As nove economias dos países da CPLP valem cerca de três biliões de dólares (2,7 biliões de euros), com Brasil e Guiné Equatorial em recessão, e Moçambique e Angola a sofrerem um forte abrandamento. Sobre Portugal, o único país europeu do grupo lusófono, as previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI) apontam para um crescimento de 1% este ano e uma ligeira aceleração para 1,1% em 2017 O FMO, na actualização deste mês ao ‘World Economic Outlook’, antecipa uma recuperação económica no Brasil em 2017, ano em que o crescimento da…
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PALOP lá vão indo devagar
ou em… marcha-atrás
Os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) vão crescer, em média, 1,3%, prejudicados sobretudo mas não só pela recessão na Guiné Equatorial, que o Fundo Monetário Internacional (FMI) estima chegar praticamente a 10% este ano e 5,8% em 2017. De acordo com a edição de Outubro de 2016 do relatório sobre as Perspectivas Económicas Regionais para a África Subsaariana, hoje divulgado em Washington pelo FMI, a média das outras seis economias lusófonas em África chegaria a praticamente 3%, mesmo com Angola a escapar por pouco da contracção económica. A…
Leia maisFMI: Estagnação.
Fitch: crescimento zero
O Fundo Monetário Internacional (FMI) reviu em forte baixa a previsão de crescimento de Angola e espera agora uma estagnação durante este ano e uma expansão de 1,5% em 2017. Segue a linha de outros analistas, caso da Fitch que espera que a economia cresça zero em 2016. Segundo as projecções dos economistas do FMI, Angola deverá, em 2021, registar um nível de crescimento de sensivelmente um terço face à média entre 1998 e 2007. Para este ano, o World Economic Outlook aponta uma estagnação, prevendo 1,5% em 2017. “Angola…
Leia maisPobres também são gente?
O líder do MPLA, Titular do Poder Executivo e Presidente da República, José Eduardo dos Santos, disse ainda não há muito tempo, que Angola precisa de crescer 6% ao ano para poder “reduzir significativamente a pobreza”. Por Óscar Cabinda Como o Folha 8 publicou há pouco sob o título “Crescimento? Zero, é claro!”, a Fitch calcula que a economia cresça zero em 2016, descendo dos 3% em 2015 e com a pior performance em 14 anos (desde 2002, fim da guerra civil”. Esta realidade coloca os angolanos, cuja esmagadora maioria…
Leia maisCrescimento? Zero, é claro!
O Governo de Angola recebeu da China, desde o final do ano passado, oito mil milhões de dólares em empréstimos para financiar projectos, o que vai elevar o rácio da dívida sobre o PIB para quase 60%. De acordo com a agência de notação financeira Fitch, “o Governo escolheu financiar o défice principalmente pelo aumento da dívida em vez de recorrer às almofadas orçamentais”. Só da China, dizem os analistas, “Angola recebeu 8 mil milhões de dólares, em empréstimos para projectos desde o final do ano passado, o que vai…
Leia maisInflação galopante e estagnação
Mais do que a queda do preço do petróleo, Angola defronta-se com um grave problema económico: a inflação galopante, associada à estagnação. Por Rui Verde (*) Em Agosto de 2016, o nível homólogo de inflação atingiu os 38,18% na cidade de Luanda. Esta é a informação que consta da Folha de Informação Rápida N.º 8-IPC Nacional, de Agosto 2016, do Instituto Nacional de Estatística. A inflação é a subida geral dos preços para o consumidor. Os bens e serviços consumidos pelas famílias ao longo do ano são representados por um…
Leia maisAngola “made in China”
Angola (mais propriamente o regime) foi o país africano que mais beneficiou de empréstimos concedidos pela China, ultrapassando os 12 mil milhões de dólares (10,79 mil milhões de euros), desde 2000, segundo a unidade de investigação sedeada nos EUA ChinaAid. O principal receptor das linhas de crédito abertas por Pequim foi o sector transporte e armazenagem, que absorveu 20% do montante global, detalha aquela pesquisa. Logo a seguir, surge a produção e abastecimento de energia, que recebeu 18% do crédito chinês. Governo e sociedade civil, comunicações e abastecimento de água…
Leia maisImportamos 80% dos combustíveis vendidos em 2015
Angola comprou mais de 6,241 milhões de toneladas de produtos refinados em 2015, mas a reduzida capacidade de refinação nacional obrigou a concessionária do regime Sonangol a importar cerca de 80% desse total. Os dados, compilados pela agência Lusa, constam da versão final do relatório e contas da petrolífera angolana e indicam que o consumo de combustíveis por Angola caiu 5% em 2015, na mesma proporção da importação de produtos refinados, essencialmente gasolina e gasóleo, face a 2014. Contudo, os dados da Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol) referem…
Leia maisMultiplicar para uns tantos
e subtrair para quase todos
O Banco Mundial (BM) reduziu hoje a previsão de crescimento económico de Angola este ano para 0,9%, o valor mais baixo de todas as previsões já avançadas pelas instituições internacionais, no seguimento da crise petrolífera. De acordo com a actualização do relatório “Perspectivas Económicas Globais”, divulgado em Washington, a terceira maior economia africana e o maior produtor de petróleo da África subsaariana vai ter um crescimento económico de 0,9% este ano e de 3,1% em 2017, o que representa uma revisão de 2,4 e de 0,7 pontos percentuais relativamente às…
Leia maisCancro infantil mata que se farta… nos países em que só alguns são ricos
Nos países em desenvolvimento existem cinco vezes mais casos de cancro infantil do que nas nações desenvolvidas, indicou hoje a agência internacional que investiga a doença, quando se assinala o Dia Internacional da Criança com Cancro. O número de casos de cancro infantil nos países em desenvolvimento é “inaceitavelmente alto”, denunciou o director da Agência Internacional de Investigação sobre o Cancro (IARC), Christopher Wild, num comunicado citado pela agência noticiosa espanhola EFE. “Sobretudo quando temos o exemplo dos países ricos em relação ao que se pode conseguir com acesso a…
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