A DW escreve hoje que “o vice-Presidente de Angola, Bornito de Sousa, e a filha, Naulila Diogo Graça, pretendem processar o activista português anti-corrupção Paulo de Morais por difamação. Em causa estão vestidos de noiva de alta gama”. Por Orlando Castro A questão não é nova. Pelo contrário. O anúncio do processo já fora divulgado em Março deste ano. Volta agora à ribalta porque é necessário desviar a atenção do que se passa na Angola real, criando uma cortina de fumo que quer pôr o povo a falar do vestido…
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A vice-kapanga
A vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, a que dá carinho e solidariedade, como mãe e mulher do MPLA, aos familiares das zungueiras que a polícia do MPLA mata, até parece que sofre de ecolalia ao repetir, até à exaustão, a frase: “as universidades do país devem elaborar projectos de estudo sobre Agostinho Neto”. Por Domingos Kambunji As universidades de Angola devem elaborar estudos sobre projectos que contribuam para a melhoria da qualidade de vida dos angolanos. Não devem andar a perder tempo a inventar sofismas e falácias para “pintar os…
Leia maisMercenário declara guerra
Artur Orlando Teixeira Queiroz, o veterano mercenário português que actualmente desempenha as funções de assessor da Fundação António Agostinho Neto (FAAN) considerou que o processo contra o seu patrão Carlos Manuel de São Vicente, recentemente detido por corrupção, constitui uma tentativa de eliminação da família do primeiro Presidente de Angola. Por Orlando Castro (*) O mercenário de 77 anos teceu estas considerações através de zurros partilhados nas redes sociais, em que ataca ferozmente o Presidente da República, João Lourenço, o director da secreta angolana, general Garcia Miala, e o director…
Leia maisAngola na sombra do perpétuo ditador
Tragicamente, a roda da história em Angola continua a ser empurrada numa direcção que não me inspira um só sentimento de tranquilidade. Os sinais que se me deparam, em vez de me permitirem descortinar um futuro de esperança, aparecem-me carregados de maus pressentimentos. Por Carlos Pacheco Historiador angolano (*) As décadas correspondentes à era José Eduardo dos Santos foram décadas inquietantes pelos piores males que se abateram sobre o país, especialmente o cerceamento das liberdades, a corrupção e a impunidade total dos seus dirigentes. Anteriormente Angola vivera quatro anos de…
Leia maisO gang dos aldrabões
“Ah! Vós dizeis que amais o progresso… Amais o progresso que vos inventa cadeiras mais cómodas (…) Não amais o progresso político porque isso traria uma ordem de coisas que extinguiria os vossos ordenados” (Eça de Queirós). Por Domingos Kambunji O Bureau Político do Comité Central do MPLA, numa declaração sobre o 3º aniversário do mandato de João Lourenço, “repudiou, veementemente, todas as manobras de diversão visando desacreditar as acções no âmbito do combate à corrupção, impunidade e demais práticas nocivas que ameaçam, seriamente, os alicerces da sociedade angolana”. O…
Leia maisAté breve, Avó Cessá
Ontem, 26 de Setembro, foi a enterrar minha avó Cessá. Triste! Muito! Era uma referência incontornável, pois preservava a imagem, também, do avô Maximbombo, paterno de mamãe e tios, não poucos, o cassule, foi gerado, estava ele, africanamente, falando, no esplendor da idade: 91 anos. Por William Tonet O conhecimento do infausto acontecimento, tive-o, na véspera, da sua inesperada partida. Deixou-me destroçado, pois estava na redacção, com o compromisso do fecho da edição impressa da semana. A avó Cessá era, além de tudo, uma exímia “otchissanguista” (fazedora de bebida caseira,…
Leia maisJacarés no deserto?
João Lourenço, o Presidente do MPLA; João Lourenço, o Presidente da República; João Lourenço, o Titular do Poder Executivo, está há três anos a tentar tudo para ver se acerta em alguma coisa. O falhanço é total e clamoroso. O seu núcleo duro de bajuladores ainda não lhe explicou que não é possível caçar jacarés no deserto do Namibe… Por Orlando Castro Primeiramente apostou forte em conjugar (sempre na primeira pessoa do singular) o verbo exonerar. E assim foi substituindo seis por meia dúzia, acéfalos por quem não tinha cabeça.…
Leia maisDegradação económica e social sem precedentes
Há três anos, no dia 26 de Setembro de 2017, João Manuel Gonçalves Lourenço tomava posse como chefe de Estado, com o propósito de “corrigir o que estava mal no país”. Mas a degradação da economia e da situação social em três anos atingiu recordes sem precedentes. A corrupção, a repressão e a fragilidade das superestruturas político-jurídicas e económicas herdadas do seu predecessor colocam-se como desafios cruciais. Por José Marcos Mavungo (*) Todos sabemos o famoso slogan do actual Presidente da República de Angola na campanha eleitoral de Agosto 2017:…
Leia maisO Chico do MPLA
O embaixador da Re(i)pública da Angola do MPLA na Etiópia e representante permanente junto da União Africana, Francisco Cruz, disse que a credibilidade de Angola, em termos de paz, segurança e resolução de conflitos, vem desde os tempos de Agostinho Neto, o fundador da guerra civil e pai do fuzilamento de muitas dezenas de milhar de angolanos no 27 de Maio de 1977. Por Domingos Kambunji Caramba! Grande injustiça! Ainda não promoveram o Francisco Cruz ao cargo de general, juiz-presidente do Tribunal Constitucional ou Supremo ou ao cargo de Luvualu…
Leia maisEntão e agora? Afinal como é?
O MPLA já esgotou todas as mentiras e desculpas para poder enganar os angolanos? Nós avisámos anteriormente de que a culpa era das desculpas. Toda a gente conseguia perceber, excepto os que revelam atrasos no desenvolvimento da capacidade de raciocínio. Por Domingos Kambunji Ainda não há muito tempo, quando se iniciou a anterior crise internacional, o MPLA dizia que o país não entraria em crise porque foi capaz de diversificar a economia atempadamente. Depois começou a faltar kumbu devido ao abaixamento do preço do petróleo. O MPLA disse que o…
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