A economia angolana está a criar menos empregos desde o pico de mais de 306.000 atingido no ano de 2014, segundo os dados mais recentes divulgados pelo Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTSS). Mas tudo vai ser diferente, diz o MPLA. 500 mil novos empregos estão já a chegar, transportados no navio da demagogia de João “Malandro” Lourenço. [dropcap]E[/dropcap]ntre 2013 e o primeiro trimestre de 2017, os dados do ministério indicam que foram criados em Angola um total de 886.440 empregos, mais de um terço (306.677) no…
Leia maisEtiqueta: Eleições
(Megalo)mania da mentira
Mitigar fome dos escravos
dá votos ao dono do reino
O Governo angolano, certamente atento ao calendário eleitoral mais do que ao facto de o país ter 20 milhões de pobres, vai lançar até final de Junho (as eleições são em Agosto) a Reserva Estratégica Alimentar do Estado, com o objectivo de ter abastecimento de alguns alimentos “durante um período mínimo” e garantir a segurança alimentar. [dropcap]P[/dropcap]arece uma anedota de muito mau gosto, típica de um regime feudal, mas é uma realidade protagonizada pela equipa de sua majestade o rei José Eduardo dos Santos, coadjuvado pelo seu sipaio candidato a…
Leia maisObservadores europeus?
MPLA não os quer por cá
A missão exploratória da União Europeia afirma haver um interesse das autoridades angolanas em evitar observadores internacionais nas eleições marcadas para o dia 23 de Agosto. A UE confirma assim o que o Folha 8 escreveu no passado dia 2: “MPLA já ordenou à Europa servil e canina bajulação”. [dropcap]E[/dropcap]m declarações à Voz da América, o chefe da delegação da União Europeia em Angola, Thomas Ulicny, admite mesmo que, apesar das conversações que têm tido com as instituições que conduzem o processo eleitoral, parece haver interesse, por parte do governo…
Leia maisCASA com telhado
mas sem alicerces
Reformar a Constituição, garantir auto-suficiência alimentar e integrar crianças fora do sistema de ensino em Angola fazem parte dos “vinte compromissos para a governação”, no âmbito das eleições gerais de Agosto, apresentados hoje pela coligação CASA-CE. [dropcap]O[/dropcap]s pontos que dão corpo ao programa de governo da CASA-CE 2017/2022 foram apresentados em Luanda pelo presidente daquela formação política, Abel Chivukuvuku, durante a abertura da segunda reunião ordinária do Conselho Deliberativo Nacional. “Conquistar a auto-suficiência alimentar em produtos básicos em cinco anos de governação e erradicar a pobreza extrema em 10 anos,…
Leia maisMPLA promete o que não
fez, não faz e nunca fará
A consolidação da paz e da democracia, desenvolvimento humano e bem-estar dos angolanos, bem como a edificação de uma economia diversificada são os supostos objectivos do programa de governação eleitoral do MPLA, partido no poder desde 1975, para os próximos cinco anos. Consta também que com o MPLA os anos passarão a ter 12 meses… [dropcap]O[/dropcap] Programa de Governo do MPLA, com vista às eleições gerais de 23 de Agosto, para o período 2017-2022, baseado em quatro eixos – Angola da Inclusão, do Progresso e das Oportunidades; Angola Democrática e…
Leia maisLourenço julga mesmo
que somos… matumbos
João “Malandro” Lourenço, vice-presidente do MPLA, partido no poder em Angola desde 1975, general, ministro da Defesa e cabeça-de-lista do seu partido às eleições de Agosto reafirmou hoje, em Luanda, a sua tese de que somos quase todos matumbos. Fê-lo ao dizer que o MPLA vai lutar contra a corrupção, má gestão do erário público e o tráfico de influências. Por Orlando Castro (*) [dropcap]J[/dropcap]oão Lourenço discursava no acto de apresentação pública do Programa de Governo 2017-2022 do MPLA e do seu Manifesto Eleitoral, mostrando a convicção de que –…
Leia maisSenhores da oposição. E agora? Mais do mesmo?
Os quatro partidos da oposição, com assento parlamentar, nomeadamente, UNITA, CASA-CE, PRS e FNLA vieram a terreiro e bem, pela primeira vez, em tempo recorde e antecipadamente, no dia 6 de Maio (um sábado) denunciar, reconheça-se a honestidade da CNE (Comissão Nacional Eleitoral), face à postura “parcial/partidocrata”, na defesa da lei da batota, na lógica da batata, para manutenção do MPLA, no poder. [dropcap]E[/dropcap]stes partidos, questionam e denunciam a monstruosa mentira, mais uma, da CNE (superior e macabramente, dirigida pelo juiz Silva Neto, acusado de ser militante confesso do MPLA),…
Leia maisÀ medida e por medida
Segundo a Porta-voz da CNE, Júlia Ferreira, o plenário aprovou a adjudicação do fornecimento da solução tecnológica e de material de votação sensível à empresa Indra e à Sinfic a gestão do FICM, Mapeamento das Assembleias de Voto, Produção dos Cadernos Eleitorais e Sistema de Informação ao Eleitor. [dropcap] “O[/dropcap] prestígio que estas empresas têm no mercado nacional e internacional, bem como o facto de estas empresas já terem trabalhado com a CNE no processo de 2012, com eficiência reconhecida, empenho e dedicação, fizeram com que as mesmas fossem seleccionadas…
Leia maisNada muda, tudo se “mplaísa”
Este texto que agora reproduzimos, ipsis verbis, foi aqui publicado em 20 de Dezembro de 2014. Façam o favor de comparar com 2017, ver coincidências, estratégias, e malabarismos de todos aqueles que, estando no poder desde 1975 (o MPLA) continuam a atirar areia contra a nossa chipala e a fazer de todos nós meros matumbos: [dropcap]A[/dropcap] Comissão Nacional Eleitoral (CNE) afirma que tem tudo pronto para a realização das eleições gerais de 2017. De acordo com o seu presidente, André da Silva Neto, espera-se agora que a Assembleia Nacional aprove…
Leia maisOposição unida contra
escolha da INDRA e SINFIC
A UNITA, a CASA-CE, o PRS e a FNLA tomaram conhecimento, “com bastante preocupação”, da notícia tornada pública pela Comissão Nacional Eleitoral, segundo a qual o seu Plenário aprovou escolha das empresas INDRA e SINFIC para a prestação de serviços eleitorais. Eis, na íntegra o Comunicado emitido a este propósito: [dropcap] “E[/dropcap] ssa informação não corresponde à verdade, na medida em que, o Plenário da CNE, o único órgão competente para decidir sobre a contratação da logística eleitoral, ainda não teve conhecimento do relatório final da Comissão de Avaliação das…
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