O director do jornal angolano Folha 8 lamentou ontem não ter sido ouvido pela Entidade Reguladora da Comunicação Social Angolana (ERCA) num protesto em que foi visado pela Fundação Agostinho Neto, acusando o órgão de ser ditatorial e violar a lei. Por LUSA [dropcap]O[/dropcap] Folha 8 foi alvo de uma queixa da Fundação Agostinho Neto junto da ERCA por alegadamente instigar “o ódio incendiário” e ofender o primeiro presidente de Angola, António Agostinho Neto, tendo o regulador considerado que as práticas editoriais do jornal dirigido por William Tonet atentam contra…
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Assassinem-me, covardes!
Eu sou uma gota, no oceano, não uma pedra no vosso sapato. Eu amo Angola, bato-me com todas as forças, para a implantação de um projecto de sociedade, onde todos os angolanos e não só os angolanos do MPLA se revejam. Outros amam, apenas o poder e o dinheiro de Angola para fins inconfessos. Se dizer a verdade é um crime, então, assassinem-me, em 2020, uma vez estarem arrependidos, de não o terem feito em 1977! Por William Tonet [dropcap]Q[/dropcap]ual é a razão do Bureau Político do MPLA, partido que…
Leia maisAs garras do Stalin da ERCA
A ERCA mostrou as suas garras. Adelino Marques de Almeida é um homem rancoroso, vingativo, discriminador, intolerante, sem estrutura mental democrata. Comporta-se como um verdadeiro Stalin. Espanta, pois, que seja uma espécie de tão duvidosa qualidade a “mandar” numa instituição onde se exige um pergaminho de lisura e justiça. [dropcap]O[/dropcap] Folha 8, definitivamente, corta todas as relações institucionais com o actual presidente da ERCA e não acredita que, com um carrasco desta estirpe, alguma vez, possa ter tratamento justo e imparcial. Mesmo inocentes, sempre seremos previamente condenados, pela desonestidade, desrespeito…
Leia maisResposta… respondida
Adelino de Almeida, o presidente da Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERCA), organismo que mais não é que uma cópia foleira e pirata da censura da PIDE, nem mesmo descalçando-se consegue contar até 12. Sempre que usa, a mando do Bureau Político do seu partido (o MPLA), o que nele mais se assemelha a um cérebro, ninguém aguenta o cheiro. É o resultado de ter o “cérebro” no intestino grosso. Por Orlando Castro [dropcap]V[/dropcap]ejamos a erudição linguística (uma das muitas de Adelino de Almeida) do ofício que assinou e endereçou…
Leia maisA fabricar pobres desde 1975
Ao mesmo tempo em que procura silenciar as vozes dissonantes, o Governo angolano aprovou o Regime Jurídico de Autofacturação, que pretende “reduzir os níveis e segmentos de informalidade”, que representa cerca de 40 por cento da economia do país. É uma tentativa, mais uma, de apesar da crise aumentar o número de pobres. Pelos vistos os actuais 20 milhões não chegam para a saciar o MPLA. [dropcap]S[/dropcap]egundo o comunicado do Conselho de Ministros, que se reuniu sob coordenação do Presidente João Lourenço, foi aprovado o Regime Jurídico da Autofacturação, que…
Leia maisConstituição proíbe João Lourenço de ser presidente do MPLA
A Constituição nos países sérios é um documento solene, cuja estrutura normativa estabelece os órgãos, a independência e as regras pelas quais todos devem obediência, respeito e cumprimento obrigatório. O poder legislativo é o seu guardião e o Chefe de Estado o principal garante da sua aplicabilidade e cumprimento. Por William Tonet [dropcap]I[/dropcap]nfelizmente, Angola, não é um Estado sério, de direito e democrático, pois, faz parte dos Estados onde a partidocracia é uma instituição de engenharias ideológicas fraudulentas de manutenção de poder e que, para atingir esse fim, não olha…
Leia maisDos 15+2 aos 45+55
Os activistas (tão angolanos, pelo menos, como João Lourenço) Hitler Tschikonde e Nuno Dala, que integraram o grupo conhecido como 15+2, recordaram o dia em que foram detidos, há cinco anos, afirmando que as razões da luta se mantêm porque Angola continua “refém do MPLA”. [dropcap] “T[/dropcap] ranscorridos 5 anos, temos de questionar: o que mudou em Angola? Ou seja, as razões que nortearam os 15+2 continuam actuais ou foram dissolvidas?”, questionam os dois cientistas sociais numa carta aberta a todos quantos, em Angola e no mundo, não têm o…
Leia maisVerdade ou mentira, tudo incrimina
O actual Presidente da República, João Lourenço, pese declarações bombásticas e de charme de combate à corrupção e às práticas do antecessor, acusando-o de marimbondo-mor, não consegue, até agora, mostrar ao país ser melhor. O quotidiano de dificuldades sociais, económicas, financeiras e políticas, que imobilizam o país, aumenta a frustração da maioria dos cidadãos, agravada com o desnorte e divisão interna no MPLA, causada pelo novo estilo de populismo, na lógica de dividir para melhor reinar… [dropcap]O[/dropcap] MPLA vai mal. Para a maioria, João Lourenço está, involuntariamente, a prestar um…
Leia maisTomás é preso político, Chivukuvuku partidário
A Justiça em Angola vai mal, muito mal e com clara tendência para piorar (se tal ainda é possível), e os cidadãos que não sejam do MPLA, como Abel Chivukuvuku (impedido de formar um partido), ou sendo deste partido, não caiam no goto do (querido) líder (supremo), como Augusto Tomás (acusado sem provas), não podem esperar muito dos tribunais, Supremo e Constitucional, convertidos, em pleno século XXI, em autênticas arenas, que orgulhosamente, “represtinam” as leis dos tristemente célebres períodos do império Romano e da inquisição. Por William Tonet [dropcap]N[/dropcap]o dia…
Leia maisO vencedor será
sempre o mesmo!
Mesmo antes da votação de 31 de Agosto de 2012 já Eduardo dos Santos definira a amplitude da vitória do MPLA. O resto era só para compor o ramalhete. É sempre assim neste regime de vários partidos formais mas de um único partido de facto. O MPLA capturou o Estado, amarrou curto a UNITA, e não vai abdicar de ser dono e senhor de tudo isto. Por Orlando Castro [dropcap]E[/dropcap]m Maio de 2012 o secretário do Bureau Político do MPLA para a Informação, Rui Falcão Pinto de Andrade, disse ao…
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