A Economist Intelligence Unit (EIU) considera que o Governo de Angola “tem um ano duro pela frente” porque vai ter de responder às expectativas da população apesar de ter menos receitas fiscais e espaço de manobra. [dropcap] “O [/dropcap] Governo tem um ano duro pela frente, porque vai ter de responder às expectativas cada vez maiores, mas tem um nível de receitas mais baixo e menos espaço de manobra orçamental”, escrevem os analistas da unidade de análise económica da revista britânica ‘The Economis’. Numa análise ao Orçamento do Estado para…
Leia maisCategoria: Economia
BNA tenta aguentar a crise
O Banco Nacional de Angola (BNA) tem tido um papel preponderante ao deixar a moeda desvalorizar para compensar a quebra de receitas originada pela descida do preço do petróleo, e age também como regulador do sistema, segundo uma analista do BPI. [dropcap] “T[/dropcap] odo o processo é centralizado pelo BNA, que disponibiliza aos bancos as divisas através dos leilões, mas como o BNA tem menos dólares a entrar porque o petróleo está mais barato, também liberta menos dólares para os bancos”, disse Luísa Felino, que lembrou que, “como a procura…
Leia maisTéte explica (quase) tudo
O embaixador da missão permanente de observação da União Africana junto da ONU, angolano Téte António, descobriu o pólvora para justificar a razão pela qual a economia angolana está dominada pelo petróleo. [dropcap]D[/dropcap] iz ele que pouco mais de uma década livre de guerras é pouco para um país como Angola se industrializar e diminuir a sua dependência do petróleo. “Ninguém é condenado ao subdesenvolvimento. O subdesenvolvimento não é uma doença crónica. Todos nós vamos chegar ao desenvolvimento”, disse, em entrevista à Lusa, o embaixador angolano Téte António, em Nova…
Leia maisQueda na exportação de diamantes
O encaixe com as exportações de diamantes por Angola caiu mais de 40% em Outubro, face ao mesmo mês de 2014, para 86,3 milhões de dólares, enquanto o volume, em quilates, também diminuiu, quase 17%. [dropcap]D[/dropcap] e acordo com um relatório do Ministério da Geologia e Minas angolano, citado pela Agência Lusa, durante o mês de Outubro foram exportados 624 mil quilates, ao preço médio de 138 dólares norte-americanos (129 euros). Há precisamente um ano, as exportações de diamantes por Angola atingiram os 751,1 mil quilates (-16,85% em 2015), tendo…
Leia maisInflação perto dos 14%
A inflação em Angola pode chegar aos 14% ainda este ano, segundo a análise dos técnicos do gabinete de estudos económicos do BPI, numa nota enviada aos investidores no seguimento de uma visita ao país, realizada este mês. [dropcap] “D[/dropcap] e acordo com as nossas estimativas, a taxa de inflação pode acelerar nos próximos meses, devido aos efeitos relacionados com a desvalorização da taxa de câmbio, bem como devido à introdução de um novo imposto sobre o consumo, com as previsões a admitirem a possibilidade de que a taxa de…
Leia maisBancos vão pagar novo imposto
Os bancos angolanos vão passar a pagar um imposto sobre operações bancárias, equivalente a 0,1% do valor envolvido, para financiar o Orçamento Geral do Estado (OGE) de 2016, documento que vai a votação no parlamento na terça-feira. [dropcap]A[/dropcap] aplicação deste imposto consta da proposta de lei do OGE, incluída nos termos do Código Geral Tributário, e envolverá os “actos de natureza económica, realizados por instituições financeiras bancárias e não bancárias”. Na prática, a proposta define que a contribuição especial sobre operações bancárias será aplicada a instituições que concedem créditos e…
Leia maisSantander empresta 500 milhões
O Governo angolano vai contratar um novo financiamento internacional, de 500 milhões de dólares (465 milhões de euros), desta vez ao banco de origem espanhola Santander. [dropcap]A[/dropcap] informação consta de um despacho presidencial de 9 de Novembro, em que o Presidente José Eduardo dos Santos aprova o acordo-quadro de financiamento para a concessão de uma linha de crédito, a celebrar entre a República de Angola e o Banco Santander. Como outros empréstimos anteriores, esta linha visa diversificar as fontes de financiamento do Orçamento Geral do Estado (OGE). Este empréstimo surge…
Leia maisCrescer? Talvez em 2017
O Fundo Monetário Internacional (FMI) considera que Angola só vai recuperar dos efeitos da queda do petróleo daqui a dois anos, e mesmo assim aponta riscos a esta previsão, nomeadamente uma nova descida nos preços. [dropcap] “A[/dropcap] perspectiva é para uma recuperação que vai começar em 2017, mas há riscos negativos, incluindo uma descida mais acentuada nos preços do petróleo”, considerou Ricardo Velloso, que liderou a missão do FMI a Angola quando, em Agosto deste ano, o país foi avaliado ao abrigo do artigo IV, uma análise anual à economia…
Leia maisAsfixia petrolífera
Analistas consideram que Angola precisa de aumentar o peso da parte da economia que não depende do petróleo, para não ficar vulnerável às variações de preço, quando, actualmente, vale cerca de 50% do PIB e garante um fluxo directo de receitas. [dropcap]A[/dropcap]produção de petróleo foi multiplicada por dez na última década e Angola consegue hoje bombear quase 1,8 milhões de barris por dia, o que garante uma receita fiscal que, no ano passado, representou mais ou menos três quartos do total. O petróleo é, simultaneamente, uma enorme vantagem para o…
Leia maisSonangol oié! Sonangol oié!
O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê um “aumento significativo” da dívida pública angolana em 2015, especialmente através da petrolífera estatal Sonangol, esta com um peso equivalente a 14,7% do Produto Interno Bruto (PIB). [dropcap]A[/dropcap] informação consta da análise regular realizada pelo FMI à economia e contas públicas angolanas, concluída a 28 de Outubro, hoje divulgada, na qual é estimada para este ano uma inflação de 14% (variação dos preços entre Janeiro e Dezembro), muito além do intervalo de 7 a 9% projectado pelo Governo para 2015. Desde o segundo semestre…
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