A Constituição de Angola de 2010, faz aniversário, neste Fevereiro: 13 anos! Ironia do destino, ela atingiu o pico da banalização e vulgarização, pelo próprio progenitor. A CRA não é, aos olhos do cidadão, um texto confiável, uma bíblia, uma bússola inspiradora e indicadora do caminho da liberdade, justiça e democracia. Ela é o baú da discriminação e da exclusão dos direitos mais sublimes da cidadania. Por William Tonet actual texto constitucional, infelizmente, é um hino à mais abjecta partidocracia jurídica, ao persistir nos tentáculos da discriminação, raiva, ódio e…
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Editorial por William Tonet
ÓDIO E RAIVA CONTRA TODOS, INCLUINDO DO PRÓPRIO MPLA
O Presidente da República de Angola, João Manuel Gonçalves Lourenço mostra, mesmo no segundo e último mandato, atitudes discricionárias, demonstrativas de ódio, raiva e desmedida insensibilidade para com os vinte (20) milhões de pobres. Por William Tonet adopção de medidas subservientes impostas pelo Fundo Monetário Internacional e Banco Mundial, atentatórias dos interesses da soberania do país, são uma verdadeira afronta à inteligência da maioria dos angolanos. O contínuo desrespeito pelos adversários políticos, iniciado em 2017, a perseguição insidiosa a Isabel dos Santos, confiscando os seus bens, em Angola e no…
Leia maisMPLA CONDENA JORNALISTAS APOIANDO PROPAGANDISTAS DO REGIME
A UNITA sugeriu à presidência da Assembleia Nacional a discussão da presente perseguição, por parte das autoridades policiais de jornalistas e da sede do Sindicato dos Jornalistas Angolanos. A presidente Carolina Cerqueira, membro do bureau político do MPLA e demais equipa, não deixando os maus créditos em mãos alheias decidiram, como exímios extremistas de direita, vetar a discussão e condenação de uma norma com consagração constitucional. Por William Tonet rejeição da bancada parlamentar do MPLA veio provar a insensibilidade e insensatez do regime ditatorial, avesso ao jornalismo, prática existente apenas…
Leia maisPOSSE DE LULA, UM EXEMPLO (TAMBÉM) PARA JOÃO LOURENÇO
O Brasil e o mundo assistiram a algo inédito; um homem do povo, humilde, simples, chegar, pela terceira vez, pelo voto do povo, à Presidência do continental Brasil. Ele superou um sistema ideológico e juridicamente adverso, montado para o “assassinar” física e moralmente, através de uma condenação escabrosa, em 2017 e prisão “criminosa” em 2018, para nunca mais almejar a política activa. Contornou e venceu, depois de 580 dias nas fedorentas masmorras de Sérgio Moro, um “juiz Pinóquio”! Por William Tonet República Federativa do Brasil assistiu com euforia, pela terceira…
Leia maisDEZEMBRO CONSUMOU ASSASSINATO DOS SONHOS
Os autóctones, a maioria, orgulhosa dos seus reinos, tribos e etnias, olham, olham, olham e de nada vislumbrar não sabem onde têm os olhos fixados. Ainda assim, forçam o olhar, uma vez mais, não vislumbram o horizonte, nem os sinais de liberdade, democracia, equidade, numa esquina qualquer do hoje, que é futuro dos milhões de pobres, que auguram por três refeições ao dia, num dia em que o regime seja capaz de poetizar doze, patriótica e republicanamente. Por William Tonet mês é Dezembro! Carrega euforia, loucuras, consumismo exacerbado, alegria para…
Leia maisASSASSINOS POLICIAIS E CONSTITUCIONAIS À SOLTA
A Polícia Nacional Partidocrata, em Angola, mata à luz do dia. Todos os dias, na lógica da lei do “império feudal ideológico” do século XXI, em que os cidadãos são coisificados. Mais uma mulher, considerada uma coisa, um lixo, um objecto, um nada, conheceu a ferocidade de uma bala fulminante, disparada por um assassino. Por William Tonet m energúmeno, uniformizado com a farda da Polícia, no dia 09.12.22, na zona do Teixeira, bairro Kassequel. O crime: Exibir coluna vertebral erecta, dignidade, honradez e humildade de vender, honestamente, na rua, para…
Leia maisDIVISÃO OU BADERNA POLÍTICO-ADMINISTRATIVA
Os detentores do poder da República estão a regressar ao tempo das cavernas, comportando-se como siameses dos antigos senhores feudais, ao coisificarem o autóctone angolano. O Titular do Poder Executivo, que preside o Conselho de Ministros, quer, por isso aprovou, uma nova divisão administrativa do país, sem a existência de um estudo rigoroso, quanto às valências em termos de gestão, desenvolvimento sócio económico e humano, das actuais circunscrições territoriais do país. Por William Tonet uando no longínquo ano de 1975, de bandeja, sem eleições democráticas, o MPLA/Agostinho Neto tomou o…
Leia maisA BADERNA VEM DE LONGE, A CUMPLICIDADE MORA PERTO
O Ministério Público (MP) angolano vem, cada vez mais, confirmando ser um comboio a vapor, guiado por um maquinista com habilitação de motociclista, insensível aos trilhos da Justiça. Em qualquer país civilizado o MP assenta num tripé principal: Democracia; Ordem jurídica; Direitos individuais e sociais. Em Angola, para desgraça colectiva, assenta em dois pilares: Dependência ideológica e Direitos colectivos difusos. Por William Tonet mundo político ouviu o Procurador-Geral da República e assiste, estupefacto, ao procedimento intentado pelo Ministério Público; Mandado de Captura Internacional (MCI), qual cão de caça, na perseguição…
Leia maisGOLPE TEM 100 DIAS DE CONSOLIDAÇÃO
“A política, como actividade individual, exerce-se – em princípio – ao serviço da comunidade e de um ideal, desinteressadamente e, como a história demonstrou, com inúmeros riscos pessoais. Mas pode ser, também, uma manifestação de ambição pessoal: ou seja, o fascínio do poder pelo poder, sem escrúpulos éticos. No primeiro sentido, a política é uma das mais nobres actividades do ser humano. Se não for a mais nobre…” (Mário Soares, ex-Presidente da República Portuguesa) Por William Tonet assertiva acima é de um dos maiores combatentes portugueses da luta contra o…
Leia maisMPLA PROMOVE, 47 ANOS DEPOIS, NOVO COLONIALISMO
A esquina 47 é aqui: Fome & Pobreza! A próxima, esquina 47, é ali: Discriminação e injustiças. O ali, qual Morro do Mbinda (Uíge-Norte), pelas três tribos políticas, em disputa (1974-75) para o controlo do Reino do Kongo, com o “vencedor” a esmerar-se, competentemente, no assassínio do bago vermelho (café), 3.º produtor mundial (230.000 ton.) e, mais grave, ainda, foi a desconstrução total da geografia mental do Mbinda do Morro e de todos outros, cuja geografia mental, que sem curvas territoriais geográficas, caboucava nas mentes sonhadas de milhões, canções de…
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