A Namíbia vai deixar de aceitar a partir de quarta-feira o kwanza angolano como moeda de troca no norte do país, cinco meses depois de um acordo entre os bancos centrais dos dois países ter entrado em vigor. A decisão consta de um comunicado conjunto dos dois bancos centrais, em que se recorda que o acordo monetário, que entrou em vigor a 18 de Junho, abrangia moradores das cidades fronteiriças Oshikango (Namíbia) e de Santa Clara (Angola), que podiam usar as respectivas moedas nacionais no país vizinho, até 3.500 euros…
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(Mais) um ano duro
A Economist Intelligence Unit (EIU) considera que o Governo de Angola “tem um ano duro pela frente” porque vai ter de responder às expectativas da população apesar de ter menos receitas fiscais e espaço de manobra. “O Governo tem um ano duro pela frente, porque vai ter de responder às expectativas cada vez maiores, mas tem um nível de receitas mais baixo e menos espaço de manobra orçamental”, escrevem os analistas da unidade de análise económica da revista britânica ‘The Economis’. Numa análise ao Orçamento do Estado para 2016, enviada…
Leia maisPortugal sente a nossa falta
Os angolanos, que eram dos visitantes que mais estavam a aumentar os gastos em Portugal, registando uma subida em 21% no primeiro semestre, a partir de Julho reverterem completamente a tendência e até Setembro, inclusive, acumularam uma quebra em 36,1%. D ados do Banco de Portugal recolhidos pelo PressTUR mostram que, no conjunto dos primeiros nove meses deste ano, Angola continua a ser o 5º mercado emissor que mais contribui para a receita turística portuguesa (gastos de turistas estrangeiros), se bem que já em quebra de 2,7% ou 11,73 milhões…
Leia maisLogística das Forças Armadas em análise
A situação logística dos três ramos das Forças Armadas Angolanas (Exército, Força Aérea e Marinha de Guerra) está a ser analisada hoje, em Luanda, numa reunião da Direcção Principal de Logística do Estado Maior General das FAA. D urante o encontro, que termina amanhã, os participantes deverão avaliar o estado de execução dos programas de investimentos, aquisição e abastecimento de produtos, bem como proceder ao balanço das transportações efectuadas no segundo e terceiro trimestres de 2015. Ao discursar no acto de abertura, o vice-chefe do Estado Maior General das FAA…
Leia maisO Povo que aperte o cinto
O Governo do MPLA diz que quer aumentar o investimento público em 31% no próximo ano, face ao orçamento previsto para 2015, mas os 5.500 milhões de euros anunciados até representam um corte face às estimativas apresentadas há precisamente 12 meses. O s números constam da proposta do Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2016, que a 17 de Novembro é discutida, votada e aprovada na generalidade pelo parlamento, prevendo um crescimento de 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB) e um défice nas contas públicas de 5,5%. O documento prevê…
Leia maisSantander empresta 500 milhões
O Governo angolano vai contratar um novo financiamento internacional, de 500 milhões de dólares (465 milhões de euros), desta vez ao banco de origem espanhola Santander. A informação consta de um despacho presidencial de 9 de Novembro, em que o Presidente José Eduardo dos Santos aprova o acordo-quadro de financiamento para a concessão de uma linha de crédito, a celebrar entre a República de Angola e o Banco Santander. Como outros empréstimos anteriores, esta linha visa diversificar as fontes de financiamento do Orçamento Geral do Estado (OGE). Este empréstimo surge…
Leia maisAlgo vai mal no reino
Os bispos angolanos apelaram hoje, em Luanda, ao diálogo político e à luta contra a pobreza e o analfabetismo, contra toda a exclusão social e a especulação monetária descontrolada, que dizem estar a causar sofrimento ao povo. A final, a fazer fé nos bispos, a pobreza, o analfabetismo, a exclusão social e a especulação monetária são chagas da nossa sociedade, 40 anos depois da independência. Isso não impede, pelo contrário, que o pais tenha uma elite absurdamente milionária. Ou seja, algo vai mal no reino de Eduardo dos Santos. A…
Leia maisAsfixia petrolífera
Analistas consideram que Angola precisa de aumentar o peso da parte da economia que não depende do petróleo, para não ficar vulnerável às variações de preço, quando, actualmente, vale cerca de 50% do PIB e garante um fluxo directo de receitas. Aprodução de petróleo foi multiplicada por dez na última década e Angola consegue hoje bombear quase 1,8 milhões de barris por dia, o que garante uma receita fiscal que, no ano passado, representou mais ou menos três quartos do total. O petróleo é, simultaneamente, uma enorme vantagem para o…
Leia maisSonangol oié! Sonangol oié!
O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê um “aumento significativo” da dívida pública angolana em 2015, especialmente através da petrolífera estatal Sonangol, esta com um peso equivalente a 14,7% do Produto Interno Bruto (PIB). A informação consta da análise regular realizada pelo FMI à economia e contas públicas angolanas, concluída a 28 de Outubro, hoje divulgada, na qual é estimada para este ano uma inflação de 14% (variação dos preços entre Janeiro e Dezembro), muito além do intervalo de 7 a 9% projectado pelo Governo para 2015. Desde o segundo semestre…
Leia maisDéfice, mais défice, mais défice
As contas públicas angolanas deverão apresentar um novo buraco em 2016, na previsão do Governo, elevando o défice acumulado em três anos para 2,4 biliões de kwanzas, o equivalente a 16,3 mil milhões de euros. O s indicadores, compilados pela agência Lusa, resultam da análise ao relatório de fundamentação do Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2016, um ano em que o Estado vai voltar a fazer com que os angolanos apertem o cinto da austeridade, devido à crise da cotação do petróleo, prevendo um défice nas contas públicas de…
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