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Imprensa portuguesa só (re)conhece o MPLA

Imprensa portuguesa só (re)conhece o MPLA - Folha 8

A comunicação social portuguesa passou ao lado, com toda a legitimidade inerente ao facto de ser cada vez menos comunicação e cada vez mais comércio, do que realmente se passou ontem (e das outras vezes também) na manifestação, em Luanda, contra as arbitrariedades do regime angolano. E m bom português (também este cada vez menos bom) dir-se-á que cada um sabe de si e que o poder económico (mais do que o político) sabe de todos. Com razão há quem diga, é o nosso caso, que nas ocidentais praias lusitanas,…

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Cabinda, Jamba, Raúl Danda e José Ribeiro

Cabinda, Jamba, Raúl Danda e José Ribeiro - Folha 8

Como é natural quando o entendimento do que é uma democracia se resume ao umbigo, o “Jornal do MPLA”, que se arroga o direito de dizer que é o “Jornal de Angola”, tem alvos privilegiados. Internamente, Raúl Danda, deputado da UNITA, é um deles. Por Orlando Castro J osé Ribeiro, lá do alto da sua copa, diz que foi na Jamba que Raúl Danda andou na escola de jornalismo, e que lá “nunca existiu lei e nos palcos políticos que pisa, também não”. O sipaio não faz a mínima ideia…

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Editorial: “Jornal de Angola” e o incitamento ao racismo, ódio e guerra

Editorial: “Jornal de Angola” e o incitamento ao racismo, ódio e guerra

O pior que pode existir num país, não são os intransigentes, na maioria das vezes coerentes e verticais, mas os bajuladores, os falsos, os traidores e incompetentes. Esta raça é tão perniciosa que se confunde com o camaleão, nos seus malefícios colectivos. No caso angolano, a história está prenhe de traidores, individuais e colectivos, até mesmo no jornalismo, profissão nobre e solene, em função do alcance e função pública. Por William Tonet Hitler, no século XX, foi o grande percursor na subversão do real papel da mídia, colocando-a ao serviço…

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Levámos porrada e fomos despejados na mata

Levámos porrada e fomos despejados na mata - Folha 8

Os dois repórteres do Folha 8 que hoje acompanharam profissionalmente a manifestação que, em Luanda, envolvia dez movimentos contestatários reunidos no autodenominando Conselho Nacional dos Activistas de Angola, foram vítimas – como muitos outros – da sanha persecutória do regime. P ara além de ficarem sem o respectivo equipamento de trabalho, foram detidos pelas forças de segurança e abandonados numa mata para lá do Cacuaco. Isto depois de umas lições de reeducação patriótica, baseadas sobretudo na lei do cassetete – para aprimorar fisicamente estes delinquentes do Folha 8 – e…

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FC Porto forma atletas, MPLA forma… políticos

FC Porto forma atletas, MPLA forma... políticos - Folha 8

O FC Porto vai colaborar com a Academia de Futebol de Angola (AFA) na formação de atletas e treinadores, segundo acordo homologado hoje em Luanda, na presença do patrono da instituição e Presidente angolano, José Eduardo dos Santos. E sta diamantífera colaboração, verdadeira obra de marfim artístico, deveria aliás merecer alguma reciprocidade, devendo a academia política do MPLA ajudar na formação dos “atletas” políticos de Portugal, nomeadamente dos partidos do chamado argo da governação (PSD, PS e CDS). O entendimento desportivo foi formalizado por José Luís Garrido, director-geral da AFA,…

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Santos & Sócrates, Sócrates & Santos

Angola dá lição a Portugal - Folha 8

No dia 8 de Setembro de 2008, o primeiro-ministro das ocidentais praias lusitanas a norte de Marrocos, José Sócrates, afirmou-se “profundamente satisfeito” com a forma “transparente, livre e democrática” como decorreram as eleições legislativas em Angola, e saudou as autoridades de Luanda pela conclusão deste processo em “paz” e “liberdade”. Por Orlando Castro E , de bajulação em bajulação, lá foi o governo de Portugal combatendo o défice. A ajuda do MPLA (via Sonangol e similares) foi vital para que os portugueses sobrevivessem e José Sócrates vivesse filosoficamente como um…

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Porrada neles em prol da democracia… norte-coreana

Porrada neles em prol da democracia... norte-coreana - Folha 8

Alguns grupos de jovens activistas tentaram hoje, mais uma vez, manifestar-se contra o Governo, em Luanda, mas foram travados pela intervenção da Polícia, neste caso não a Polícia Nacional mas a Polícia do regime. Sim, que com Eduardo dos Santos a Polícia não está ao serviço do Povo. Por Orlando Castro O protesto envolvia dez movimentos contestatários reunidos no autodenominando Conselho Nacional dos Activistas de Angola, que, julgando estarem num Estado de Direito cujas autoridades cumprem a Constituição, além de críticas à política do Executivo, exigiam a demissão do Presidente…

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Sinais (positivos) de um Estado de Direito

Sinais (positivos) de um Estado de Direito - Folha 8

Em 2009 o Ministério Público de Portugal mandou arquivar a queixa-crime movida por José Sócrates, secretário-geral do PS e primeiro-ministro, contra o jornalista e colunista do Diário de Notícias, João Miguel Tavares. Por Orlando Castro A queixa foi arquivada pelo Ministério Público, que considerou que “as expressões utilizadas pelo arguido, dirigidas ao primeiro-ministro, ainda que acintosas e indelicadas, devem ser apreciadas no contexto e conjuntura em que foram publicadas, e inserem-se no exercício do direito de crítica, insusceptíveis de causar ofensa penalmente relevante”. O cronista do Diário de Notícias, recorde-se,…

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Direitos humanos? De pequenino se torce o pepino

Direitos humanos? De pequenino se torce o pepino - Folha 8

Um estudo sobre o ensino dos Direitos Humanos nas escolas católicas de Angola revelou a existência de uma dicotomia em relação ao que crianças e adolescentes aprendem e a realidade nas famílias e sociedade. A pesquisa foi desenvolvida nas províncias de Luanda, Benguela, Huambo e Malanje pelo Mosaiko, um instituto angolano sem fins lucrativos, fundado em 1997 pelos Missionários Dominicanos, pioneiros na promoção dos Direitos Humanos em Angola. A Igreja Católica liderou uma iniciativa para a introdução do ensino da Educação Moral e Religiosa, aquando da visita do Papa João…

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Estado financia Estado a bem do regime

Estado financia Estado a bem do regime - Folha 8

Em Angola, o Governo autorizou um empréstimo de 300 milhões de dólares à Biocom, uma empresa privada detida em 40% por figuras ligadas ao Presidente. J osé Eduardo dos Santos terá emitido uma garantia soberana por considerar o projecto “estratégico”. A emissão da garantia, em termos práticos, significa que se o projecto falhar o Estado assume os 70% da dívida perante os bancos comerciais que cedem o dinheiro. “Tratando-se de iniciativas e empreendimentos privados, não tem de haver esta garantia de 300 milhões de dólares. Creio que esta empresa já…

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