Celebrando 57 anos da sua criação, a FLEC-FAC reitera o seu compromisso na luta pela dignidade do povo de Cabinda e no direito à autodeterminação, como via para a independência, diz um comunicado da organização assinado por Jacinto António Telica, “secretário-geral da FLEC-FAC”. Alexandre Tati Builo, “presidente da FLEC-FAC e chefe supremo das FAC”, assina um outro comunicado. Eis, na íntegra, o comunicado do “presidente da FLEC-FAC. [dropcap] «N[/dropcap] esta data que assinala o 57° aniversário da fundação da FLEC (Frente de Libertação do Enclave de Cabinda) criada em Congresso…
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FLEC diz ter morto oito militares das FAA em Cabinda
As Forças Armadas Cabindesas (FAC) anunciaram hoje em comunicado a morte de 10 soldados, oito angolanos e dois das FAC, durante um ataque a uma unidade das Forças Armadas Angolanas (FAA). [dropcap]N[/dropcap]um “comunicado de guerra”, assinado pelo Chefe Operacional da FLEC-FAC (Frente de Libertação do Estado de Cabinda-Forças Armadas Cabindesas), Futi Bonifácio Edinho, os independentistas falam de “intensos combates” entre as FAC e o exército angolano na região de Massabi. No ataque à unidade das FAA, “que se preparava para surpreender uma posição das FAC”, ocorrido na aldeia de Chissanga,…
Leia maisGeneral não poderá ir a Cabinda. O pneu furou…
A (ou uma das) Frente de Libertação do Estado de Cabinda-Forças Armadas de Cabinda (FLEC-FAC) saudou hoje o que disse ser o reconhecimento da “existência de guerra” por parte do ministro de Estado, general Pedro Sebastião, que convidou a visitar “as bases militares”. [dropcap]O[/dropcap] movimento independentista reagia às declarações do ministro de Estado e Chefe da Casa de Segurança do Presidente da República, João Lourenço, que, na quarta-feira, rejeitou situações de instabilidade no território, dizendo que vive uma “paz efectiva”, apesar de “grupos que possam fazer uma ou outra acção”…
Leia maisCabinda bom é cabinda morto
O antigo chefe da diplomacia do MPLA, Georges Chikoti, afirma-se seguro de que o Governo de Angola sabe como lidar com as tensões em Cabinda, rejeitando que estas possam prejudicar a imagem do país como promotor de paz na região. É verdade. Sabe mesmo. E para isso usará a estratégia que tem praticado, com sucesso, nos últimos 45 anos: A razão da força acima da força da razão. [dropcap]E[/dropcap]m declarações à Lusa, em Bruxelas, o actual secretário-geral da Organização dos Estados de África, Caraíbas e Pacífico sublinha que “não há…
Leia maisPara (tentar) derrotar a FLEC, Angola ataca os dois Congos
Angola continua a ignorar o apelo de cessar-fogo da Organização das Nações Unidas (ONU); há registo de confrontos entre a FLEC-FAC e as Forças Armadas Angolanas (FAA) e que estas já retomaram as habituais incursões armadas nos territórios da República do Congo Brazzaville (RCB) e República Democrática do Congo (RDC) no encalço dos guerrilheiros de Cabinda. A situação preocupa os países da região, em especial a RDC. Por José Marcos Mavungo (*) [dropcap]D[/dropcap]esde o anúncio da lista de 16 organizações armadas de pendor libertário/nacionalista de várias partes do mundo, apresentadas…
Leia maisONU reconhece o conflito em Cabinda
Depois de mais de quatro décadas de luta, é reconhecida formalmente a existência da FLEC como grupo armado ou rebelde em Cabinda. Entretanto, Angola intensifica a pressão sobre a resistência armada. O reconhecimento do conflito está a animar debates sobre a dinâmica coerente para uma resolução pacífica do diferendo entre Cabinda e Luanda. Por José Marcos Mavungo (*) [dropcap]O[/dropcap] reconhecimento foi tornado público, no dia 1 de Maio último, pelo Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres. De acordo com ABC News, 16 grupos armados responderam positivamente ao apelo do chefe…
Leia maisEm Cabinda falam as armas
A Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC) reivindicou a morte de três militares das Forças Armadas Angolanas (FAA), em confrontos naquele enclave, que provocaram ainda a morte de um dos seus militares e de dois civis. [dropcap]E[/dropcap]m “comunicado de guerra”, tornado público hoje, a FLEC descreve que os confrontos aconteceram na manhã desta quinta-feira, 4 de Junho, na aldeia de Tando-Limbo, no eixo rodoviário entre Inhuca e Massabi. De acordo com a mesma informação, os confrontos decorreram na sequência de uma posição das Forças Armadas Cabindesas (FAC) ter…
Leia maisDitadura mantém presos políticos em Cabinda
O que é Cabinda? A pergunta é andarilha. A resposta (esperada há décadas) teima em não ser blindada, por casmurrice de quem detém o poder executivo, em Luanda. Enclave? Protectorado? Colónia? Província? A todas o MPLA, por manifesta falta de razoabilidade político-mental, traçou, desde o início, uma linha divisória de colónia. [dropcap]A[/dropcap] realidade comportamental não mente, para tristeza colectiva, porquanto é a única circunscrição territorial, onde não é permitida, sequer, a existência de associações, mesmo ligadas aos direitos humanos. Rememoremos o triste fim da Mpalabanda, que por orientação política e…
Leia maisPortugal e MPLA assobiam para o lado. Mas em Cabinda a luta continua
A direcção político-militar da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC) exige a libertação imediata de todos os presos políticos, considerando que o seu “único crime foi quererem ser livres e reclamarem o direito à liberdade de expressão”. Presos políticos em Angola não existem, garante o Governo de João Lourenço. Mas como existem em Cabinda, o Presidente do MPLA estará a reconhecer que Cabinda não é Angola? Por Orlando Castro (*) [dropcap] “N[/dropcap] esta data em que celebramos também o Dia da Identidade Cabinda, a direcção político-militar da FLEC…
Leia maisMilitares do MPLA lançam terror em Cabinda e na RDC
O Campo de Refugiados de Cabinda, no Lundo Matende, em Lucula, no Baixo-Congo, na República Democrática do Congo (RDC) foi mais uma vez invadido por homens armados, esta quarta-feira, 4 de Setembro, à procura de refugiados ligados à resistência Cabindesa, revelou uma fonte dos refugiados de Cabinda. Por José Marcos Mavungo (*) [dropcap]S[/dropcap]egundo a fonte, «estávamos a trabalhar no campo, quando apareceram homens em uniforme que nos pediram informações sobre o paradeiro de Augusto de Oliveira Paca, mais conhecido por “Dolalá”, um refugiado de Cabinda exilados desde os anos 70,…
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