(Ass)assinar é com o MPLA

Angola assinou, esta quarta-feira, o Protocolo referente aos Direitos da Pessoa com Deficiência e o relativo aos Direitos dos Idosos em África, ambos contidos na Carta Africana dos Direitos Humanos e dos Povos. Boa! Já que as pessoas sem deficiência não têm direitos (com excepção das do MPLA), ao menos que tenham as que sofrem de qualquer deficiência. A Embaixada de Angola na Etiópia refere que os documentos foram assinados pelo representante permanente de Angola junto da União Africana (UA), Francisco da Cruz, em cerimónia que decorreu na sede desta…

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Viver sem comer? MPLA crê que estamos quase lá…

“Sensibilizada com o bem-estar das crianças, a Primeira-Dama abriu as portas do jardim do Palácio Presidencial, reunindo 367 infantes dos zero aos 14 anos da Remar, Pequena Semente, Santa Isabel, Lar Kuzola e Mamã Margarida, para uma jornada harmoniosa e com direito a visita guiada no Palácio Presidencial”, noticiou a Angop. “Cem idosos, entre os quais 60 do lar da terceira idade da Cahala (Malange) e 40 residentes nas redondezas do centro, beneficiaram de cesta básica, composta por arroz, massa, óleo alimentar, feijão e outros, seguido de um almoço de…

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Melhores condições de voto para deficientes

As autoridades angolanas (leia-se MPLA) querem garantir que pessoas com deficiência, sobretudo auditiva e visual, participem, “activamente” nas primeiras eleições autárquicas do país, agendadas para 2020, exercendo o direito de voto “sem depender de terceiros”, disse hoje fonte oficial. Não será problema. Se, nas eleições anteriores, o MPLA até conseguiu que os mortos votassem nele… Em declarações hoje à Lusa, o director nacional para a Inclusão da Pessoa com Deficiência de Angola, Micael António Daniel, disse que o assunto está a ser ponderado pela Comissão Nacional Eleitoral (CNE), entidade que…

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“Dá só 100”. O vergonhoso espelho do regime do MPLA

No centro de Luanda, capital angolana e província com quase sete milhões de habitantes, é cada vez mais visível o número de portadores de deficiência, desempregados, que buscam por esmolas, queixando-se da desatenção das autoridades. São crianças, jovens, adultos até mesmo idosos, facilmente identificados por entre o caótico trânsito de Luanda, mercados ou mesmo nas paragens de táxi que, com as mãos estendidas e muitos em cadeiras de rodas, acompanhados dos filhos, lançam a quem passa o já ‘tradicional’ apelo: “Dá só 100 [kwanzas, 50 cêntimos de euro]”. É caso…

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