Médicos (angolanos) para quê?

O Sindicato Nacional dos Médicos de Angola (Sinmea) ameaçou hoje partir para uma greve, nos próximos dias, caso não haja resposta do Presidente da República, a quem foi enviado um manifesto da classe médica angolana. Não deveriam também ter enviado o manifesto ao Presidente do MPLA e ao Titular do Poder Executivo? O presidente do Sinmea, Adriano Esteves, disse em conferência de imprensa que o sindicato está preocupado com o elevado número de médicos angolanos no desemprego, “o elevado índice de morbimortalidade” (relação entre doenças e mortes) nos hospitais e…

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Jornalistas da RNA e da TPA acordaram? Será mesmo?

Os jornalistas da rádio e televisão públicas de Angola (RNA e TPA) ameaçaram hoje convocar uma greve caso as administrações das duas empresas se recusem a aceitar as exigências contidas num caderno reivindicativo a entregar segunda-feira de manhã. A decisão foi tomada por cerca de cinco dezenas de profissionais da comunicação social da Rádio Nacional de Angola (RNA) e da Televisão Popular de Angola (TPA) durante uma reunião com o Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA), em que foi redefinido o caderno de reivindicações exigidas há quase um ano. Em declarações…

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Médicos querem os governantes tratados
nos nossos hospitais

Mais de cem médicos angolanos (segundo as contas do comité da especialidade do MPLA não eram mais do que dez) marcharam hoje em Luanda para exigir coisas impossíveis num país pobre como o nosso. Não é que tiveram a lata de exigir melhores condições de trabalho e de pedir aos governantes que “experimentem” fazer as consultas nos hospitais públicos de Angola. Os médicos exigiram também a colocação de 1.500 colegas que se encontram no desemprego, no meio de cartazes com frases como “governantes façam consultas nos hospitais públicos”, “exigimos boas…

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Saúde em estado de coma?
– Sim, mas só para o Povo!

Os médicos angolanos anunciaram hoje a realização de uma marcha de protesto, a 16 deste mês, para exigir às autoridades respostas “ao caderno reivindicativo e maior celeridade” no concurso público de ingresso de novos profissionais “repleto de burocracias”. “A s motivações da marcha estão directamente relacionados com o facto de o Ministério da Saúde ter, unilateralmente, desistido das negociações, pelo que se deixou de discutir o caderno reivindicativo”, disse hoje o presidente do Sindicato dos Médicos Angolanos, Armando Manuel. A melhoria das condições laborais, o aumento salarial ou o pagamento…

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CFL diz não ter dinheiro e o sindicato “decreta” greve

Os trabalhadores do Caminho-de-Ferro de Luanda (CFL) iniciaram hoje uma greve por tempo indeterminado, para entre várias outras reclamações reivindicar um aumento em 80 por cento do salário. Administração critica a greve e diz que não tem dinheiro. Em declarações à agência Lusa, o primeiro secretário do Sindicato de Trabalhadores do CFL, José Carlos, disse que a adesão à greve ultrapassou as expectativas, salientando que a paralisação é geral nas províncias de Luanda, Cuanza Norte e Malange, o troço que compreende o caminho ferroviário. José Carlos referiu que apesar da…

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Médicos em greve à espera
de uma… “Operação Saúde”

Médicos angolanos iniciaram hoje uma greve de três dias, para exigir melhorias salariais e nas condições de trabalho, com um nível de adesão “muito alto”, disse à Lusa o presidente do Sindicato Nacional dos Médicos, Adriano Manuel. Segundo o responsável sindical, a adesão ao primeiro dia de greve “ultrapassou as expectativas”, mau grado – segundo Adriano Manuel – uma situação de “intimidação” na província do Huambo, onde “a polícia rasgou os panfletos”, e também por parte do Governo provincial, disse. “Exceptuando esta região, não ouvimos mais queixas de outras partes”,…

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Professores ameaçam com mais uma greve nacional

O Sindicato Nacional dos Professores Angolanos (Sinprof) ameaça condicionar a realização das próximas provas de avaliação no ensino geral e avançar para uma nova greve nacional, alegando incumprimentos do Governo, sobre o memorando de entendimento assinado em Abril. Num comunicado de imprensa (que se reproduz na íntegra), o Sinprof acusa o Governo de incumprimentos no cronograma das acções previstas no memorando que em Abril levou ao levantamento da terceira fase da greve dos professores no ensino geral. Segundo o sindicato, o Governo não cumpriu a terceira acção do referido memorando,…

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Greve dos enfermeiros começa segunda-feira

O secretário-geral do Sindicato dos Técnicos de Enfermagem de Luanda (Sintenfl), Afonso Kileba, confirmou hoje o início, na segunda-feira, de uma greve por tempo indeterminado, depois de o último encontro com o governo provincial, ontem, não ter produzido resultados. Em declarações à agência Lusa, Afonso Kileba explicou que as partes estiveram reunidas durante cinco horas para abordar questões relacionadas com a declaração de greve, que visa reivindicar, entre outras preocupações, o pagamento de retroactivos referente à carreira de enfermagem, a promoção dos profissionais com mais de cinco anos de serviço…

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Enfermeiros em nova greve
(não atinge donos do país!)

Os enfermeiros de Luanda anunciaram hoje uma nova greve, por tempo indeterminado, a partir de 11 de Junho, em protesto pela não resolução de reivindicações que datam desde 2012, nomeadamente o pagamento de retroactivos. Em declarações à agência Lusa, o secretário-geral adjunto do Sindicato dos Enfermeiros de Luanda, António Kileba, afirmou que a decisão foi aprovada quinta-feira, em assembleia de trabalhadores, em que os profissionais “reafirmaram prontidão” para nova paralisação, face ao “silêncio das autoridades”. “Está decidido. Aliás, foi decisão unânime dos trabalhadores do sector, daí que então, aprovamos parar…

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Escola Portuguesa apela
à intervenção de Lisboa

A Direcção da cooperativa, sem fins lucrativos, que gere a Escola Portuguesa de Luanda (EPL) diz-se sem meios para ultrapassar o impasse em torno das actualizações salariais exigidas pelos professores, em greve, apelando à intervenção do Governo português. A posição foi assumida em entrevista exclusiva à agência Lusa por Paulo Arroteia, administrador para área financeira da Cooperativa Portuguesa de Ensino em Angola (CPEA), que gere a EPL, recebendo para o efeito um subsídio anual do Estado português, que em 2017 ascendeu a 776.000 euros, num orçamento global, para o funcionamento…

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