“Justiça portuguesa instrumentalizada
pela PGR de Angola”

Analistas (João Paulo Batalha, presidente da direcção da Associação Cívica Integridade e Transparência, e Orlando Castro, Director-Adjunto do Folha 8) saúdam arresto de bens da empresária em Portugal, mas há quem fale em “acerto de contas mal feito”. Isabel dos Santos acusa justiça angolana de provocar “danos injustificáveis” às empresas portuguesas. “Arrestar não só os bens pessoais, como o produto de contas bancárias, mas os activos que constituem o império económico e financeiro de Isabel dos Santos em Portugal, como a NOS, o EuroBic ou a Efacec, é fundamental para…

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Isabel é a ponta do iceberg
da corrupção do e no MPLA

O professor de Ciência Política em Oxford, Ricardo Soares de Oliveira, considera que o conflito entre o MPLA de João Lourenço e a empresária Isabel dos Santos é “intensamente político” e ultrapassa o Estado de Direito que, aliás, não existe em Angola. Em entrevista à Lusa, o investigador português disse que é ainda cedo para se considerar que o Presidente de Angola, do MPLA e Titular do Poder Executivo, João Lourenço, está a fazer uma “limpeza estrutural da corrupção” no país. “Por enquanto não se pode afirmar que isto seja…

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Também tu, filho?

A acção principal que o Estado angolano (leia-se MPLA) vai interpor contra Isabel dos Santos para recuperar os activos que reclama só deverá dar entrada no tribunal em Março, devido às férias judiciais, segundo fonte próxima do processo. Até lá continua o tsunami de propaganda da actual direcção do MPLA que, assim, desvia a atenção do país real. O despacho-sentença do Tribunal Provincial de Luanda que (não tenhamos medo das palavras) foi politicamente instruído para decretar o arresto de contas bancárias e participações sociais de Isabel dos Santos, do seu…

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Dos Santos contra João Lourenço em 2022?

Num país civilizado, doutrinalmente blindado, pela soberania dos órgãos de soberania, respeitador das liberdades, transparência dos actos públicos e justiça cidadã, nunca o absurdo toma corpo e se agiganta ao ponto de calcorrear os “carreiros mentais” de uma grande maioria de cidadãos, principalmente, os mais pobres. Por William Tonet E o absurdo é maior quando a cumplicidade abraça o desespero, a fome e o desemprego, ao ponto da referência maior ser, o anterior, o actual preço do arroz e o Vice-Presidente da República. Tudo pelo esvaziar da eficácia da terminologia…

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