Linhas de crédito externas sob controlo

A adjudicação pelo Governo angolano de empreitadas financiadas por linhas de crédito externas vai ser coordenada por uma comissão técnica de acompanhamento, criada este mês por decreto presidencial. [dropcap]S[/dropcap]ó empresas chinesas preparam-se para construir e reabilitar mais de 2.200 quilómetros de estradas em Angola, por serem obras financiadas pela Linha de Crédito da China (LCC), mas com estas obrigadas a subcontratar empresas angolanas. O decreto que cria Unidade Técnica de Acompanhamento de Projectos com Financiamento Externo (UTAP) justifica a decisão com necessidade de “garantir a gestão eficiente dos recursos externos…

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Crescimento? Zero, é claro!

O Governo de Angola recebeu da China, desde o final do ano passado, oito mil milhões de dólares em empréstimos para financiar projectos, o que vai elevar o rácio da dívida sobre o PIB para quase 60%. [dropcap]D[/dropcap]e acordo com a agência de notação financeira Fitch, “o Governo escolheu financiar o défice principalmente pelo aumento da dívida em vez de recorrer às almofadas orçamentais”. Só da China, dizem os analistas, “Angola recebeu 8 mil milhões de dólares, em empréstimos para projectos desde o final do ano passado, o que vai…

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FLEC/FAC intensifica ataques contra as FAA em Cabinda

A FLEC/FAC afirma que os seus militares estão a intensificar, em Cabinda, as acções bélicas contra as Forças Armadas de Angola, FAA. Em comunicado, assinado pelo Tenente-general Afonso Nzau, Chefe de Brigada Mayombe Sul, realça também a repressão contra civis levada a efeito pelas FAA. [dropcap]E[/dropcap]is, na íntegra, o comunicado da FLEC/FAC enviado à redacção do Folha na Europa: “No dia 01.08.2016, às 23:00 horas, em Belize, uma patrulha das FAA caiu numa emboscada da FLEC/FAC. Na operação vários soldados angolanos morreram. Em represália as FAA eliminaram um número de…

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Angola “made in China”

Angola (mais propriamente o regime) foi o país africano que mais beneficiou de empréstimos concedidos pela China, ultrapassando os 12 mil milhões de dólares (10,79 mil milhões de euros), desde 2000, segundo a unidade de investigação sedeada nos EUA ChinaAid. [dropcap]O[/dropcap] principal receptor das linhas de crédito abertas por Pequim foi o sector transporte e armazenagem, que absorveu 20% do montante global, detalha aquela pesquisa. Logo a seguir, surge a produção e abastecimento de energia, que recebeu 18% do crédito chinês. Governo e sociedade civil, comunicações e abastecimento de água…

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Importamos 80% dos combustíveis vendidos em 2015

Angola comprou mais de 6,241 milhões de toneladas de produtos refinados em 2015, mas a reduzida capacidade de refinação nacional obrigou a concessionária do regime Sonangol a importar cerca de 80% desse total. [dropcap]O[/dropcap]s dados, compilados pela agência Lusa, constam da versão final do relatório e contas da petrolífera angolana e indicam que o consumo de combustíveis por Angola caiu 5% em 2015, na mesma proporção da importação de produtos refinados, essencialmente gasolina e gasóleo, face a 2014. Contudo, os dados da Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol) referem…

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O nosso café está pelo mundo

A marca angolana Café Cazengo prepara-se para exportar este mês 54 toneladas de café torrado para Portugal, China e Estados Unidos da América, anunciou hoje o responsável pelo projecto. [dropcap]J[/dropcap]osé Gonçalves disse em declarações à agência Lusa que estão preparados três contentores, cada um com 18 toneladas para exportação. Segundo o responsável, outras solicitações e negociações estão em curso com empresários da Espanha, Itália e Singapura, países para os quais foram já enviadas amostras do produto. O projecto desenvolvido no município de Quiculungo, província do Cuanza Norte, foi lançado em…

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FMI talvez ajude a mudar as moscas

Uma equipa do Fundo Monetário Internacional (FMI) iniciará amanhã uma missão à capital do reino de sua majestade o rei de Angola, José Eduardo dos Santos, para avaliar o montante da assistência financeira ao país ou ao regime. Como são entidades diferentes, o melhor é esperar. [dropcap]E[/dropcap]m comunicado, o FMI confirmou que uma equipa de peritos está a preparar-se para a missão, que termina no próximo dia 14 de Junho. Segundo o FMI, a ideia é “prosseguir com as discussões com as autoridades angolanas acerca do programa económico que será…

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Febre-amarela “angolana” ameaça o mundo

Especialistas em doenças infecciosas alertam hoje para o risco de o surto de febre-amarela em Angola chegar à China, onde dois mil milhões de pessoas sem imunidade contra a doença podem dar início a uma “catástrofe global”. [dropcap]N[/dropcap]um artigo publicado na revista científica “International Journal of Infectious Diseases”, cientistas da África do Sul e de Singapura consideram “um equívoco” a posição da Organização Mundial de Saúde (OMS), que na semana passada decidiu não declarar o surto de febre-amarela uma emergência sanitária de alcance internacional. Para Sean Wasserman, da Universidade da…

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China, oié! Oié!

O Governo angolano autorizou o Banco da China a abrir uma sucursal em Angola, para desenvolver actividades financeira bancária. [dropcap]A[/dropcap] autorização consta de um decreto assinado pelo Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, de 13 Maio, que adianta que a instituição detida pelo Estado chinês vai operar no país com a designação Banco da China – sucursal em Angola. A decisão sobre a abertura da sucursal angolana do Banco da China surge numa altura de fortes constrangimentos no país devido à crise da cotação do petróleo, nomeadamente no acesso a…

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Cereais caem a pique

Angola deverá produzir este ano menos de metade das quatro milhões de toneladas de cereais que necessita para consumo directo e industrial, indicou hoje o director-geral do Instituto Nacional de Cereais de Angola (INCER). [dropcap]B[/dropcap]enjamim Castelo referiu que, devido à crise provocada pela quebra da cotação do petróleo e pelas alterações climáticas, a produção anual de cereais este ano se cifre em apenas 1,8 milhões de toneladas, admitindo que o défice de cereais em Angola está a “agravar-se”, com a falta de meios de produção e a dificuldade de importações…

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