Coligar objectivos ou (co)ligar tachos?

Os partidos na oposição (e da oposição que o MPLA ainda permite que existe em Angola) dizem-se abertos a uma coligação de partidos, visando a quimera de protagonizarem uma alternância do poder nas eleições gerais de 2022, considerando que a “vontade da mudança e da consolidação da verdadeira democracia no país são enormes”. [dropcap]A[/dropcap] vontade de mudança existe e é crescente. O MPLA sabe disso. Aliás, o MPLA sabe tudo há 45 anos. Sabe como domesticar (legal ou ilegalmente) os principais adversários, tal como sabe que é fácil comprar a…

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Eles continuam a ser os… mesmos

O Tribunal Constitucional (honorável e impoluta sucursal do MPLA) deu cinco dias à comissão instaladora do PRA-JA Servir Angola, para suprir e esclarecer novas dúvidas no seu processo legalização, informou o coordenador do órgão. Talvez fosse suficiente juntar a certidão de óbito de Abel Chivukuvuku… [dropcap]A[/dropcap]bel Chivukuvuku participou hoje numa mesa redonda virtual, promovida pela organização internacional Friends of Angola (FoA), sobre o registo do projecto PRA-JA Servir Angola e o processo (supostamente) democrático em Angola. Segundo o político, a resposta ao requerimento de solicitação do recurso extraordinário para anulação…

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Partido há só um, o MPLA e mais nenhum

O membro do Bureau Político do MPLA, Mário Pinto de Andrade, é um dos indefectíveis de João Lourenço e confirmou sem papas na língua, haver uma orientação do seu partido, logo do Tribunal Constitucional, sua célula judicial, para impedir que Abel Chivukuvuku possa criar um partido político. [dropcap] “O[/dropcap] senhor Abel não pode ter…um partido político”! É fogo! É um autêntico atestado de discriminação e tribalismo deste alto dirigente do partido no poder, deputado e professor universitário, de quem se esperava mais sapiência, menos ódio, mais urbanidade e menos sacanagem.…

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O que não se quer dizer com a rejeição do projecto PRA-JA

Influenciado pela área de formação, onde informar e ser informado significa estar por dentro das sociedades de informação, e por compreender que, a informação é poder e a sua interpretação leva-nos ao conhecimento, decidi fazer este exercício para não apenas contribuir com subsídios na compreensão da realidade politica nacional, mas, para na qualidade de especialista em análise e gestão de informação, ajudar na compreensão da razão dos números no Acórdão 632/2020 do Tribunal Constitucional. Por João Kiaza (*) [dropcap]A[/dropcap] realidade política nacional, transformou-se com a migração do sistema monopartidaríssimo para…

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27 de Maio será sempre
que o MPLA quiser…

A analista política Sizaltina Cutaia considerou hoje que o processo de não legalização do PRA-JA Servir Angola, projecto político de Abel Chivukuvuku, “levanta várias suspeições” pondo em causa o sistema (que deveria ser) de justiça. [dropcap] “L[/dropcap] evanta várias suspeições, que não abonam em nada a compreensão (dos cidadãos) e o próprio sistema de justiça”, afirmou à Lusa Sizaltina Cutaia questionada sobre a legalização do PRA-JA O Partido de Renascimento Angolano — Juntos por Angola Servir Angola (PRA-JA Servir Angola) liderado por Abel Chivukuvuku (ex dirigente da CASA-CE e da…

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“Coligação” UNITA/PRA-JA põe MPLA em pânico

O Tribunal Constitucional, sem elementos jurídicos de razão, decidiu chumbar, mais uma vez, através do Acórdão N.º 632/2020, as alegações de recurso, do processo de legalização do PRA-JA (Partido do Renascimento Angolano – Servir Angola) liderado pelo político Abel Chivukuvuku. Por Pedrowski Teca [dropcap]S[/dropcap]egundo uma grande parte de juristas e proeminentes figuras da sociedade civil, os argumentos do acórdão, são tão básicos, que assentam razões apenas na discriminação contra o menino do Luvemba, que atemoriza, não só João Lourenço como o MPLA, receoso de uma coligação dinamite, Chivukuvuku- Adalberto. No…

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Impedir, derrubar ou matar?

Abel Chivukuvuku disse hoje que, ao contrário de 2012, quando teve de se juntar a partidos políticos sem relevância para participar na vida política, vai lutar agora até à legalização do PRA-JA Servir Angola. Abel Chivukuvuku é mesmo um alvo abater pelo MPLA de João Lourenço, não sendo (ainda) certo se a ideia é só derrubá-lo ou, eventualmente, matá-lo… politicamente. [dropcap]A[/dropcap]bel Chivukuvuku, coordenador da Comissão Instaladora do Partido do Renascimento Angolano – Juntos por Angola – Servir Angola (PRA-JA – Servir Angola), falava na reunião da ‘Task Force’, que analisou…

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Depois de puxar o gatilho
a bala não volta para trás

O Tribunal Constitucional (uma das sucursais do MPLA) chumbou definitivamente e pela terceira vez o recurso interposto para a legalização do partido PRA-JA, o projecto político lançado em 2019 por Abel Chivukuvuku, alegando que as assinaturas dos subscritores não estariam em conformidade. [dropcap]D[/dropcap]e facto, reconheça-se, para que é que Angola precisa de uma democracia com vários partidos se, como todos sabemos há 45 anos, basta ter uma democracia de um só partido, sendo que para dar cor à comédia parlamentar existem alguns figurantes que gostam de dizer que são opositores?…

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“Pra-Ja” é apenas porrada

Apoiantes de Albel Chivukuvuku foram nesta quinta-feira detidos e agredidos em Luanda por agentes da Polícia Nacional (do MPLA), quando tentavam marchar em protesto contra a terceira rejeição na véspera pelo Tribunal Constitucional (do MPLA) de legalizar o seu projecto político PRA-JA. [dropcap]O[/dropcap] Tribunal Constitucional (uma das sucursais do MPLA) chumbou definitivamente e pela terceira vez o recurso interposto para a legalização do partido PRA-JA, o projecto político lançado em 2019 por Abel Chivukuvuku, alegando que as assinaturas dos subscritores não estariam em conformidade. De facto, reconheça-se, para que é…

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MPLA veta PRA-JA

A Comissão Instaladora do projecto político de Abel Chivukuvuku, PRA-JA Servir Angola, foi apanhada “de surpresa” pela decisão do plenário do Tribunal Constitucional, que negou provimento ao recurso apresentado pela formação política, considerando as justificações “falaciosas”. Síntese: O MPLA é Angola e Angola é (d)o MPLA. [dropcap]O[/dropcap] plenário da sucursal do MPLA que dá pelo pomposo nome de Tribunal Constitucional decidiu negar provimento ao pedido de nulidade do despacho que rejeitou a inscrição do Partido do Renascimento Angolano – Juntos por Angola – Servir Angola (PRA-JA – Servir Angola), processo…

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