A Fundação 27 de Maio, que representa vítimas dos massacres de milhares e milhares de angolanos levados a cabo pelo MPLA em 1977, em Angola, manifestou-se hoje contra a construção de um monumento único para todas as vítimas do conflito político no período pós-independência. A edificação do monumento será (assim determina o MPLA que está no Governo desde 1975 e que, por isso, continua a dizer que o MPLA é Angola e Angola é o MPLA) o culminar da barbaridade a que o Governo chama de implementação do Plano de…
Leia maisEtiqueta: 27 de maio
Homenagem a quem o MPLA cataloga como vítimas
Do alto da sua torre de sabedoria (que herdou de José Eduardo dos Santos mas à qual acrescentou mais uns degraus), o Presidente João Lourenço ordenou no passado dia 26 de Abril a criação de uma comissão para elaborar um plano geral de homenagem às vítimas dos conflitos políticos que ocorreram em Angola entre 11 de Novembro de 1975 a 4 de Abril de 2002. O plano será apresentado amanhã na Assembleia Nacional. Para mostrar a equidade, a equidistância e a imparcialidade da iniciativa, integram a comissão elementos da sua…
Leia maisNagasaki e Hiroshima? Sim!
E então o nosso 27 de Maio?
O embaixador de Angola no Japão, Rui Xavier (foto), em representação do Corpo Diplomático Africano naquele país, depositou uma coroa de flores no Parque da Paz de Nagasaki, erguido em homenagem às vítimas da bomba atómica “Flat Man”, no culminar da Segunda Guerra Mundial, há 74 anos. Em contrapartida o genocídio de milhares de angolanos, em Angola, o 27 de Maio de 1977 não passam de… “excessos”. O embaixador, a sua esposa, Fátima Xavier, o agente consular Hélder Congo e os restantes membros do corpo diplomático acreditado no Japão participaram…
Leia mais5-27 de 77
Em Portugal e quiçá em Angola e restante Europa as datas ora são designadas através das fórmulas: DD-MM-AAAA ou AAA-MM-DD em que “D” significa dia; “M” quer dizer mês; e, obviamente “A” reporta-se a ano. Nos EUA claro que tinham de ser diferentes – mas pelo menos não há uma duplicidade de formulação das datas, optando-se por colocar primeiro o mês, depois o dia e por fim o ano, razão pela qual se reportam ao “11 de Setembro” como “nine eleven”. Por Brandão de Pinho Eu gosto do Agostinho Neto…
Leia maisFuba do mesmo saco
O Presidente República, do MPLA e Titular do Poder Executivo, João Lourenço, prestou homenagem, em Havana, Cuba, ao pelos vistos único fundador da nação angolana, António Agostinho Neto, com a deposição de uma coroa de flores no busto erguido em sua memória. O que diria o mundo se, por exemplo, Ângela Merkel prestasse homenagem a Adolf Hitler? Por Orlando Castro Ouvidos os hinos nacionais de Angola e Cuba e depois de se ter inclinado invertebradamente sob o busto do maior genocida de Angola, Agostinho Neto, João Lourenço agradeceu o espírito…
Leia maisUm criado ao vosso dispor
O chefe da diplomacia angolana, Manuel Augusto, partiu para Havana, onde vai ultimar os preparativos para a visita de Estado (e de despacho) que o Presidente de Angola, João Lourenço, vai efectuar em breve a Cuba, indica uma nota oficial. Segundo a nota do Ministério das Relações Exteriores (MIREX) angolano, a deslocação de Manuel Augusto a Havana, de três dias, acontece cerca de mês e meio depois da visita a Luanda efectuada pelo vice-presidente do Conselho de Ministros de Cuba, Ricardo Ruiz (15 a 18 de Abril). Durante a visita,…
Leia maisQuando um genocida é
(o único) herói nacional
No dia 24 de Novembro de 2018, a conferência de imprensa, em Lisboa, do Presidente João Lourenço, foi interrompida por uma órfã dos massacres, ou genocídio, do 27 de Maio de 1977, que tentava recitar um poema em memória dos pais, vítima da repressão ordenada por Agostinho Neto, presidente do MPLA. Por Orlando Castro O Presidente angolano, João Lourenço, permitiu a intervenção, mas não autorizou que declamasse o poema, considerando, pouco depois, questionado pelos jornalistas, que o caso de 27 de Maio de 1977 é “um dossiê delicado” que ainda…
Leia maisConnosco a verdade nunca prescreverá!
Alguém disse que quem está sempre a falar do passado deve perder um olho. Será esse o destino de quem, como nós, não se cansa de falar de um passado que, nesta circunstância, tem 42 anos? É possível que sim. Conforta-nos, contudo, o facto de que esse mesmo alguém terá acrescentado que quem se esquecer do passado deve perder os dois olhos. Por Jornal Folha 8 As vítimas dos massacres do 27 de Maio de 1977 merecem que, se necessário, percamos os dois olhos e até mesmo a vida como,…
Leia maisComunicado dos sobreviventes da tragédia de 27 de Maio de 1977
«Os sobreviventes da sangrenta repressão que se seguiu ao fatídico dia 27 de Maio de 1977, cujas causas estiveram na base de tão cruel massacre, entendem ser urgente esclarecer a opinião pública Nacional e Internacional, o seguinte: A maioria dos sobreviventes do massacre, perfeitamente identificáveis, têm acompanhado com redobrado interesse e atenção as acções que vêm sendo desenvolvidas pelo Executivo angolano, com destaque para o Decreto Presidencial exarado por sua Excelência o Presidente da República, cuja iniciativa aplaudem, atendendo ao facto de terem decorrido cerca de 42 anos desde aquele…
Leia maisHomenagear ou (mais) um atestado de matumbez?
Do alto da sua torre de sabedoria, o Presidente João Lourenço ordenou hoje a criação de uma comissão para elaborar um plano geral de homenagem às vítimas dos conflitos políticos que ocorreram em Angola entre 11 de Novembro de 1975 a 4 de Abril de 2002. Para mostrar a equidade, a equidistância e a imparcialidade da iniciativa, integram a comissão elementos da sua confiança, todos do MPLA. Aplaudamos, irmãos! Segundo uma nota da Casa Civil do Presidente da República de Angola, João Lourenço inclui entre os conflitos a “intentona golpista…
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