A comissão instaladora do Partido do Renascimento Angolano – Juntos por Angola Servir Angola (PRA-JA Servir Angola) tem já reunidas 4.176 novas assinaturas para suprir inconformidades detectadas pelo Tribunal Constitucional na primeira tentativa de legalização da força política. Para o efeito, a comissão instaladora do projecto político de Abel Chivukuvuku procedeu durante dois dias a uma auditoria pública de verificação das assinaturas, para a qual foram convidados membros da sociedade civil, corpo diplomático e comunicação social. Segundo uma fonte da comissão organizadora, estas 4.176 assinaturas reconhecidas no notário vão juntar-se…
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Por “ordem” do MPLA
o PRA-JA (ainda) respira
O Tribunal Constitucional (TC) deu um prazo de três meses à Comissão Instaladora do PRA-JA Servir Angola, de Abel Chivukuvuku, para apresentar os documentos suplementares para a sua inscrição como partido político. Depois se verá se o… MPLA autoriza ou não. No âmbito do processo de inscrição, a comissão entregou em Novembro àquele Tribunal 23.492 assinaturas, das quais 19.495 foram invalidadas, pelo que não atingiram as 7.500 subscrições exigidas pela Lei dos Partidos Políticos. O despacho do Tribunal Constitucional, datado de 23 de Dezembro passado, surge em resposta a uma…
Leia maisAlvo a abater continua
a ser Abel Chivukuvuku
Abel Chivukuvuku contestou hoje a decisão do Tribunal Constitucional (TC) que validou apenas quatro mil das 23.492 assinaturas recolhidas para legalização do seu projecto político PRA-JA Servir Angola, afirmando que a instância judicial “faz política e não jurisprudência”. O que seria de esperar, afinal, de um órgão que continua a ser uma filial do MPLA? “Infelizmente temos um Tribunal Constitucional que não faz jurisprudência, faz política e, eventualmente, recebe ordens”, afirmou hoje em conferência de imprensa, lamentando a situação. A diplomacia de Abel Chivukuvuku impede-o de medir muito as palavras.…
Leia maisTC (re)volta a atacar
O coordenador da Comissão Instaladora do projecto político denominado PRA-JA Servir Angola acusou de má-fé o Tribunal Constitucional por ter considerado irregulares os processos para legalização do partido. O MPLA não perdoa as supostas aproximações de algumas figuras próximas de José Eduardo dos Santos a Abel Chivukuvuku. Em resposta a um despacho do Tribunal Constitucional, emitido na sexta-feira passada, que solicita o provimento de supostas irregularidades no processo de inscrição do Partido do Renascimento Angolano – Juntos Por Angola – Servir Angola (PRA-JA Servir Angola), Abel Chivukuvuku exprimiu a sua…
Leia maisA bem da nação (do MPLA)
O Presidente da República, João Lourenço, aceitou hoje o pedido de demissão do magistrado Rui Ferreira dos cargos de juiz presidente do Tribunal Supremo e de presidente do Conselho Superior da Magistratura Judicial. Tudo, obviamente, a bem da nação do MPLA. Angola é outro paradigma. Em comunicado à imprensa, a Casa Civil do Presidente da República confirma a recepção do pedido de renúncia apresentado por Rui Ferreira do cargo que vinha exercendo até à presente data, e aceitou “no interesse da salvaguarda do bom nome da Justiça angolana”. Nos próximos…
Leia maisPRA-JA o MPLA deixa!
O Tribunal Constitucional deferiu “o pedido de credenciamento da comissão instaladora para a inscrição do partido político de Abel Chivukuvuku”, denominado “PRA-JA Servir Angola”. Sem querermos transformar esta questão num saralho do carilho, UNIT(EL) e UNIT(A) são confundíveis? O despacho do Tribunal Constitucional refere que na sequência da primeira sigla do novo partido, PRA-JA, ter sido rejeitada por se confundir com a sigla de um partido inexistente, PRJA, a comissão instaladora requereu a inscrição da nova denominação PRA-JA Servir Angola. O Tribunal determinou um prazo de 15 dias para a…
Leia mais(A)MPLA masturbação colectiva dos sipaios
A Comissão Instaladora do novo projecto político de Abel Chivukuvuku, denominada PRA-JA, alterou essa denominação para “PRA-JA Servir Angola”, atendendo ao despacho do Tribunal Constitucional que impunha alteração da sigla para evitar confusão com outra que não existe mas que a sucursal do MPLA ressuscitou só para este efeito. O despacho do presidente do Tribunal Constitucional do MPLA (se fosse mesmo de Angola seria diferente, muito diferente), que determinava a alteração da sigla PRA-JA devido à “violação do princípio da não confundibilidade da sigla existente PRJA” (Partido Republicano da Juventude…
Leia maisAlzheimer, nódoas e
anedotas do regime
Como se já não bastasse termos governantes, políticos e generais a querer entrar para o anedotário mundial, eis que agora e mais uma vez o presidente do Tribunal Constitucional de Angola, Manuel Aragão, também apresentou a sua candidatura, ao inviabilizar a sigla PRA-JA, do projecto Partido do Renascimento Angolano – Juntos por Angola, por esta ser similar à sigla PRJA da Comissão Instaladora cancelada de um Partido Republicano da Juventude de Angola que – repare-se – nunca existiu. Por Orlando Castro E se este caso relativo ao partido liderado por…
Leia maisPara o juiz Aragão, gira fã
e girafa são confundíveis!
O Tribunal Constitucional de Angola, na pessoa do seu juiz presidente, Manuel da Costa Aragão, determinou a alteração da sigla PRA-JA do projecto Partido do Renascimento Angolano – Juntos por Angola, criado pelo político Abel Chivukuvuku, no prazo de 15 dias, supostamente por este ser similar à sigla PRJA da Comissão Instaladora cancelada de um Partido Republicano da Juventude de Angola que nunca existiu. Por Pedrowski Teca Em despacho exarado no dia 20.08.2019, supostamente para efeitos de cumprimento do disposto no Artigo 19.º da Lei n.º 22/10 de 3 de…
Leia maisComo é que se aprofunda
o que afinal não existe?
O Presidente angolano (não nominalmente eleito), João Lourenço, defendeu em Luanda a cooperação entre os Tribunais Constitucionais africanos para o aprofundamento e consolidação do Estado de Direito de África. Só falta explicar, no caso de Angola, como é que se aprofunda algo que, afinal, não existe. João Lourenço discursava na abertura do V Congresso da Conferência das Jurisdições Constitucionais de África, que decorre até quinta-feira, em Luanda, sob o lema “Os Tribunais/Conselhos Constitucionais como Garantes da Constituição e dos Direitos e Liberdades Fundamentais”. O chefe de Estado frisou que, actualmente,…
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