A colecta do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) em Angola, que entrará em vigor em Janeiro de 2019, vai representar 4,2% do valor do Produto Interno Bruto (PIB), segundo as projecções da Administração Geral Tributária (AGT) angolana. [dropcap]S[/dropcap]egundo o director da AGT, Leandro Cruz, a introdução do IVA vai mais do que triplicar o Imposto de Consumo, que desaparecerá, uma vez que atinge actualmente 1,3% do PIB. Leandro Cruz lembrou estar em curso um estudo de arrecadação de receitas e de impacto económico nas famílias e nas empresas para…
Leia maisEtiqueta: crescimento
Continuamos no “lixo” mas agora com melhor cheiro!
A agência de notação financeira Fitch melhorou a Perspectiva de Evolução da Economia de Angola de Negativa para Estável, mantendo o “rating” da qualidade do crédito soberano em B, abaixo do nível de recomendação de investimento. [dropcap] “A[/dropcap] revisão da Perspectiva de Evolução da Economia de Negativa para Estável reflecte as melhorias na gestão do regime de câmbio e a adopção de uma ambiciosa agenda de reformas, que inclui ajustamentos nas vertentes monetária, orçamental e estrutural, que vão diminuir as vulnerabilidades externas e melhorar as finanças públicas”, dizem os analistas.…
Leia maisMudanças políticas estão a estimular a economia
Uma ampla mudança política levou a uma melhoria da pontuação sobre o risco-remuneração em muitas economias da África Austral, de acordo com o Africa Risk-Reward Index da Control Risks – 2018. O Zimbabué, com a maior mudança positiva, Moçambique e a África do Sul assistiram a reformas económicas e sociais após mudanças na liderança em 2017 e no início de 2018, com um impacto positivo no ambiente empresarial e na confiança dos investidores. Em Angola a mudança ainda não deu resultados. [dropcap]G[/dropcap]eorge Nicholls, parceiro sénior da Control Risks para a…
Leia maisÁfrica é muito rica mas só produz ditadores e… ricos
A consultora International Strategic Analysis (ISA) considera que os países do continente africano vão manter, em média, um crescimento económico abaixo de 4% até 2024, desacelerando face aos 6% ao ano entre 2000 e 2014. “Vergonhoso e um golpe à dignidade” a contínua dependência de África em relação ao ocidente, diz Mo Ibrahim. [dropcap] “N[/dropcap]os 15 anos entre 2000 e 2014, a economia africana como um todo cresceu quase 6% ao ano, com o crescimento a ser alicerçado nos preços altos das matérias-primas e pelo grande aumento do investimento estrangeiro,…
Leia mais(Con)fiar em quem manda
A Economist Intelligence Unit (EIU) considera que o nível de licitações e o volume de dívida pública colocado no mercado pelo Governo de Angola comprovam a confiança dos investidores na política económica do Presidente, João Lourenço. [dropcap] “O[/dropcap] facto de ter havido mais 500 investidores com ofertas de 9.000 milhões de dólares, no total, e taxas de juro mais baixas do que o esperado, reflecte a confiança aumentada na política local”, escrevem os peritos da unidade de análise económica da revista britânica The Economist. Numa nota sobre a emissão de…
Leia maisNações Unidas continuam
na tese do sim, não, talvez
As empresas estrangeiras a operar em Angola tiraram 2,3 mil milhões de dólares do país no ano passado, de acordo com o Relatório sobre o Investimento Mundial, da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD). [dropcap] “O[/dropcap] Investimento Directo Estrangeiro para Angola, a terceira maior economia de África, foi outra vez negativo, no valor de -2,3 mil milhões de dólares, face aos 4,1 mil milhões de 2016, com as filiais estrangeiras no país a transferirem fundos para o estrangeiro através de empréstimos entre companhias”, lê-se no relatório divulgado…
Leia maisOito por cento da nossa
dívida externa é a Israel
A dívida de Angola a Israel já representa cerca de oito por cento da dívida externa, com quase 2.600 milhões de euros, indicam dados recentes do Governo angolano, mas que a Embaixada israelita em Luanda desconhece. [dropcap]S[/dropcap]egundo informação disponibilizada aos investidores internacionais em Maio, o executivo de João Lourenço reconhece que o Governo de Israel, através da Companhia de Seguros de Risco de Comércio Exterior de Israel (ASHRA) tem vindo a assegurar alguns dos fornecedores daquele país a projectos angolanos. Esse seguro envolve nomeadamente “riscos políticos”, permitindo assim que os…
Leia maisPrevisões económicas
à medida e por medida
A unidade de análise económica do Standard Bank considera que a economia de Angola vai crescer 1,2% este ano e 2,4% em 2019, depois de dois anos de recessão acumulada acima de 5%. Análises para todos os gostos (e necessidades) é coisa que não falta. [dropcap] “V[/dropcap] emos um aumento no crescimento do Produto Interno Bruto este ano e no próximo, chegando a 1,2% em 2018 e 2,4% em 2019, alicerçado na melhoria dos preços do petróleo, que devem melhorar a liquidez de moeda externa e potenciar a procura interna”,…
Leia maisTeremos (com sorte) um crescimento fraquinho
As Nações Unidas reviram em baixa a previsão de crescimento de Angola para este ano, de 2,7% para 2%, devido à dependência da economia do petróleo, cuja subida de preço não deverá compensar a descida da produção. Ou seja, tudo como dantes. Falta apenas levar em conta a versão do MPLA/Estado que, como habitualmente, vai apresentar números mais aliciantes. [dropcap] “O[/dropcap] Produto Interno Bruto (PIB) de 2018 em Angola foi revisto em baixa para 2% nesta edição do relatório sobre a Situação Económica Mundial, comparando com 2,7% anteriormente, no seguimento…
Leia maisInvestidores colocam-nos
na sua agenda de negócios
As consultoras Mergermarket e Control Risks consideram que Angola está a tornar-se um país mais atractivo para investir graças às reformas lançadas, mas alertam que o domínio das empresas públicas permanece um desafio para os investidores. [dropcap] “A[/dropcap]ngola é vista como um anfitrião de mais negócios no futuro”, lê-se no relatório da Control Risks, que juntamente com a Mergermarket, lançou um estudo sobre a realização de fusões e aquisições em África. No relatório lê-se que Angola tomou medidas “para aumentar o crescimento e a diversificação, e melhorar a participação do…
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