O antigo primeiro-ministro angolano, Marcolino Moco, considerou um paradoxo a luta pela independência para pôr fim aos “horrores da PIDE” e à má distribuição da riqueza, quando hoje faz-se “pior”, sem se abordar a situação. uma análise sobre os 50 anos de (in)dependência que Angola completa na próxima terça-feira, Marcolino Moco destacou que decorrem um conjunto “de festividades com euforia”, perdendo-se “uma grande oportunidade” de fazer disso uma jornada de reflexão “por tantos problemas” que os angolanos têm vivido desde a independência até hoje. “Para dizer que é um paradoxo,…
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A PIDE FEZ ESCOLA NO MPLA
O Movimento dos Estudantes Angolanos (MEA) anunciou hoje a detenção de alguns dos seus membros no Huambo e repudiou o que disse ser um “comportamento pidesco, rústico e canino” da polícia. Aliás, a PIDE diz muito a muitos do MPLA… um comunicado, o MEA diz ter tomado conhecimento do comportamento “criminoso” contra jovens que tentavam exercer, sábado, os seus direitos de reunião e manifestação na província do Huambo, acusando a polícia (do MPLA) de actos “vis e terroristas”. Em causa está a detenção do secretário provincial do MEA, José Sprajeu,…
Leia maisA Angola sonhada virou pesadelo
Parece que os jovens angolanos que há dias se concentraram no exterior da Embaixada de Angola em Lisboa, finalmente constataram o óbvio. Ou talvez não! Esta Angola foi e é a Angola sonhada pelo primeiro Presidente do País, António Agostinho Neto, mesmo que os habituais defensores do herói nacional jurem a pé juntos que não. Por Carlos Pinho (*) Basta olhar para o que foi o percurso do António Agostinho Neto, as suas jogadas de bastidores, as perseguições aos seus adversários políticos e oponentes que acabaram com a morte de…
Leia maisResposta… respondida
Adelino de Almeida, o presidente da Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERCA), organismo que mais não é que uma cópia foleira e pirata da censura da PIDE, nem mesmo descalçando-se consegue contar até 12. Sempre que usa, a mando do Bureau Político do seu partido (o MPLA), o que nele mais se assemelha a um cérebro, ninguém aguenta o cheiro. É o resultado de ter o “cérebro” no intestino grosso. Por Orlando Castro Vejamos a erudição linguística (uma das muitas de Adelino de Almeida) do ofício que assinou e endereçou…
Leia maisO hino, o MPLA e a PIDE
A proposta de letra para o Hino Nacional, elaborada por Eduardo do Nascimento, em 1975, foi rejeitada, por unanimidade, pelo Bureau Político do MPLA, porque o autor foi considerado um “colaborador da PIDE”, afirma o antigo primeiro-ministro Lopo do Nascimento. E então, por exemplo, Manuel Pedro Pacavira? Lopo do Nascimento reagia a uma notícia publicada no Jornal de Angola, no dia 25 de Novembro, na qual João Gonçalves destacava a figura de Eduardo Nascimento como um “patriota” que “fez o primeiro esboço para o Hino Nacional”, que só não veio…
Leia maisNacionalista do MPLA e da PIDE
O membro do Comité Central do MPLA e deputado à Assembleia Nacional, Manuel Pedro Pacavira, faleceu hoje por doença, em Lisboa, aos 77 anos. Lamentando a sua morte e endereçando as nossas sinceras condolências à família, contrabalançamos as louvaminhas do regime com outros dados históricos. A Verdade exige-o. Por Orlando Castro Recordemos, tratando-se de uma relevante figura do MPLA e do regime, alguns apontamentos da sua biografia. Licenciado em Ciências Sociais pela Universidade de Havana, foi Ministro da Agricultura e dos Transportes. Foi, ainda, Representante de Angola na ONU, Governador…
Leia maisO estertor do MPLA
O bureau político do MPLA (partido que “só” está no poder em Angola desde 1975) criticou hoje duramente o lançamento em Portugal de um livro sobre aquele partido e o primeiro Presidente angolano, Agostinho Neto, queixando-se de uma nova “campanha de desinformação”. Depois de estrebuchar chegou a fase do estertor. Por Orlando Castro Em causa está o livro “Agostinho Neto – O Perfil de um Ditador – A História do MPLA em Carne Viva”, do historiador luso-angolano Carlos Pacheco, lançado publicamente em Lisboa a 5 de Julho, visado no comunicado…
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