Consta, veremos se é mesmo verdade, que haverá eleições em Angola em Agosto. Pelo andar da carruagem, o melhor é – para mão se perder tempo – a União Africana, a CPLP e a União Europeia fazerem já o relatório sobre as eleições de 2017 e mandá-lo, a tempo e horas, para ser aprovado pelo MPLA. É que as verdades em Angola têm prazo de validade e, se ultrapassado, constituem crime contra a segurança do Estado e até mesmo tentativa de golpe de Estado. Recordam-se, por exemplo, que o então…
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O fim da escravatura está (mesmo) nas nossas mãos
Angola é considerado um “país não livre” pela organização não-governamental Freedom House que denuncia perseguições a jornalistas, activistas políticos e líderes religiosos angolanos. Ou seja, tudo hoje está como estava ontem e como estará amanhã. “O presidente José Eduardo dos Santos e o seu partido, Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) mantêm um apertado controlo sobre o poder político e restringiu de forma significativa as liberdades civis durante 2015”, denuncia o relatório mundial da Freedom House hoje apresentado em Washington. O documento da organização não-governamental norte-americana acrescenta que devido…
Leia maisFreedom House arrasa
mas a orgia continua
O relatório mundial da Freedom House demonstra preocupação sobre a influência de Angola (leia-se e entenda-se influência do regime angolano) nos meios de comunicação social portugueses atingindo jornalistas e provocando casos de auto-censura. Por Orlando Castro “O bservadores expressaram preocupação sobre a influência de Angola nos meios de comunicação social portugueses, realçando que a situação agravou-se nos últimos anos, altura em que os proprietários de empresas jornalísticas investiram na economia angolana”, refere o relatório mundial da organização não-governamental norte-americana Freedom House. Nova rectificação. Os proprietários de empresas jornalísticas portuguesas não…
Leia maisRepressão chegou, viu e… ficou (será para sempre?)
Os direitos humanos em Angola foram afectados em 2016 pela “contínua repressão governamental” e pela “pior crise económica” vivida desde o fim da guerra civil. A denúncia parte da organização Human Rights Watch (HRW), que divulgou esta quinta-feira o seu relatório relativo a 2016. O documento também deixa alertas sobre violações de direitos humanos na Guiné Equatorial, em Moçambique e no Brasil. O documento refere que a crise provocada pela quebra da cotação internacional de petróleo pôs fim a uma década de forte crescimento do país, o segundo maior produtor…
Leia maisTrump nas mãos de Putin?
Publicar ou não publicar? – esta é a questão sobre a qual alguns meios de comunicação social norte-americanos agora se debruçam. Trata-se de um relatório que confirma que Donald Trump está “nas mãos” de Vladimir Putin. Apenas uma hora depois de a CNN ter noticiado que os serviços secretos dos Estados Unidos da América entregaram a Donald Trump e Barack Obama, na passada semana, um relatório que denunciava que a Rússia teria informações pessoais e comprometedoras sobre o Presidente eleito dos EUA, mas cujo conteúdo não divulgou, o site noticioso…
Leia maisLiberdade de imprensa? Jacarés com eles!
A organização Repórteres sem Fronteiras (RSF) publicou o “ranking” da liberdade de imprensa no mundo em 2015. Enquanto Angola mantém a mesma posição na tabela (123), a Guiné-Bissau (79) sobe duas posições e Moçambique (87) desce duas. Pela primeira vez desde 2002, a RSF considera que África é o segundo continente com mais liberdade de imprensa, logo a seguir à Europa. No entanto, Constance Desloire, porta-voz da organização, afirma que o continente africano não atingiu esta posição “por uma melhoria significativa da sua situação, mas por um declínio da liberdade…
Leia maisRei manda desmentir o indesmentível
O regime de sua majestade o rei de Angola, José Eduardo dos Santos, rejeita as acusações do Departamento de Estado dos EUA sobre violações dos direitos humanos no país, onde – segundo norte-americanos e europeus – se registam torturas, espancamentos, limites às liberdades de reunião, associação, expressão e imprensa devido à corrupção. Aposição do regime, cópia de outras, foi expressa pelo ministro das Relações Exteriores de Angola, Georges Chikoti, e refere que o relatório representa apenas a visão dos norte-americanos, que foi igualmente rejeitado por outros países. Solidários coma Angola…
Leia maisOs EUA que se cuidem!
António Bento Bembe, secretário de Estado para os Direitos Humanos do regime de sua majestade o rei de Angola, José Eduardo dos Santos, rejeitou hoje o relatório do Departamento de Estado dos EUA que, sobre os direitos humanos, liberdades e corrupção arrasa o Governo de Luanda. Por Orlando Castro Bento Bembe coloca em causa o direito dos EUA elaborarem tal documento. Será que é desta que, para além de pôr os bobos da corte a fazer rir o mundo, o rei vai mandar atacar Washington ou expulsar o embaixador norte-americano…
Leia maisPior é difícil, dizem os EUA
O Governo de Angola continua a violar direitos humanos, através da tortura e espancamentos, limites às liberdades de reunião, associação, expressão e imprensa e corrupção oficial com a consequente impunidade. Quem o diz, com todas as letras é o Departamento de Estado dos EUA no seu Relatório Sobre Direitos Humanos no Mundo. É, aliás, bem explícito quando considera que a violação dos direitos humanos em Angola é impune devido à corrupção. “Os três abusos dos Direitos Humanos mais importantes são a punição cruel, excessiva e degradante, incluindo casos de tortura…
Leia mais“Deus” (não duvidem) há só um, dos Santos e mais nenhum
Angola está entre os 18 países que se destacaram em 2015 como principais violadores dos direitos humanos no mundo, ao lado da China, EUA, Reino Unido ou Rússia, indica o relatório da Amnistia Internacional (AI), hoje aqui publicado sob o título “Ameaça global contra os direitos humanos”. Por Orlando Castro No relatório anual sobre direitos humanos, a AI (organização de nula credibilidade junto do regime norte-coreano de Angola) refere ter documentado ao longo do ano passado “graves violações” de direitos económicos, sociais, políticos e civis, bem como “crimes de guerra,…
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