Duas herdades geridas pelo consórcio estatal chinês CITIC em Angola “estão a funcionar como vitrinas da agricultura moderna no país”. [dropcap]Q[/dropcap] uem diria. Os chineses são, aliás, uma vitrina de tudo e mais alguma coisa. No caso, a revelação é de agência oficial Xinhua, citando o responsável da empresa para as operações em África, Liu Guigen. “O Governo angolano quer que a CITIC estabeleça mais herdades modernas noutras províncias”, salientou o empresário, assegurando que a cooperação entre os dois países naquele sector “encontra-se numa fase preliminar”. Pedras Negras, uma das…
Leia maisEtiqueta: Economia
O mais vulnerável sistema financeiro de África
Um estudo da agência de notação financeira Moody’s diz, certamente sem auscultar quem sabe da matéria (o Titular do Poder Executivo), que o sistema financeiro angolano é o mais vulnerável em África. [dropcap]A[/dropcap] análise da agência de notação financeira Moody’s à banca africana leva em conta o que se passa e as perspectivas em 32 país avaliados. No estudo ao sistema financeiro de Angola, a Moody’s considera que o cenário em cinco das seis alíneas analisadas vai degradar-se em 2016: o ambiente das operações, o risco dos activos, o lucro,…
Leia maisApertem (ainda mais) o cinto
A União Nacional dos Trabalhadores de Angola – Confederação Sindical (UNTA-CS) prevê uma nova redução do poder de compra dos trabalhadores angolanos em 2016, com o agravamento das políticas fiscais decididas pelo Governo. [dropcap]A[/dropcap] previsão é feita pelo secretário-geral da UNTA, Manuel Viage, que disse igualmente, em declarações à agência Lusa, que 2015 foi já só por si “um ano difícil” para os trabalhadores angolanos. Manuel Viage referiu que as medidas de política fiscal, com destaque para a vertente da despesa, executadas pelo Estado para fazer face à crise económica…
Leia maisÉ prioritário resolver a falta de dólares
Alves da Rocha, director do Centro de Estudos e Investigação Científica (CEIC), defende que mais do que a introdução do euro ou do yuan chinês em Angola, como alternativa aos escassos dólares, é necessário priorizar, em definitivo, o acesso a divisas. [dropcap]P[/dropcap] ara Alves da Rocha, economista do CEIC, instituição da Universidade Católica de Angola, a moeda estrangeira deve “deixar de circular em paralelo” com o kwanza, como acontece actualmente, mas agravada nos últimos meses com a desvalorização de mais 30 por cento na moeda nacional face ao dólar norte-americano,…
Leia mais(Mais) um ano duro
A Economist Intelligence Unit (EIU) considera que o Governo de Angola “tem um ano duro pela frente” porque vai ter de responder às expectativas da população apesar de ter menos receitas fiscais e espaço de manobra. [dropcap] “O [/dropcap] Governo tem um ano duro pela frente, porque vai ter de responder às expectativas cada vez maiores, mas tem um nível de receitas mais baixo e menos espaço de manobra orçamental”, escrevem os analistas da unidade de análise económica da revista britânica ‘The Economis’. Numa análise ao Orçamento do Estado para…
Leia maisCom que então… o café!
O director do Instituto Nacional do Café defendeu hoje – qual navegador que descobriu a pedra filosofal – a aposta de Angola no modelo agro-exportador, nomeadamente do café, que considera o único neste momento com hipótese de competir rapidamente no mercado internacional, tal como aconteceu no passado. [dropcap]A[/dropcap] inda hoje o embaixador da missão permanente de observação da União Africana junto da ONU, angolano Téte António, disse que “todos os dirigentes africanos estão cientes de que é preciso diversificar as economias”, explicando que o atraso se deve aos resquícios do…
Leia maisA força da economia paralela
O peso da economia paralela em Angola é de 60%, valor que coloca o país na lista dos que registam os níveis mais elevados na África subsaariana, disse hoje em Luanda fonte governamental. [dropcap]S[/dropcap] egundo a secretária de Estado das Finanças, Valentina Filipe, que discursava na abertura da Conferência Internacional sobre Tributação, importa inverter a situação, para o que é necessário reforçar as iniciativas de formalização da economia nacional em curso. A governante sublinhou o papel preponderante da Administração Geral Tributária para a formalização da economia, destacando o aumento em…
Leia maisTéte explica (quase) tudo
O embaixador da missão permanente de observação da União Africana junto da ONU, angolano Téte António, descobriu o pólvora para justificar a razão pela qual a economia angolana está dominada pelo petróleo. [dropcap]D[/dropcap] iz ele que pouco mais de uma década livre de guerras é pouco para um país como Angola se industrializar e diminuir a sua dependência do petróleo. “Ninguém é condenado ao subdesenvolvimento. O subdesenvolvimento não é uma doença crónica. Todos nós vamos chegar ao desenvolvimento”, disse, em entrevista à Lusa, o embaixador angolano Téte António, em Nova…
Leia maisInflação perto dos 14%
A inflação em Angola pode chegar aos 14% ainda este ano, segundo a análise dos técnicos do gabinete de estudos económicos do BPI, numa nota enviada aos investidores no seguimento de uma visita ao país, realizada este mês. [dropcap] “D[/dropcap] e acordo com as nossas estimativas, a taxa de inflação pode acelerar nos próximos meses, devido aos efeitos relacionados com a desvalorização da taxa de câmbio, bem como devido à introdução de um novo imposto sobre o consumo, com as previsões a admitirem a possibilidade de que a taxa de…
Leia maisQuem será o próximo?
Nos últimos anos alguns ditadores (ainda há muitos por aí) começaram a cair ou a ser… suicidados. O mundo dito (nem sempre é verdade, mas…) democrático começou imediatamente a gerar outros e a aguentar alguns que ainda não passaram de bestiais a bestas. Por Orlando Castro [dropcap]N[/dropcap] o caso de Angola, José Eduardo dos Santos (no poder há 36 anos sem ter sido nominalmente eleito) necessita de rever com urgência os seus ideais, princípios e práticas, apesar de estarem ainda de acordo com o barómetro internacional dos ditadores bons. De…
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