O cenário não é animador, para os portugueses, muitos, amantes das liberdades e contrários a qualquer tipo de fascismo, discriminação, racismo, autoritarismo e colonialismo, mesmo o incubado, quanto ao resultado eleitoral de 18 de Janeiro de 2026. Mas, também, não o é ante os candidatos que disputam o cadeirão presidencial, para as sociedades civis e oposição políticas nos Palop’s (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa) e África. Por William Tonet ualquer que seja o vencedor final, em nada alterará, pressionará ou influenciará o cenário político institucional em Angola, Moçambique, Guiné-Bissau,…
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É (SEMPRE) PRECISO PROLONGAR O DEBATE SOBRE AS INDEPENDÊNCIAS
Na apresentação do livro “50 anos de Independências Africanas Vistos pelos seus Cidadãos”, realizada na Biblioteca Palácio Galveias, Eugénio da Costa Almeida sublinhou o carácter coletivo e plural da obra, coordenada em parceria com Rui Verde e que reúne contributos de cerca de 40 autores dos países africanos de língua oficial portuguesa. a sua intervenção, Eugénio da Costa Almeida destacou que o livro, apesar de já se encontrar à venda há cerca de mês e meio, apenas agora pôde ser formalmente apresentado, sublinhando a dimensão “monumental” da obra, tanto pelo…
Leia maisANGOLA CRESCE, MAS ABAIXO DA MÉDIA REGIONAL
O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a economia de Angola cresça 2,4% este ano e acelere para 2,8% em 2025, mas abaixo da média regional, segundo as Perspectivas Económicas Mundiais, hoje divulgadas. e acordo com o relatório divulgado no âmbito dos Encontros Anuais do FMI e do Banco Mundial, que decorrem esta semana na capital norte-americana, o crescimento económico de Angola neste e no próximo ano ficará abaixo não só da média da África subsaariana, mas também do grupo de países exportadores de petróleo. Enquanto as economias da região…
Leia maisPRIMEIRO PRESIDENTE DE SÃO TOMÉ É O ÚNICO SOBREVIVENTE
Mais do que a crise em que São Tomé e Príncipe vive mergulhado, diz estar preocupado com as causas da situação – pela persistência com que se arrastam, mas também pela indiferença com que a sociedade, pelo menos parte significativa dela, parece encará-las, dessa maneira conferindo-lhes normalidade. Por Xavier de Figueiredo ntre elas, talvez a pior de todas, como a aponta, o espírito de mera prosperidade pessoal que parece comandar grande parte dos políticos. Ora levando-os a usar os seus poderes e competências para colher vantagens pessoais, ora a fazer…
Leia maisANGOLA BEM PODIA APRENDER COM CABO VERDE
O Presidente de Cabo Verde, José Maria Neves, disse hoje que compreende eventuais queixas de universidades portuguesas sobre a falta de preparação de estudantes dos Países Africanos Língua Oficial Portuguesa (PALOP) pois cabe a estes fazer melhor o trabalho de casa. osé Maria Neves diz: “Percebo [que existam críticas ou queixas]. Acho que os países PALOP têm de fazer o seu trabalho de casa. Cinquenta anos após as independências não podemos continuar a ser muro de lamentação, temos é de fazer o nosso trabalho de casa”. Nem mais nem menos.…
Leia maisBAD, ANGOLA E UM TAL PACTO… LUSÓFONO
A carteira de investimentos do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) em Angola saiu dos 50 milhões de dólares (47 milhões de euros) em 2012 para 1.000 milhões de dólares (943 milhões de euros) em 2019, anunciou hoje a instituição. informação foi transmitida pelo representante do BAD em Angola, Pietro Toigo, assinalando o alargamento bastante forte de financiamento nesse período, dando nota que a instituição investiu 500 milhões de dólares (471 milhões de euros), nos últimos cinco anos, no sector energético. Em declarações à Lusa, no âmbito da sétima edição do…
Leia maisSÓ TÊM INTERESSE NAS NOSSAS RIQUEZAS
Os investimentos privados nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) continuam voláteis e centrados nas indústrias extractivas de Angola e Moçambique, constata a OCDE, que recomenda a cooperação com instituições financeiras de desenvolvimento para diversificar e superar obstáculos. o longo de 2015-21, mais de 90% do investimento directo estrangeiro (IDE) em novos projectos visou apenas dois países, Angola e Moçambique, e principalmente as indústrias transformadoras e extractivas, refere a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) num relatório divulgado hoje. Além disso, os investimentos privados continuam “altamente voláteis”,…
Leia maisDIA (OU NOITE) DA LÍNGUA PORTUGUESA
Esta sexta-feira, 5 de Maio, é o dia em que governos e sociedade civil celebram (isto é como quem diz…) a relevância do idioma como parte da identidade dos povos lusófonos. O Português é a língua oficial dos nove países da CPLP, sendo também a sétima língua mais falada no Mundo. Aproximadamente 260 milhões de pessoas falam português nos cinco continentes e em 2100, esta língua vai unir mais de 500 milhões, segundo uma estimativa das Nações Unidas. 5 de Maio já era oficialmente, desde 2009, o dia da língua…
Leia maisAS INDEPENDÊNCIAS… FALIRAM!
Cerca de 80% dos jovens são-tomenses querem abandonar o país em busca de melhores condições de vida, nomeadamente emprego e saúde, e muitos perderam esperança no desenvolvimento do arquipélago, indica um estudo do Conselho Nacional da Juventude são-tomense. Está a ser assim também em Angola, também… em todos os lados. As independências falharam. secretário-geral do Conselho Nacional da Juventude (CNJ) de São Tomé e Príncipe, Laudino Tavares, afirma que “o estudo provou que 78% dos jovens querem migrar. Quando nós vemos uma percentagem desse nível, de jovens que pensam sair…
Leia maisMÁ QUALIDADE DO ENSINO É O BUSÍLIS
A falta de mão-de-obra qualificada e fraco capital humano, devido à má qualidade do ensino, são dos maiores constrangimentos ao desenvolvimento económico da Guiné-Bissau, segundo um relatório do Banco Mundial (BM), hoje divulgado. Certamente por economia de meios, ou balofa simpatia, o BM não diz que a má qualidade do ensino um problema comum a todos os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa. E então o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua de Portugal? o relatório lê-se que “a má qualidade do ensino e a falta de acesso…
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