O cenário não é animador, para os portugueses, muitos, amantes das liberdades e contrários a qualquer tipo de fascismo, discriminação, racismo, autoritarismo e colonialismo, mesmo o incubado, quanto ao resultado eleitoral de 18 de Janeiro de 2026. Mas, também, não o é ante os candidatos que disputam o cadeirão presidencial, para as sociedades civis e oposição políticas nos Palop’s (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa) e África. Por William Tonet ualquer que seja o vencedor final, em nada alterará, pressionará ou influenciará o cenário político institucional em Angola, Moçambique, Guiné-Bissau,…
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SEGURO DERROTA, PARA JÁ, FASCISMO, RACISMO E XENOFOBIA DE VENTURA
O confronto na segunda volta das eleições presidenciais em Portugal entre a honorabilidade de António José Seguro, e um candidato de extrema-direita, fascista, xenófobo, racista e radical (uma simbiose de Donald Trump, Salazar ao estila de Hitler) , André Ventura, merece hoje destaque na imprensa internacional. Por Orlando Castro com Lusa Num artigo com o título “O socialista Seguro e o radical Ventura disputarão a segunda ronda das Presidenciais em Portugal”, o espanhol El País sublinha a forma como António José Seguro, “retirado da política nos últimos dez anos” e…
Leia maisO REGRESSO DA COLONIZAÇÃO IMPERIAL
O mundo acordou, nos primeiros três dias do mês de Janeiro do ano 2026, com o olhar fixo no retrovisor. Na era uma imagem actual, mas do pretérito século XVI. O século das trevas, onde os senhores dos impérios escravocratas e colonialistas, disputavam escravos robustos e as terras ricas dos autóctones, tornando-as suas pela força. Por William Tonet ntes as cruzadas (invasões) eram feitas a cavalo ou por caravelas, hoje, são helicópteros, drones e mísseis pelos céus. Foi assim. 2026. Século XXI! Na América Latina… Infelizmente, mesmo, sendo, hoje, maioritariamente,…
Leia maisPOBRES PODEM ESTIMULAR SUBLEVAÇÃO SOCIAL
O ano aproxima-se do fim. Um fim previsível e visível, próximo da funesta realidade da fome extrema, planificada pela política económica do regime. O Presidente da República, João Lourenço, reconheceu sem ressentimento ter sido, 2025, um ano mau… Com omissão… Não disse para quem… Seguramente, não se referia aos 20 milhões de pretos pobres… Mas das bolsas partidárias dos CAP’s não abastecidas com os milhões das adjudicações financeiras desviadas dos cofres públicos. Por William Tonet as como existe congresso do MPLA, em 2026 e, “bicefalicamente”, existe possibilidade de “nomeação”, e,…
Leia maisMUKANDA PARA O JOÃO MANUEL
A 5 de Março de 1954 nascia João Manuel Gonçalves Lourenço, na cidade do Lobito, província de Benguela, filho de Sequeira João Lourenço, enfermeiro, e de Josefa Gonçalves Cipriano Lourenço, costureira. Alguns meses depois, a 30 de Outubro, nascia no Bairro de Benfica, em Nova Lisboa, Huambo, Orlando de Sousa Castro, filho de Adelino Loureiro de Castro, marceneiro, e de Rosa Ferreira de Sousa, doméstica. Por Orlando Castro m 1974 os dois tinham 20 anos de idade. Nessa altura, como ambos sabemos, Angola era o segundo maior produtor mundial de…
Leia maisMENTIR É UM DANTESCO DEVER REVOLUCIONÁRIO
Os arautos da mentira, não desistem. Nem mesmo vendo o contínuo afundar da nau. 50 anos depois, o regime persegue o mesmo destino do Titanic. E, de atacado, arrasta terceiros de boa-fé. Por William Tonet bússola ideológica, tem o ponteiro fixado no pipeline de petróleo público, desviado para alimentar bolsos privados, partidocratamente, identificáveis. Amanhã, poderão vir a ser, criminalmente, imputáveis com penas insusceptíveis de amnistia. Isso por os cofres do Estado continuarem, programadamente, a ser saqueados pelo colarinho vermelho, preto e amarelo, colocando-os na linha vermelha. Delapidados. Vão atingir, o…
Leia maisALGOZARIA MADE IN MPLA
Não fosse, mas afinal é, o triste facto de 50 anos depois o nosso povo continuar a passar fome, continuar a ser gerado com fome, continuar a nascer com fome e a morrer pouco depois com fome… se calhar essa coisa que celebra o nascimento de alguém que nada diz aos angolanos, aos africanos (Cristo) faria algum sentido. No entanto, os que têm, pelo menos, três refeições por dia vão ter, certamente, um bom Natal. Quanto aos milhões que nem um prato de pirão têm… Por Orlando Castro MPLA, partido…
Leia maisMPLA APOIA MARQUES MENDES
“O Presidente da República, João Lourenço, conseguiu popularidade interna e credibilidade internacional, num ano à frente do Estado angolano, reconheceu, em Agosto de 2018”, o então comentador televisivo e hoje candidato a Presidente da República portuguesa, Luís Marques Mendes, escreveu a ANGOP. É caso, segundo os acólitos do MPLA, para afirmar: “Se Marques Mendes o diz…” Por Orlando Castro a altura, o analista português, ex-presidente do PSD (partido com enormes afinidades bajuladoras com o MPLA), e agora candidato presidencial disse sobre João Lourenço, que “a popularidade dá-lhe poder e a…
Leia maisCANIBAIS INAUGURAM NOVA SEDE
O MPLA, partido no poder em Angola desde 1975, assinalou hoje o 69.º aniversário com a inauguração de uma nova sede em Luanda, numa cerimónia que simboliza também a renovação, segundo a vice-presidente Mara Quiosa. Vinte milhões de pobres aplaudiram a iniciativa e parabenizaram o partido do maior genocida angolano, António Agostinho Neto. Por Orlando Castro ntes do corte da fita, pelas mãos do presidente do partido e, por inerência desse cargo, Presidente da República, general João Lourenço, militantes e dirigentes concentraram-se esta manhã em frente ao edifício, numa celebração…
Leia maisTER O CÉREBRO NO INTESTINO GROSSO DÁ NISSO
O porta-voz do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA, no Poder há “apenas” 50 anos), Esteves Hilário, comparou hoje o descontentamento dos angolanos ao desconforto de “viver numa casa em obras”, garantindo que o partido está atento aos sinais da população e empenhado em melhorar a sua acção. De facto, adaptando a tese do Presidente de seita, João Lourenço, o MPLA matou e destruir mais em 50 anos do que os portugueses em 500. Por Orlando Castro steves Hilário falava (sim, conforma-se, ele fala) em conferência de imprensa em…
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