GOVERNO PORTUGUÊS QUER AÇAIMAR JORNALISTAS DA LUSA

Fernando Lima, ex-consultor político do Presidente da República de Portugal, Cavaco Silva, e seu ex-assessor de imprensa, também ex-jornalista, considerou no auge do “cavaquismo” que “uma informação não domesticada constitui uma ameaça com a qual nem sempre se sabe lidar”. O actual primeiro-ministro, Luís Montenegro, não só se recorda como recuperou a tese do seu mestre. s delegados sindicais da Lusa desafiaram a Entidade Reguladora da Comunicação (ERC) a tomar posição sobre a revisão dos estatutos da agência feita pelo Governo. A delegada sindical do Sindicato dos Jornalistas (SJ), Susana…

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INFORMAR E FORMAR OU INFORMAR E FORMATAR?

O serviço público de media é fundamental na promoção da literacia mediática, com destaque para a RTP, estruturante na capacitação dos cidadãos para o uso crítico, informado e responsável dos media, conclui o segundo Relatório Nacional (de Portugal) sobre Literacia Mediática. egundo o relatório, apresentado hoje pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) de Portugal e elaborado ao abrigo da Directiva dos Serviços de Comunicação Social Audiovisual e remetido à Comissão Europeia, a Rádio e Televisão de Portugal (RTP) beneficiou de um reforço das suas responsabilidades em literacia mediática,…

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QUO VADIS, LUSA?

Segundo um comunicado do Sindicato dos Jornalistas de Portugal (SJ) os sindicatos representativos dos trabalhadores da Lusa (Agência de Notícias de Portugal) fizeram vários pedidos de reunião ao ministro da Presidência, António Leitão Amaro (foto), a propósito das alterações na governação e estatutos da Lusa pretendidas pelo Governo de Luís Montenegro. O ministro, que tem a tutela da comunicação social, recusou reunir-se antes de qualquer decisão tomada. firma o SJ que «as decisões sobre a forma como a única agência de notícias de Portugal deve ser governada, fiscalizada e como…

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QUANDO NICOLAU ERA “VÓMITO LUSO-ANGOLANO”

Em Junho de 2023, segundo o órgão oficial do MPLA, Jornal de Angola, “o ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira, visitou as instalações da RTP, em Lisboa, E foi recebido pelo presidente do Conselho Administração RTP, Nicolau Santos, e pelos então directores de Informação e da RDP, respectivamente António José Teixeira e João Paulo Baltasar e ainda pela directora de Informação África, Isabel Silva Costa”. Por Orlando Castro companhado pelo secretário de Estado da Comunicação Social, Nuno Caldas Albino, e pelo adido de Imprensa em…

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COMPRA DA LUSA E PREOCUPAÇÃO COM O GMG

Em Portugal, em comunicado hoje divulgado, o Sindicatos dos Jornalistas (SJ) afirma que “a Direcção do Sindicato dos Jornalistas e o Ministro dos Assuntos Parlamentares acordaram, esta terça-feira, o estabelecimento de uma via de comunicação mais directa com vista à manutenção do diálogo para o futuro da profissão. No encontro, o ministro Pedro Duarte mostrou preocupação com os atrasos nos pagamentos no Global Media Group e disse estar atento à situação”. «Na audiência, pedida a propósito dos atrasos nos pagamentos aos trabalhadores a recibos verdes do Global Media Group (GMG),…

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A RECICLAGEM DE NOTÍCIAS: COMO PÔR UM FIM AO “CHURNALISM”

Este texto é da autoria de Elisabete Tavares e foi publicado no jornal português «Página Um» (paginaum.pt). Com a devida vénia, o Folha 8 – para além de agradecer e subscrever a reflexão – transcreve-o na íntegra e desafia os jornalistas em geral e os angolanos em particular a analisá-lo. Acresce que, embora trabalhando com textos da Lusa, a carapuça não serve ao Folha 8 porque todos esses textos são editados pela nossa equipa: «A divulgação em massa de notícias recicladas, baseadas em agências noticiosas ou em comunicados de imprensa,…

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QUEM FLUTUA (MESMO QUE SEJA NO VÓMITO) NUNCA SE AFUNDA

7 de Janeiro de 2016. Sob o título “Vómito de luso-angolano”, o órgão oficial do MPLA (Jornal de Angola) publicou o texto que se segue. Alguém disse que quem estiver sempre a falar do passado deve perder um olho. Mas acrescentou: quem o esquecer deve perder os dois… Por Orlando Castro Eis o texto em questão: «Há em Portugal uma categoria de gente que se apresenta como angolana. São pessoas que nasceram em Angola, mas esconderam a sua origem. Nunca fizeram nada de positivo por Angola, mas rapidamente se põem…

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Folha 8 causa catarro à Lusa

Terá a Lusa recebido ordens superiores (de Luanda ou de Lisboa) para nunca citar o Folha 8? A Lusa prefere citar fontes secundárias, mesmo quando estas citam o Folha 8. Estaremos na presença de uma sequela da comédia “Paulo Catarro”, agora com realização dos peritos de João Lourenço? Por Orlando Castro Recuemos a Março de 2017. Para sua majestade o então rei de Angola, José Eduardo dos Santos, “jornalista” bom, e que quisesse continuar vivo, era aquele que não viu nada, nada ouviu e que faz tudo para agradar ao…

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Nicolau Santos já não é o “vómito luso-angolano”?

A Lusa (Agência de Notícias de Portugal) assinou, em Luanda, três protocolos de cooperação com a televisão e rádio públicas de Angola, devendo, ainda esta semana, ser rubricados mais dois com outros órgãos de comunicação social de Angola. Será que, agora, o Jornal de Angola deixará de se referir a Nicolau Santos como fez no artigo publicado em 7 de Janeiro de 2016, sob o título “Vómito de luso-angolano”, em que se referia a ele como “homem nascido em Luanda e hoje serviçal do milionário Francisco Pinto Balsemão”? Os acordos…

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Merecida estrela Michelin para a culinária da… Lusa

(Quase) todos os jornalistas (sobretudo portugueses e angolanos) estão voluntariamente proibidos, ao abrigo de critérios editoriais (forma simpática para traduzir a censura dos donos dos jornalistas e dos donos dos donos) de falar sobre os crimes, erros, falhanços, mentiras etc. cometidos pelo regime do MPLA, desde Agostinho Neto a João Lourenço, passando de José Eduardo dos Santos. Por Orlando Castro A esmagadora maioria do que aparece na comunicação social (jornalismo é outra coisa) sobre este assunto resulta da reprodução pura e simples do que a Lusa põe em linha e…

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