O antigo ministro de José Eduardo dos Santos, Rui Mangueira, foi hoje eleito novo presidente do Conselho de Administração do Banco de Fomento Angola (BFA), numa deliberação unânime dos accionistas, informou o banco angolano. Acredita-se que pela primeira vez na história mundial, o MPLA vai conseguir pôr a mangueira a produzir loengos. [dropcap]O[/dropcap]s accionistas Unitel, que detém 51,9% do capital, e BPI (os restantes 48,1%) elegeram hoje os seus órgãos sociais para o triénio 2020/2022, designando além de Rui Mangueira, António Domingues e Osvaldo Salvador de Lemos Macaia como vice-presidentes.…
Leia maisEtiqueta: BFA
O que hoje custa 100, no
fim do ano custará 124
As perspectivas para a inflação em Angola, não considerando a superior análise dos peritos dos peritos do MPLA, mantêm-se negativas nos próximos meses, estimando-se que chegue aos 24% no final de 2020, segundo o gabinete de estudos económicos do Banco Fomento Angola (BFA). [dropcap]A[/dropcap] nota informativa refere que a inflação homóloga, que foi de 16,9% em Dezembro, deverá ir subindo gradualmente “em resultado dos efeitos desfasados da significativa depreciação em Outubro, devendo chegar perto dos 24% no final de 2020”. Em resultado disso, a política monetária deverá manter-se restritiva, servindo…
Leia maisÉ obra crescer, estagnar e recuar ao mesmo tempo!
O gabinete de estudos do Banco Fomento Angola considera que a economia petrolífera de Angola vai “seguramente” ter uma quebra acima de 10% no último trimestre de 2018, mantendo o país novamente em recessão económica. [dropcap] “N[/dropcap] o caso da economia petrolífera, os dados existentes das exportações permitem antecipar uma quebra anual em torno dos 10%, com o último trimestre do ano a apresentar uma quebra homóloga seguramente superior a esta percentagem”, lê-se na nota do BFA enviada aos investidores. No comentário semanal à economia angolana, o BFA vinca que…
Leia maisNão é bem recessão. Então o que é? É apenas… recessão
O departamento de estudos económicos do Banco Fomento Angola (BFA) alerta para a possibilidade de os investimentos em infra-estruturas em Angola serem adiados se for necessária maior consolidação orçamental, mas elogiou o programa do FMI no país. [dropcap] “O[/dropcap] programa do Fundo Monetário Internacional (FMI) que foi acordado parece-nos, em geral, moderado e bem desenhado; não assume esforços orçamentais desmesurados (a grande parte da consolidação orçamental ocorreu já por iniciativa do Governo em 2018), e não prevê crescimentos nominais absurdos para justificar a descida da dívida em percentagem do PIB”,…
Leia maisRecessão, recuo e (manda
a tradição…) retrocesso
A economia de Angola, que há pelos menos 16 anos aguarda a chegada ao Governo de alguém que saiba o que está fazer, deve contrair-se 1,7% este ano, depois de uma recessão de 0,2% em 2017, e as reservas internacionais devem cobrir 3,5 meses de importações, considera o Governo e o Fundo Monetário Internacional (FMI). [dropcap]D[/dropcap]e acordo com um conjunto de documentos colocados no site do FMI, o Produto Interno Bruto (PIB) real deve contrair-se em 1,7%, acentuando os 0,2% negativos de 2017, reflectindo um declínio na produção de gás…
Leia maisTrês erres sísmicos: recuo, retrocesso e? E… recessão
O departamento de estudos económicos do Banco de Fomento Angola (BFA) antecipa (sem, como mandam as ordens superiores, o aval da equipa de João Lourenço) que só em 2019 a economia deve estagnar ou recuperar ligeiramente. Isto é, a recessão deve rondar os 4% este ano e, talvez, em 2019 a economia deve estagnar. [dropcap] “2[/dropcap] 018 está a ser um ano de declínio económico duro, de 6% no primeiro semestre, e olhando para as exportações petrolíferas programadas até final do ano, o Produto Interno Bruto petrolífero deverá cair 8…
Leia maisIsabel dos Santos quer
novos investidores no BFA
A empresária Isabel dos Santos quer a entrada de novos accionistas no Banco de Fomento de Angola (BFA), onde detém uma participação maioritária, disse em entrevista à agência de informação financeira Bloomberg. [dropcap]I[/dropcap]sabel dos Santos falou desta intenção numa entrevista no Egipto, onde está a participar numa conferência numa estância balnear do país, tendo detalhado que a venda deverá ser de 25% do capital do BFA através de uma oferta de acções (IPO – Initial Public Offering, em inglês) a ocorrer em bolsa já no primeiro trimestre de 2018. O…
Leia maisMesmo em crise, Angola salva o BPI
O resultado líquido do banco português BPI, no primeiro semestre do ano, ficou acima do esperado. Angola (o país onde, segundo Fernando Ulrich, não existe corrupção) justifica 75% do lucro. Os lucros foram de 105,9 milhões de euros nos primeiros seis meses, mais 39,1% do que no mesmo período do ano anterior. [dropcap]A[/dropcap]s contas dos primeiros seis meses foram melhores do que o estimado pelo CaixaBI, que apontava para um resultado líquido de 97,5 milhões para o primeiro semestre do BPI. Para apenas o segundo trimestre, a previsão era de…
Leia maisFrente luso-espanhola contra Angola
Portugal está a fazer o jogo do CaixaBank. É a resposta de Isabel dos Santos à Oferta Pública de Aquisição do BPI, lançada pelo CaixaBank. Justifica a filha do presidente de Angola, através da sa empresa, a Santoro, que “o acordo entre Santoro e CaixaBank nunca foi finalizado”. [dropcap]N[/dropcap]ão é, formalmente, uma declaração de guerra por parte da filha de sua majestade o rei de Angola, José Eduardo dos Santos, mas está lá perto. Aliás, no principal areópago do regime angolano (o clã presidencial), prepara-se uma resposta violenta que deverá…
Leia maisO fim do BPI e Isabel dos Santos
O Banco Português de Investimento (BPI) está à beira do fim, não por estar falido ou ter problemas graves, mas porque vai ficar sem o Banco de Fomento de Angola (BFA), a sua operação em Angola. Por Rui Verde doutor em Direito (*) [dropcap]N[/dropcap] os primeiros sete meses de 2015, o BFA contribuiu com 70% dos lucros do BPI. Basta olhar para este número para ver a dependência do BPI face a Angola. A sócia do BPI no BFA em Angola é uma empresa chamada Unitel. Quem tem nas mãos…
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