O órgão oficial do MPLA (Jornal de Angola) revela que, no dizer do embaixador luso, Francisco Alegre Duarte, Angola e Portugal continuam a manter uma relação de amizade e respeito com resultados extraordinários no plano económico e financeiro, materializada com avanços decisivos sobre questões da segurança social, educação e o reforço da presença consular portuguesa no país. rancisco Alegre Duarte, que falava por ocasião do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, mostrou-se orgulhoso com o alcance histórico do convite endereçado, conjuntamente, pelo (ainda) primeiro-ministro António Costa e…
Leia maisCategoria: Política
A LÚMPENE E ARRUACEIRA… INTERNET
Como em qualquer evoluída democracia e num Estado de Direito consolidado, o Presidente da Re(i)pública de Angola, João Lourenço, certamente em consonância com o Presidente do MPLA, João Lourenço, e com o Titular do Poder Executivo, João Lourenço, alertou hoje para os “fins maléficos” (e, é claro, arruaceiros) da Internet, apelando aos jovens para que evitem propagar boatos e mentiras e aos partidos (“burros, bandidos e lúmpenes”) que se abstenham de os usar contra os adversários políticos e contra a pátria (do assassino Agostinho Neto). oão Lourenço, que discursava hoje…
Leia maisQUEM COMPILA É UNITARISTA
Adalberto da Costa Júnior, líder da UNITA, o maior partido da oposição que o MPLA (ainda) permite em Angola, contabilizou mais de 130 mortes desde 2017 na sequência de protestos ou confrontos com a polícia, acusando o executivo angolano de “repressão excessiva”. dalberto da Costa Júnior falava na abertura da 6.ª reunião ordinária do Comité Permanente da Comissão Política da UNITA, hoje em Luanda, e anunciou que o partido está a compilar um dossier sobre estes incidentes que pretende dar a conhecer a instâncias nacionais e internacionais. Quem compila talvez…
Leia maisNÃO HÁ MASSA MAS HÁ… MASSA(NO)
O Presidente da República, João Lourenço, tal como o Presidente do MPLA, João Lourenço, bem como o Titular do Poder Executivo, João Lourenço, manifestaram-se hoje “muito esperançados” na nomeação do ex-governador do Banco Nacional de Angola, José de Lima Massano, para o cargo de ministro de Estado para a Coordenação Económica, que assume a função encontrando “um dossier delicado”. oão Lourenço discursava na cerimónia de tomada de posse de José de Lima Massano, que saiu na quinta-feira, a seu pedido, do cargo de governador do banco central angolano, substituindo Manuel…
Leia maisA LEVEZA DO ODOR INTESTINAL
O MPLA, partido do poder há 48 anos (tempo que foi insuficiente para tornar Angola um país independente), exortou hoje o Executivo (do MPLA) a prosseguir com a “remoção das distorções” (implantadas pelo MPLA) que prevalecem nos preços, saudando as medidas para reduzir o impacto da retirada dos subsídios aos combustíveis. um discurso hoje proferido na abertura da segunda reunião metodológica nacional sobre o trabalho do partido, a vice-presidente do MPLA, a emblemática desde que servia José Eduardo dos Santos, Luísa Damião abordou a polémica remoção da subvenção aos preços…
Leia maisMANUEL NUNES JÚNIOR SAI, ENTRA JOSÉ MASSANO
O Presidente angolano, general João Lourenço, exonerou esta quinta-feira o ministro de Estado para a Coordenação Económica, Manuel Nunes Júnior, nomeando para o seu lugar o governador do Banco Nacional de Angola (BNA), José Lima Massano. exoneração de Nunes Júnior e nomeação de Lima Massano foi divulgada através de um comunicado, enviado pelos serviços de imprensa de João Lourenço, e é justificada apenas com “conveniência de serviço”. Manuel Nunes Júnior é demitido uma semana depois de o governo anunciar a subida do preço da gasolina em consequência da retirada parcial…
Leia maisPOVO MATUMBO, GOVERNO ERUDITO
As autoridades angolanas (MPLA, Presidente da República, Titular do Poder Executivo) admitem – coisa rara – falhas de comunicação sobre o processo de retirada dos subsídios aos combustíveis, que têm suscitado protestos – alguns violentos, com mortos e feridos) – em várias províncias, e estão a promover sessões de esclarecimento com vários sectores da sociedade. Ou seja, primeiro mata-se e depois explica-se. administrador do Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE), Raimundo Santa Rosa, admitiu que houve falhas de comunicação nos vários níveis da tomada de decisão…
Leia maisA (RE)ACÇÃO DE UM GOVERNO-PENUMBRA
A UNITA, o maior partido da oposição que o MPLA ainda permite em Angola, defendeu hoje transparência nas contas associadas à Covid-19 e recomendou ao Ministério da Saúde (Minsa) que publique um relatório “minucioso” sobre a gestão da pandemia. UNITA sugere também que sejam actualizadas as linhas de orientação e as medidas de acção recomendadas nesta fase de transição e se assegure a continuidade da vacinação. “Que sejam incorporadas no sistema normal de atendimento a infra-estrutura e equipamentos adquiridos no âmbito da gestão da pandemia, bem como as capacidades laboratoriais…
Leia maisLIXÍVIA COSTA & MARCELO BRANQUEIA QUE SE FARTA
António Costa, (ainda) primeiro-ministro português, salientou hoje que Portugal terá dois novos espaços para preservar a sua memória histórica, o Museu Nacional da Resistência, na Fortaleza de Peniche, e o Centro Interpretativo 25 de Abril em Lisboa. Não está mal, apesar de – no caso de Angola, por exemplo – os sucessivos governos lusos não terem memória mas apenas e só uma vaga ideia. ntónio Costa falava aos “porta-microfones” (há quem lhes chame “jornalistas”) após ter visitado juntamente com o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, o Museu do…
Leia maisAÍ ESTÁ A RECEITA IMPOSTA PELO FMI
O valor dos subsídios aos combustíveis em 2022 em Angola representou 92% da despesa com Educação e Saúde, indicou o departamento de estudos do Banco Fomento Angola (BFA), que considerou que esta subvenção é “insustentável no longo prazo”. E a culpa é de quem? Quem está no Poder há 48 anos? Quem implementou essa subvenção? Quem, na origem, instituiu a corrupção com a criação das lojas do povo e as lojas dos dirigentes? iz o BFA, num comentário ao início da retirada dos subsídios aos combustíveis em Angola, que “em…
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