O secretário-geral da OPEP critica aquilo que considerou ser a “falta de responsabilidade” dos Estados Unidos da América, cuja Administração defende preços de petróleo nos mercados internacionais abaixo dos 50 dólares por barril. Mohamed Sanuzi Barkindo, engenheiro nigeriano que lidera a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), falava aos jornalistas após uma reunião, em Luanda, com o conselho de administração da petrolífera angolana Sonangol, no quadro da visita de trabalho de dois dias a Angola. “Os Estados Unidos foram afectados negativamente quando houve a crise de 2015 e 2016…
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Sonangol puxa o gatilho
A Sonangol acusa a Justiça portuguesa de “procurar confundir” a petrolífera estatal angolana com o seu ex-presidente, Manuel Vicente, que foi também vice-Presidente de Angola, no processo Fizz, queixando-se de “preconceito e pré-juízo” do tribunal de Lisboa. Tratando-se de guerra aos portugueses, bem que a petrolífera (do MPLA) poderia contratar o advogado, e deputado da UNITA, David Mendes… A posição surge expressa num comunicado da Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol), na sequência do desfecho do julgamento, em 7 de Dezembro, em Lisboa, do processo que envolveu o ex-presidente…
Leia maisPetróleo firme e intocável não quer passar à história
A produção daquilo que sustenta o MPLA há 43 anos e sem o qual o partido nunca saberá viver, o petróleo, caiu do equivalente a 3.325 milhões de euros, em Outubro, para 2.683 milhões de euros em Novembro. Na linguagem zoológica do mais emblemático perito de Angola, João Lourenço, o crude está a comportar-se como um traidor, como um marimbondo. A consultora Capital Economics disse hoje que Angola perdeu 20% das receitas do petróleo em Novembro devido à descida dos preços desta matéria-prima, o que equivale a uma perda de…
Leia maisSinais de (des)investimento de Angola em Portugal
Depois de vários anos a crescer e a ganhar grande visibilidade, o investimento angolano em Portugal dá agora sinais de recuo. Na semana passada o presidente da Sonangol, a petrolífera estatal angolana, anunciou um plano de venda de activos que não pertencem à sua principal actividade, o que inclui participações em várias empresas e bancos. E se em Angola isso pode afectar as fatias que detém na Mota Engil Angola (20%) ou no Banco Caixa Geral Angola (25%, cabendo 51% à Caixa Geral de Depósitos), em Portugal a Sonangol está…
Leia maisAí está a (tão) propalada “Operação Regeneração”
A petrolífera angolana Sonangol apresenta hoje em Luanda a sua versão da “Operação Regeneração”, precisamente três meses após o Presidente João Lourenço ter aprovado a reestruturação para a ajustar à nova organização do sector dos petróleos em Angola. Saturninamente falando, chama-se “Programa de Regeneração”. A cerimónia de lançamento do “programa” decorre no Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC), em Talatona, na zona de Luanda Sul, e conta com a presença do Presidente do Conselho de Administração da Sonangol, Carlos Saturnino. A 15 de Agosto último, João Lourenço decretou…
Leia maisENI multiplica e segue
As petrolíferas Sonangol e italiana ENI assinaram hoje uma adenda ao contrato de exploração conjunta do Bloco 15/06, em que se acrescentam 400 metros quadrados ao perímetro de perfuração para oeste do local principal, indica uma nota oficial. Segundo um comunicado da ENI, a adenda ao acordo está em linha com a estratégia da petrolífera italiana de aumentar as actividades de exploração em Angola, sobretudo na procura de novos poços próximo dos que já existem. A assinatura da adenda ocorreu numa altura em que está em Angola o Presidente do…
Leia maisNão chega ser sério
O antigo primeiro-ministro angolano (hoje quadro superior da Sonangol por escolha pessoal do Presidente João Lourenço) Marcolino Moco acredita que os conflitos em África poderiam ser resolvidos com uma maior representatividade das diversas etnias e regiões nos governos, o que não acontece devido à herança dos Estados europeus. Marcolino Moco, que apresentou hoje em Lisboa um resumo em inglês do seu livro de 2015 “Angola: Estado-nação ou Estado etnia política?” (“Angola in Africa: Nation-state or political-ethnicity”), explicou que o seu livro apresenta uma “teoria para explicar a razão dos conflitos…
Leia maisGlencore vai fornecer gasóleo à Sonangol
A Sonangol E.P. e a Glencore, empresa multinacional anglo-suíça especializada em trading, assinaram na quarta-feira, em Luanda, um acordo de parceria para o fornecimento, à petrolífera nacional, de gasóleo para viaturas e para a marinha. Foram signatários do acordo, o Presidente do Conselho de Administração da Sonangol E.P., Carlos Saturnino, e o CEO da Glencore para o Petróleo e Gás, Alex Beard. No final do acto de assinatura, que decorreu no edifício sede da empresa angolana, Carlos Saturnino afirmou que “este acordo traz vantagens para a petrolífera nacional, porque foram…
Leia maisRegenerar a… Sonangol?
Isabel dirá: Ah! Ah! Ah! Ah!
O Estado angolano vai gastar 43,85 milhões de euros com a consultoria de apoio à regeneração da petrolífera estatal Sonangol, segundo despesa autorizada por despacho do Presidente da República, João Lourenço. Isabel dos Santos deve estar a rir a bandeiras despregadas. A informação consta de um despacho presidencial de 25 de Outubro, que justifica a despesa e o procedimento de contratação simplificado dos serviços com a “necessidade urgente de se contratar uma empresa com experiência nos sectores de actividade e do Grupo Sonangol, para suportar o seu processo de regeneração”.…
Leia maisSó mudar os donos não é,
nem significa, privatizar!
A Economist Intelligence Unit (EIU) defende que o processo de privatizações em Angola tem de ser bem gerido e alertou para a “crescente preocupação” sobre as ligações entre os destinatários das vendas das empresas e o Presidente da República. Será que este alerta, este aviso, vai levar João Lourenço a exonerar a EIU? Como estaria Angola a reagir à crise económica e financeira se a Sonangol tivesse sido privatizada e, por isso, deixasse de estar sob a alçada (mesmo que incorrecta) do Estado? Seria possível, se esta empresa estratégica fosse…
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