Os nossos políticos demonstram mais respeito por um aperto de mão europeu do que pela vida de um angolano. Enquanto o povo é tratado como inimigo, eles bajulam e imploram aceitação daqueles mesmos países que, com discursos hipócritas, fingem criticar. Essa submissão não é casual, mas reflecte uma mentalidade distorcida que privilegia interesses pessoais acima de tudo. Por Malundo Kudiqueba Assim, é importante deixar claro: os europeus não estão a forçar os políticos angolanos a maltratar o seu próprio povo. Joe Biden, Marcelo Rebelo de Sousa, Emmanuel Macron e outros…
Leia maisCategoria: Opinião
POLÍTICOS, ADMITAM QUE FALHARAM!
Deixem o orgulho e a vaidade de lado. Reconheçam o que já está evidente para todos: Angola, sob a vossa liderança, nunca irá melhorar. A vossa incompetência, falta de honestidade e ausência de integridade não vos permitem, nem permitirão, conduzir este país ao progresso. É tempo de admitirem que falharam. Por Malundo Kudiqueba s angolanos viviam melhor no tempo colonial. Não porque o colonialismo fosse justo, mas porque havia mais organização, mais ordem e, paradoxalmente, mais respeito pela dignidade básica do ser humano. Hoje, sob o vosso governo, o povo…
Leia maisDIA DA CULTURA: A ARTE DE CELEBRAR O QUE SE IGNORA
Angola celebra amanhã, 8 de Janeiro, o Dia da Cultura. Sim, um dado em que se glorifica a arte e a criatividade nacional, entre discursos pomposos e cerimónias que não raros mais servem para fotos do que para soluções. Entretanto, os desafios continuam tão familiares quanto às promessas não cumpridas. É quase poético, não? Por Mwata Santos alta de incentivo, uma aposta na formação que mais parece uma peça improvisada num quintal do musseque, dificuldades crónicas no acesso às salas de teatro e uma ironia trágica: as poucas que existem…
Leia maisQUANDO A ERA DIGITAL DEPENDE DE UM… MINISTRO
28 anos depois do acesso à internet em Angola, a era digital continua ser um negócio de subsistência! Desde os primórdios da transformação do mundo, vivemos várias eras! Entre elas a era das cavernas, electricidade, aviação, “fast food”, moda, automobilismo…, actualmente vivemos a era digital. Afinal, o que é uma era? Por Tomás Alberto ma era é uma época notável em que se estabelece uma nova ordem de coisas. Em que o uso da mesma no contexto, é indispensável. Esta mesma era, proporciona desenvolvimento económico, financeiro e social sustentável para…
Leia maisCADA MINUTO DESPERDIÇADO É UMA NOVA SENTENÇA CONTRA O FUTURO
Hoje, 4 de Janeiro de 2025, em pleno século XXI, temos o dever o poder e a obrigação moral de superar as limitações dos nossos antepassados. A História deve ser nossa professora, não a nossa prisão. Angolanos e portugueses partilham uma herança complexa, mas essa mesma história que nos uniu em dor pode ser transformada numa ponte para um futuro partilhado de esperança e progresso. Por Malundo Kudiqueba ada minuto desperdiçado é uma sentença contra o futuro. O tempo de agir não é amanhã — é agora. O eco das…
Leia maisO CRIME DE QUERER FICAR RICO FAZENDO POBRES
O que tenho assistido no meu país é muita gente, logo na primeira oportunidade que a vida lhes oferece, querer através de cargos, network e não é só, guardarem tudo que conseguem, incluído as sementes que a natureza definiu para serem replantadas, de modo a dar mais frutos. Para que mais pessoas tenham oportunidades de ficarem também ricas, ou possuírem no mínimo o básico, para não serem um passivo. Por Tomás Alberto enho abordado sobre ecossistema e cadeia de valores, porque há muito individualismo entre nós! As pessoas até sabem…
Leia maisJOVENS DEVEM SER ENCORAJADOS A LIDERAR…
Os jovens não estão contra os mais velhos. Estão contra o que foi feito de errado e o que deveria ter sido feito, mas não foi. A experiência que os mais velhos tanto exaltam não pode continuar a ser vista como um troféu de mérito, quando é, na verdade, um símbolo de retrocesso. Por Malundo Kudiqueba ue jovem, com sonhos de um futuro melhor, gostaria de herdar a experiência de destruir o país? De mergulhá-lo na corrupção, no subdesenvolvimento e na estagnação? Não se pode culpar os jovens por falta…
Leia maisA SELECÇÃO DOS MALFEITORES
Eis a equipa titular de um campeonato que ninguém queria assistir: A Selecção dos Malfeitores, composta por quatro portugueses e três angolanos, unidos por uma táctica infalível — destruir sonhos e hipotecar futuros. Por Malundo Kudiqueba o ataque, Mário Soares e Almeida Santos jogavam como mestres da diplomacia do interesse próprio, driblando promessas de autodeterminação para meterem a bola no campo das elites. Prometiam liberdade, mas entregaram cadeias invisíveis que sufocaram gerações inteiras. Na defesa, Costa Gomes e Rosa Coutinho usavam estratégias militares e políticas dignas de um fora de…
Leia maisPORTUGAL DEIXOU ANGOLA CEDO DEMAIS
Depois de entregar a independência a Angola, Portugal cometeu um dos erros mais graves da história recente ao abandonar o país nas condições em que o fez. O processo de descolonização não foi apenas apressado, foi negligente, irresponsável e, em muitos aspectos, catastrófico. Por Malundo Kudiqueba ngola, em 1975, era uma nação com imenso potencial, mas ainda profundamente dependente das estruturas administrativas, económicas e sociais deixadas pelo colonizador. Ao conceder a independência de forma abrupta e entregar o poder ao MPLA, Portugal falhou em assegurar uma transição gradual que garantisse…
Leia maisUM MINUTO SEM PRODUZIR É UMA DÍVIDA QUE SE SOMA!
Felizmente em 1975 alcançámos o milagre da independência. Uma luta que segundo historiadores teve início em 1961. Ou seja, 14 anos depois conseguimos a vitória. Por Tomás Alberto ada contexto, um desafio! Quando almejávamos a independência, eis que surgiram os bravos, aqueles que acreditavam que com uma agenda de luta, tudo seria possível. E, entre eles, também existiam os cobardes, aqueles que só acreditavam no que viam. Apesar do descontentamento, viviam conformados com a situação. Quando teve início a luta, não foram só os organizadores que lutaram, mas todos aqueles…
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