A FLEC/FAC anunciou que vai retomar de forma “intensiva a luta armada em Cabinda” e alertou que o enclave angolano é “um território em estado de guerra e que os estrangeiros devem tomar as medidas de segurança adequadas”. Pelo número de militares que Angola mantém em Cabinda e que nos último meses foi reforçado, tudo indica que – embora dizendo o contrário – o Governo está a levar a sério estas ameaças. [dropcap]N[/dropcap]um comunicado a que chama “de guerra”, a Frente de Libertação do Estado de Cabinda – Forças Armadas…
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“Libertem os activistas de Cabinda”, exige a FLEC/FAC
A Frente de Libertação do Estado de Cabinda, FLEC, exigiu hoje a “libertação imediata dos 77 patriotas” detidos desde o início do mês em Cabinda e o fim das “detenções arbitrárias e da repressão”, com a polícia angolana a remeter-se ao silêncio. [dropcap]A[/dropcap] 7 deste mês, outro grupo, o Movimento Independentista de Cabinda (MIC), indicou que a polícia angolana detém, desde 28 de Janeiro, 74 activistas, entre eles o presidente Maurício Bufita Baza Gimbi e o vice-presidente António Marcos Soqui, número que a FLEC/FAC indica hoje ser de 77. Na…
Leia maisFLEC pede ajuda a Macron
A propósito da visita que o Presidente francês fará no final deste ano a Angola, a FLEC – Frente de Libertação do Estado de Cabinda dirigiu hoje a Emmanuel Macron uma carta em que fala da “situação política extremamente crítica que actualmente reina no território de Cabinda”. [dropcap]E[/dropcap]is o conteúdo dessa carta: «Desde 28 de Janeiro, as autoridades angolanas decretaram uma caça ao homem contra os jovens cabindenses que só queriam manifestar-se pacificamente no dia 1 de Fevereiro de 2019, data do aniversário do Tratado de Simulambuco, tratado que havia…
Leia maisPortugal esfaqueou (pelas costas) o povo de Cabinda!
“A 1 de Fevereiro o povo de Cabinda comemora duas traições. A primeira foi quando os portugueses decidiram ignorar as aspirações do nosso povo oferecendo Cabinda a Angola em 1975. A segunda é a de os portugueses persistirem ainda hoje no silêncio ignorando os compromissos que assumiram com o povo de Cabinda quando assinaram o Tratado de Simulambuco”, diz a FLEC/FAC em comunicado enviado ao Folha 8. Por Orlando Castro [dropcap] “O[/dropcap] Tratado de Simulambuco é e será o manifesto secular da identidade do povo de Cabinda e a afirmação…
Leia maisDar lições à RD Congo com Cabinda a estragar a orgia
A infelicidade de dar lições e pedir aos outros para fazer aquilo que não fazemos em nossa casa: Que o Presidente da República Democrática do Congo, Felix Tchissekedi, promova a construção de uma base sobre a qual assentará uma sociedade baseada na cultura do respeito pelos direitos humanos e garanta uma paz estável para a RD Congo e para a sub-região Por Osvaldo Franque Buela (*) [dropcap]F[/dropcap] oi assim que João Lourenço escreveu numa nota, que de alguma forma e diplomacia obriga, para felicitar o novo presidente eleito da RD…
Leia maisFLEC/FAC “desmonta” afirmações das FAA
O Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas Angolanas (FAA) desmentiu informações sobre confrontos entre o movimento independentista de Cabinda e as tropas angolanas, que terão causado 12 mortos, garantindo que a situação política militar na região “é óptima”. A reacção da FLEC não se fez esperar. [dropcap] “S[/dropcap] ão falsas as informações desse eventual ataque de elementos da guerrilha separatista FLEC a tropas das FAA na comuna de Massabi”, disse Egídio de Sousa Santos. Na resposta, Osvaldo Franque Buela, Chefe do Gabinete da presidência da FLEC, diz que “com certeza…
Leia maisPara Portugal, Cabinda é apenas o que o MPLA quiser
O movimento independentista de Cabinda convidou hoje o primeiro-ministro português, que chega na segunda-feira a Luanda, a visitar o território encravado na RDCongo, indica hoje um comunicado da FLEC/FAC. Como António Costa só faz o que João Lourenço quer, a eventual visita ficará sem efeitos durante o tempo em que o MPLA for governo. Por Orlando Castro (*) [dropcap]N[/dropcap]o documento, a Direcção Político-Militar da Frente de Libertação do Estado de Cabinda – Forças Armadas de Cabinda (FLEC/FAC) adianta que o convite se destina a que António Costa possa “inteirar-se pessoalmente…
Leia maisFLEC? “Isso” (ainda) existe?
O pastor Anny Kitembo (foto), vice-presidente da Frente de Libertação do Estado de Cabinda/Forças Armadas de Cabinda (FLEC-FAC) foi exonerado por exigência do estado-maior, por “desrespeitar a hierarquia” de comando e de utilizar “abusivamente” do cargo que ocupava, anunciou a organização. A história repete-se e o fim da resistência ao domínio de Angola está próximo. Por Orlando Castro [dropcap] “O[/dropcap] chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, mente sobre o que se passa em Cabinda”. Quem terá dito estas aleivosias? Foi em Maio de 2004. Um alto dirigente da…
Leia maisDe Cabinda a Estrasburgo
Os independentistas da FLEC/FAC apelaram hoje à intervenção do Parlamento Europeu para travar a “escalada de repressão” e “ocupação” angolana em Cabinda, horas antes de João Lourenço se tornar no primeiro Presidente de Angola a discursar em Estrasburgo. [dropcap]E[/dropcap]m comunicado, assinado pelo porta-voz da organização independentista, Jean-Claude Nzita, afirma que “os Direitos do Homem, o Direito Internacional, a Democracia, são sistematicamente violadas no território de Cabinda”. “O Parlamento Europeu deve intervir urgentemente e de forma firme junto do Governo de João Lourenço, para que ele ponha termo à escalada de…
Leia maisGoverno reconhece
conflito em Cabinda
O conflito latente no enclave de Cabinda, por parte dos independentistas da FLEC-FAC, é um dos riscos à segurança em Angola admitido pelo Governo angolano numa informação prestada aos investidores. Coisa rara. Até agora, contra todos os factos, o MPLA/Estado sempre disse que em Cabinda não havia nenhum problema. [dropcap]A[/dropcap] informação consta do prospecto da emissão de “eurobonds”’ de 3.000 milhões de dólares (2.500 milhões de euros), a 10 e 30 anos e com juros acima dos 8,2% ao ano – concretizada pelo Estado angolano este mês -, que foi…
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