TENHAMOS CALMA, OS PREÇOS VÃO… SUBIR

Segundo o INE, Angola registou uma inflação média de 28,1% em 2024, terminando o ano com uma subida de 1,7% dos preços em Dezembro face ao registado em Novembro, e um aumento homólogo de 27,5%. Por sua vez, a consultora Oxford Economics prevê que a inflação abrande para 19,2% em 2025, depois de subir 28,1% em 2024, e uma degradação do valor da moeda nacional, para 927,4 kwanzas por dólar. e acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística, os angolanos enfrentaram uma subida de 27,5% dos preços em…

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NOVO RECORDE DAS EXPORTAÇÕES CHINESAS

As exportações chinesas para os países de língua portuguesa aumentaram 17,4% nos primeiros 11 meses de 2024, em comparação com igual período do ano anterior, e atingiram um novo recorde, indicam dados oficiais. e acordo com dados dos Serviços de Alfândega da China, as mercadorias vendidas para os mercados lusófonos até Novembro atingiram 78,7 mil milhões de dólares (76 mil milhões de euros). Este é o valor mais elevado desde que o Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Fórum de…

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A CULPA É SEMPRE DOS OUTROS

O governador do Banco Nacional de Angola (BNA), Manuel Tiago Dias, justificou a estagnação do kwanza dos últimos meses com a forte depreciação que a moeda angolana registou no ano passado, principalmente em Maio e Junho. Quem diria? Depreciação levou à estagnação. É obra! resposta tem a ver com “a depreciação que o kwanza registou no ano passado, principalmente nos meses de Maio e Junho. No cômputo geral de 2023, o kwanza registou uma depreciação de 39%, o que acaba por ser bastante significativo”, disse à Lusa o governador, à…

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80% DO COMBUSTÍVEL CONSUMIDO É IMPORTADO

Angola importou quase 80% do combustível consumido no país no último trimestre de 2023, no valor de cerca de 1,17 mil milhões de dólares (mil milhões de euros), foi hoje anunciado. A isto chama-se excelência governativa – produzir petróleo e importar gasóleo e gasolina. informação foi transmitida hoje pelo director-geral do Instituto Regulador dos Derivados do Petróleo (IRDP) angolano, Luís Fernandes, dando nota de que 66% do combustível adquirido para a comercialização corresponde ao gasóleo. A gasolina correspondeu a 23%, 7% ao fuel, 4% Jet A1 e o restante ao…

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QUE A FOME ESTEJA CONVOSCO. ELA ESTÁ NO MEIO DE NÓS

A Reserva Estratégica Alimentar (REA) angolana vai funcionar apenas com base na produção nacional, sobretudo agrícola e industrial, e com um modelo de financiamento que evite passivos não previstos para as contas públicas, foi hoje anunciado. Isto afirma o Governo depois de arrotar a… caviar. egundo o ministro da Indústria e Comércio, Rui Miguêns, “a REA, tal como ela foi concebida inicialmente e da forma como ela foi implementada, tinha a ver com a preocupação da segurança alimentar do país e dentro daquilo que acabou sendo uma necessidade que se…

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FALIDOS MAS À PORTA DO PARAÍSO

A queda do kwanza, que desvalorizou 60% desde o início do ano, apanhou desprevenidas muitas empresas que operam em Angola e que admitem “congelamento” de investimentos, agravando o desemprego e as condições de vida da população, onde se incluem – presumimos nós – os 20 milhões de pobres… m declarações à Lusa, o director financeiro (CFO) do grupo Novagrolider, um dos maiores projectos agro-industriais angolanos, que emprega 4.000 pessoas, afirmou: “Obviamente, como uma empresa com necessidade de factores de produção exclusivamente importados e com um elevado número de expatriados, a…

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PRODUZIR PETRÓLEO E IMPORTAR GASOLINA

A Sonangol lançou um concurso internacional para a importação de combustíveis, para suprimir “a procura interna de gasolina e gasóleo”, divulgou a petrolífera estatal (leia-se do MPLA) angolana. É mesmo o MPLA no seu melhor! m comunicado, a petrolífera explicou que o contrato decorrerá entre 1 de Abril e 31 de Março de 2024. “Foram convidadas 21 empresas, entre as quais será seleccionada a vencedora, para o fornecimento dos produtos derivados, na modalidade DAP – Delivery At Place [entregue no local, em português], em Luanda”, destaca a Sonangol. Ainda bem…

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Menos de fora, mais de dentro

A estrutura do consumo interno é constituída em 40 por cento por produtos nacionais e em 60 por importados, de acordo com números divulgados pelo secretário de Estado da Economia, que declarou uma contracção da aquisição de alimentos no estrangeiro em curso desde o ano de 2017. Escreve o Jornal de Angola (órgão oficial do MPLA/Governo), que Mário Caetano João disse, na 2ª Conferência sobre “Agricultura: produção nacional versus importação”, promovida pela revista Economia & Mercados, que, a partir de 2017, Angola “vivencia momentos de contracção” em relação à importação…

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O ideal é não pagar o que se deve e continuar a receber fiado

João Lourenço, Presidente angolano, defende a continuidade das negociações ao nível bilateral e multilateral para o reescalonamento das dívidas, em função da situação específica de cada país africano, que enfrentam dificuldades na reactivação das suas economias. Já é um bom sinal o líder do partido que “comprou” o país há 45 anos (o MPLA) achar que Angola tem mesmo uma economia. João Lourenço expressou a posição angolana durante a sua intervenção na abertura do Diálogo de Alto Nível sobre “Alimentar África: Liderança para o Incremento das Inovações bem Sucedidas”, promovido…

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Oremos irmãos, agora pelo P(e)DIA

O Governo do MPLA estima gastar cerca de 120 milhões de dólares (101,8 milhões de euros) para, nos próximos quatro anos, aumentar a produção industrial de Angola, reduzir a dependência do exterior, sobretudo dos produtos da cesta básica, e criar empregos. Traduzindo, pretende fazer agora o que não conseguiu fazer nos últimos 45 anos. Oremos irmãos! Estes objectivos constam do Plano de Desenvolvimento Industrial de Angola (PDIA) 2025, apresentado publicamente hoje, em Luanda, pelo ministro do Comércio e Indústria, Victor Fernandes, depois de um processo de auscultação iniciado em agosto…

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