje (15.07) para os calabouços o advogado Francisco Viena por este ter entrado cerca de 5 minutos depois do início da sessão de julgamento. Alertado pelo sucedido o advogado pediu…
Leia maisSe “haver” necessidade
exonere-se o “irritante”
O Estado angolano anunciou esta segunda-feira que está a avaliar uma acção criminal no litígio com a empresa Atlantic Ventures, da empresária Isabel dos Santos, sobre o Porto do Dande. Provavelmente (por manifesta incompetência) o Ministério Público vai pedir ajuda ao seu congénere português para remediar mais este “irritante”… [dropcap]S[/dropcap]egundo o Ministério dos Transportes de Angola, “o Tribunal Arbitral de Paris decidiu, por unanimidade e de modo irrecorrível, na sexta-feira, dia 10 de Julho, o não dar provimento ao processo aberto pela empresa Atlantic Ventures contra o Estado angolano”. Pelos…
Leia maisIsabel “perde” projecto que foi apoiado por Lourenço
O Tribunal Arbitral de Paris decidiu não dar provimento ao processo aberto contra o Estado angolano pela empresa Atlantic Ventures, ligada à empresária Isabel dos Santos, que contestava a revogação da concessão do Porto do Dande à referida empresa. O Tribunal afirma que a decisão foi tomada “por unanimidade e não admite recurso a qualquer outra instância”, acrescentando “que carece de competência para decidir sobre o mérito da demanda apresentada”. [dropcap]S[/dropcap]egundo a instância judicial de Paris, três árbitros decidiram dar razão ao Estado angolano no processo, pelo que, observa, na…
Leia maisPGR de Angola desconhece leis de países onde pleiteia
A recente nacionalização da Efacec e a informação distorcida passada pelo Procurador-Geral da República de Angola, general doutor, Pitta Groz, ao Titular do Poder Executivo, levando, erroneamente, João Lourenço a enquadrar o acto do governo português, de 2 de Julho de 2020, como estando no quadro da cooperação judiciária, entre os dois países. [dropcap]A[/dropcap] nacionalização da empresa eléctrica, através do Decreto-Lei n.º 33-A/2020 de 2 de Julho, está fora dos acordos. Logo é uma ofensa à razoabilidade jurídica, tal interpretação e, mais grave é da irracionalidade e raiva na gestão…
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