Estado deve ao Estado,
Povo paga e não refila

A transportadora aérea TAAG, que é do Estado angolano, deve ao Estado… angolano 1,2 mil milhões de dólares (1,081 milhões de euros), de aquisição de combustível, equivalente a 80% da dívida da companhia, correspondendo o restante a dívidas a fornecedores, anunciou hoje a administração. Será caso para dizer que ladrão que rouba ladrão tem 100 anos de perdão? Segundo o presidente da Comissão Executiva da operadora aérea estatal, Rui Carreira, a dívida para com o Estado, sobretudo com a petrolífera Sonangol, resultou dos “elevados preços” dos combustíveis para a aviação…

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Se não tivesse prejuízos, a
TAAG poderia ter… lucros

A transportadora aérea angolana TAAG, totalmente pública, necessita de uma capitalização estatal de 952 milhões de dólares (805 milhões de euros) para fazer face às perdas acumuladas nos últimos anos, anunciou a administração da empresa. Nada de novo, portanto. Por cá, administrar empresas públicas é sinónimo de… prejuízos. A informação foi prestada, em Luanda, pelo presidente do Conselho de Administração da TAAG, José Kuvíndua, ao apresentar o plano estratégico da companhia de bandeira para o período 2018/2022 durante um seminário promovido pelo Ministério dos Transportes. A preocupação da administração da…

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Se não fossem os prejuízos
a TAAG teria tido… lucros!!

A transportadora aérea angolana, TAAG, anunciou hoje que registou prejuízos de 12 milhões de dólares (10,1 milhões de euros) no primeiro semestre, mais do dobro do saldo negativo do ano passado, o que atribui a dívidas de 2010. Mas, é claro, está tudo sob controlo do regime. Em comunicado, a companhia estatal refere que os resultados financeiros não auditados dos primeiros seis meses deste ano registam, ainda assim, “algumas melhorias”, apesar do prejuízo do semestre comparar com os cinco milhões de dólares (4,2 milhões de euros) de todo o ano…

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TAAG diz que a Emirates já passou à história

O presidente da comissão de gestão da TAAG, Joaquim Teixeira da Cunha, garantiu hoje que a transportadora aérea angolana ultrapassou a “inesperada retirada” da Emirates da administração da companhia estatal sem alterações profundas nos quadros. Então – se eles até não fazem falta – o acordo com os árabes serviu, ou servia, para quê? A posição consta de uma nota da TAAG sobre o processo que se seguiu à decisão da Emirates, que a 10 de Julho anunciou, de forma unilateral, o fim do acordo com o Governo angolano para…

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Crise da Emirates aterrou na TAAG

A Economist Intelligence Unit (EIU) considera que as dificuldades financeiras da companhia aérea Emirates foram uma das razões para a redução do número de voos para Luanda, para além dos obstáculos ao repatriamento dos lucros. “D epois de anos de expansão relativamente rápida, a Emirates está a ter de se adaptar a condições de mercado mais difíceis, reflectindo factores como a redução do poder de compra regional, por causa dos preços baixos do petróleo, e as restrições nos voos para os Estados Unidos da América”, escrevem os analistas da revista…

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Culpados? Emirates, como
não poderia deixar de ser

O Governo angolano criticou hoje a “forma brusca” como a Emirates terminou a parceria de gestão da TAAG, justificando não nomear já um novo conselho de administração para a transportadora aérea de bandeira devido à proximidade das eleições gerais. A posição foi assumida, em comunicado distribuído à imprensa, pelo Ministério dos Transportes de Angola, recordando que esta parceria, envolvendo um contrato de gestão da TAAG pela Emirates em vigor desde 2015, visava dotar a companhia angolana de uma “gestão profissional de nível internacional, libertando-a de problemas de eficácia e eficiência…

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Presidente demite administração da TAAG

O Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, afastou, por decreto, a Administração da transportadora aérea estatal TAAG, liderado por Peter Hill, na sequência da decisão dos árabes da Emirates, que se retiraram da gestão daquela companhia. A informação consta de um comunicado hoje divulgado, em Luanda, pela Casa Civil do Presidente da República, dando conta que o decreto exarado pelo chefe de Estado dá como “findo o mandato do Conselho de Administração da TAAG”, que havia sido nomeado em 15 de Setembro de 2015, “na sequência da rescisão unilateral” pela…

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Emirates abandona a TAAG
e corta voos para Luanda

A transportadora aérea Emirates anunciou hoje o “fim imediato” do contrato de concessão para gestão da companhia de bandeira angolana TAAG face “às dificuldades prolongadas que tem enfrentado no repatriamento das receitas” das vendas em Angola. Numa declaração à Imprensa, em Luanda, a transportadora refere igualmente que está a “tomar medidas no sentido de reduzir a sua presença em Angola” e que a partir de hoje reduz de cinco para três o número de frequências semanais para Luanda. Angola vive desde 2014 uma crise financeira e económica decorrente da quebra…

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Racismo na TAAG

Peter Hill, presidente da TAAG, tem dito que reduziu em 70 milhões de dólares as despesas da companhia. É uma, mais uma, mentira. O que ele fez foi tirar aos angolanos para dar aos estrangeiros. Neste momento a direcção da TAAG está toda povoada de estrangeiros, que ganham em divisas, daí a acusação de que Peter Hill não gosta de pretos. Esse sentimento crescente aliado à não promoção de muitos pilotos angolanos bem como o abandono de outros, está nesta base de uma contestação que tende a ter cada vez…

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TAAG em… terra

O presidente da TAAG, Peter Hill, garante que a companhia aérea já cortou 70 milhões de dólares em custos no primeiro ano de gestão pela Emirates, acrescentando que, devido à crise, a aposta da administração está a ser na redução de custos. Será por isso que há tantos aviões, sobretudo os mais antigos, em terra? De facto, após a recepção dos novos aparelhos, a frota de longo curso B777, mais antiga, tem estado completamente parada ou com poucas frequências chegando a voar numa semana apenas 6 horas em ligações à…

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