“Game” (no MPLA) está violento e arrasta o país

O Presidente João Manuel Lourenço assumiu a Presidência da República, em Setembro de 2017 e a liderança do MPLA em Setembro de 2018. Um ano de letargia funcional, a separar as duas datas, destaparam a lógica do paradigma partidocrata, instituído de não se poder desempenhar as altas funções no Estado, sem as do partido no poder. Por William Tonet O país ficou parado. Perdeu. Mas João Lourenço movimentando-se, na calada, do submundo ideológico, foi removendo entulhos, derrotando o maior: a bicefalia. Ganhou. A tese de partilha de poder, de independência…

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Versão recauchutada da saga o “escolhido de deus”

Os angolanos (a maioria) assistem, impávidos e serenos ao desnorte do governo, perdão, a Constituição no art.º 120.º exclui esta figura, elegendo a de Titular do Poder Executivo, qual semelhança com as monarquias absolutas, de triste memória. É o dono exclusivo do reino, da verdade, da inteligência, das ideias e das leis ditatoriais e discriminatórias. O representante de deus numa terra partidocrata. Por William Tonet Os “homens da vez” (bajús), consideram estar o actual ciclo executivo no início e, de o longevo consulado de Dos Santos, ter deixado marcas profundas…

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De joelhos perante o dono

O empenho do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, há 38 anos no poder, na resolução dos problemas sociais do povo e o posicionamento de Angola no contexto das nações, foram hoje, terça-feira, enaltecidos, em Luanda. A bajulação continua acelerada e é mesmo patológica segundo parâmetros democráticos. No entanto, quando se fala de uma ditadura, é simplesmente uma questão de sobrevivência. Por Óscar Cabinda O elogio, mais um entre uma enciclopédia de outros, foi feito pelo secretário de Estado para os Recursos Materiais e Infra-estruturas do Ministério da Defesa,…

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Filomeno, pois claro!

A notícia da recondução de José Filomeno dos Santos, filho do Presidente da República, no cargo de presidente do Fundo Soberano mereceu uma forte contestação dos principais partidos de oposição angolana que, ingénua e infantilmente, julgam que Angola é uma democracia e um Estado de Direito. E como não é, nem pretende ser, nem uma coisa nem outra, muito menos as duas, o nosso país continua a poder vangloriar-se de um dos casos em que a abundância de recursos naturais não chega à grande maioria da população. Recordemos um artigo…

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