A UNITA, principal partido da oposição que o MPLA ainda permite que exista em Angola, solidarizou-se hoje com as vítimas das chuvas em Luanda, que provocaram pelo menos 14 mortes, entre outros prejuízos humanos e materiais, pedindo responsabilidade ao Governo. Em comunicado, o secretariado executivo do Comité Permanente da Comissão Política da UNITA considerou “uma grande tragédia” os danos provocados pelas fortes chuvas que caíram na segunda-feira, durante sete horas, sobre a capital angolana. “O secretariado executivo do Comité Permanente da Comissão Política da UNITA insta o executivo ao nível…
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Mísseis da Polícia contra o lixo…
Mais de 3.500 polícias estiveram, este fim-de-semana (no intervalo dos treinos com os mísseis intercontinentais importados pelo comandante da Polícia, Paulo de Almeida), envolvidos em operações de limpeza nas ruas da capital angolana, onde o lixo acumulado (muito dele “estrangeiro” e oriundo de Cafunfo) causa preocupações de saúde pública, segundo o último balanço de segurança pública. A situação agravou-se na semana passada (como se agrava há 45 anos) depois das chuvas torrenciais que arrastaram e espalharam os detritos por toda a cidade, ameaçando inclusivamente a circulação ferroviária, e obrigando os…
Leia maisLixento lixo do lixoso MPLA
O secretariado do Bureau Político do MPLA, partido no poder há 45 anos, recomendou maior celeridade do MPLA (no Poder desde 11 de Novembro de 1975) na resolução do problema da recolha e tratamento de resíduos sólidos em Luanda, ou seja, do lixo. De acordo com o comunicado final da IV reunião extraordinária, orientada pela vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, o assunto foi analisado de acordo com as ordens superiores, tendo os participantes tomado conhecimento das medidas em curso para a solução do problema que, como se sabe, foi posta…
Leia maisManifesto contra um governo desgovernado
Há um governo desgovernado algures. Pode ser o daqui mesmo, nunca se sabe. Um governo desgovernado é aquele que governa de maneira desgovernada, ou melhor, aquele governo que simula governar, mas no fundo desgoverna. Do ponto de vista prático, um governo com esta natureza não merece ostentar o nome de governo. É um desgoverno. Por Agostinho Gonçalves Professor, escritor e crítico literário Trata-se, na verdade, de um grupo muito fechado, uma organização política (geralmente criminosa) constituída para desviar os caminhos da prosperidade, ou seja, criada para impedir o desenvolvimento do…
Leia maisIncitação à guerra e genocídio no pedestal institucional
A imagem do Executivo angolano, face à brutalidade e boçalidade dos corpos policial e militar, assumidamente, partidocratas, no genocídio cometido, dia 30 de Janeiro, no Cafunfo, afundou ainda mais, junto da comunidade internacional a credibilidade de João Lourenço. Por William Tonet Atentar de forma leviana contra os direitos humanos, disparando balas de guerra, contra cidadãos desarmados, no pleno uso de um direito constitucionalmente consagrado: Direito de reunião e manifestação (art.º 47.º CRA), coloca o regime angolano no patamar das mais abjectas e violentas ditaduras. Os pergaminhos da democracia foram assassinados.…
Leia maisLixo, lixeiras? Onde, pergunta o MPLA
Amontoados de lixo nas ruas, paragens de táxi e mercados são agora um dos principais postais ilustrados de Luanda, uma capital que (como, aliás, todo o país) é governada há 45 anos pelo mesmo partido, o MPLA. Moradores e transeuntes temem doenças e queixam-se da demora na recolha e mau cheiro. O Governo esclarece que a resolução do problema está para breve, apontando que para isso só precisa de mais… 55 anos. Quem circula por Luanda facilmente vê os montes de lixo, no centro da cidade ou nas zonas periféricas,…
Leia maisColonização mental ocidental é contínua contra África
O mundo… parou! A minha “topografia-umbilical”, qual mundo, orgulhosamente, de utopia, carrega hoje, mais do que ontem, vergonha incontida, face à nossa colectiva omissão, inacção ou voto depositado, na maioria das vezes, ingenuamente, a favor de uma casta governante, incompetente, ditatorial, corrupta, malfeitora e assassina, cujo “mérito” é a criminosa liderança de países africanos e subdesenvolvidos, para o abismo sub-humano, superando os índices do colonizador. Por William Tonet A COVID-19 está aí, como prova acabada… O MPLA/actual, infelizmente, não se distingue, dos demais, pelo contrário… Estes falsos revolucionários, no período…
Leia maisAngola em tempos de incertezas
O discurso do Presidente da República de Angola, João Lourenço, na abertura da 4ª sessão Legislativa da IV Legislatura não tem credibilidade. A intervenção é pobre para a crise instalada há 45 anos. Na quinta-feira, 15 de Outubro, o Presidente da República destacou os efeitos provocados pela pandemia da Covid-19 na economia e assegurou que seu Governo “vai continuar a apostar na política de desenvolvimento e diversificação económica, bem como na estabilidade macroeconómica”. Por José Marcos Mavungo (*) Li ao pormenor o bonito discurso do Chefe de Estado angolano, na…
Leia mais“Fake news”, “fake rulers”
Quando os angolanos começam a ter noção de que ou morrem de fome, de Covid-19, ou dos dois juntos, João Lourenço lançou para a ribalta mais uma dose industrial de projectos, comissões, exonerações (mesmo de quem já tenha morrido), detenções, confiscos, congelamentos e até coloca uma cereja no topo do bolo da demagogia ao chamar Carlos Rosado de Carvalho para o Conselho Económico e Social. Carlos Rosado de Carvalho tem todo o direito de aceitar e reverenciar o autor do convite. Uns têm preço, outros têm valor. Uns sabem que…
Leia maisCartão vermelho (mais um)
à inépcia de João Lourenço
Cerca de oito em cada dez angolanos consideram que o Governo do país (é do mesmo partido, o MPLA, há 45 anos) está a ter um desempenho “mau” ou “muito mau” no desenvolvimento da sua economia, de acordo com um estudo realizado pelo Afrobarometer hoje divulgado. “C erca de oito em cada 10 angolanos avaliam como sendo “mau” ou “muito mau” o desempenho do Governo na manutenção da estabilidade dos preços (78%), criação de emprego (75%), melhoria da condição de vida dos pobres (75%) e a gestão geral da economia…
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