ÁLVARO SOBRINHO SUJEITO A CAUÇÃO DE 6 MILHÕES DE EUROS

O ex-presidente do Banco Espírito Santo Angola (BESA), Álvaro Sobrinho, ficou sujeito a uma caução de seis milhões de euros e impedido de sair de Portugal enquanto não prestar a caução, disse o seu advogado à saída do Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC), em Lisboa, onde foi interrogado pelo juiz Carlos Alexandre. O advogado Artur Marques disse não poder adiantar mais pormenores nem sobre se existem outras medidas de coacção nem sobre factos novos que tenham sido apresentados pelo Ministério Público em interrogatório, acrescentando que vai recorrer da medida…

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ÁLVARO SOBRINHO E O DESVIO DE MILHÕES

Uma investigação editorial divulgou hoje novos documentos sobre a participação do Banco Espírito Santo Angola e do seu antigo presidente, Álvaro Sobrinho, num esquema para desviar milhões de dólares de um projecto de habitação social no país. De acordo com um comunicado do Projecto de Reporte sobre Crime Organizado e Corrupção (OCCRP, na sigla em inglês), disponível no site da organização, uma que integra a equipa que investigou os ‘dossiês’ Panama Papers e dos Suisse Secrets, “Álvaro Sobrinho, que liderou um banco angolano que colapsou com milhares de milhões de…

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Do BES ao BESA, de Lisboa a Luanda

O Ministério Público de Portugal acusou hoje 18 pessoas e sete empresas por vários crimes económico-financeiros e algumas das quais por associação criminosa, no processo BES/Universo Espírito Santo, em que a figura central é o ex-banqueiro Ricardo Salgado. Segundo adianta uma nota da Procuradoria-Geral da República (PGR), foi deduzida acusação por associação criminosa e por corrupção activa e passiva no sector privado, de falsificação de documentos, de infidelidade, de manipulação de mercado, de branqueamento e de burla qualificada contra direitos patrimoniais de pessoas singulares e colectivas. Em causa nesta complexa…

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A bezana dos vampiros

O ex-presidente do BES, Ricardo Salgado, quer que o Tribunal da Concorrência determine a realização de uma perícia para avaliar que impacto teria a garantia soberana de Angola nos activos ponderados pelo risco e no rácio prudencial do banco. Enquanto isso, Álvaro Sobrinho (e associados) continua a rir e cantar o hino do MPLA. No pedido de impugnação da condenação a uma coima de 1,8 milhões de euros por ausência de medidas e de informação sobre a situação do BES Angola (BESA), proferida pelo Banco de Portugal (BdP), em Junho…

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O irritante, a irritante, os irritantes e a chantagem!

Em Novembro de 2017 o ministro das Relações Exteriores de Angola, Manuel Augusto, avisou que enquanto o caso que envolvia a Justiça portuguesa e Manuel Vicente não tivesse o desfecho que João Lourenço queria, Angola “não se moveria nas acções de cooperação com Portugal”. Agora a história repete-se. Ou Portugal faz o que João Lourenço quer em relação a Isabel dos Santos, ou Angola voltará à chantagem. “Enquanto o caso não tiver um desfecho, o Estado angolano não se moverá nas acções, que todos precisamos, de colaboração com Portugal”, disse…

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E os “génios” do MPLA dão voltas ao bilhar grande!

No dia 4 de Maio, a Sonangol E.P, veio a público informar, “como é desejável numa empresa que se pugna pela total transparência e respeito pelos seus clientes, que o mercado nacional tem estado a registar alguns constrangimentos no abastecimento de combustíveis”. Poucos dias depois o Presidente João Lourenço mandou o Presidente do Conselho de Administração, Carlos Saturnino, ir dar uma volta ao bilhar grande… Carlos Saturnino explicou que a situação decorria, fundamentalmente, dos seguintes factores: a) Dificuldades no acesso às divisas para a cobertura dos custos com a importação…

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“World Finance” premeia a Sonangol tal como fizera
com o BESA que… faliu!

A Sonangol (versão João Lourenço II) foi incluída na lista das 100 melhores empresas a nível mundial e considerada a melhor empresa totalmente integrada de África, em 2018, pela revista britânica “World Finance”. Carlos Saturnino riu-se e, provavelmente, terá enviado uma cópia do galardão a Isabel dos Santos. A distinção foi feita (segundo a revista) com base em critérios de resolução dos problemas enfrentados, como o esforço de trabalho e a criatividade. A “World Finance” é uma revista trimestral, impressa e divulgada online, que oferece cobertura e análises abrangentes do…

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“BESA faliu por decisão política”, diz Sobrinho

O ex-presidente da Comissão Executiva do Banco Espírito Santo Angola (BESA), o empresário Álvaro Sobrinho, revelou que a instituição faliu por decisão política e não por insolvência. Tudo porque os tubarões estavam quase todos lá, actuando como se o banco fosse, era mesmo, a casa da mãe Joana dos altos dignitários do MPLA. “O banco faliu por decisão política, tendo em conta as pessoas nele envolvidas. Por isso, digo que era uma decisão política”, justificou o empresário no programa “Grande Entrevista” da Televisão Pública de Angola (TPA). Álvaro Sobrinho questionou…

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Centenas de milhões foram roubados, a bem do… MPLA!

O empresário do regime do MPLA, que é luso-angolano, Álvaro Sobrinho, antigo CEO do Banco Espírito Santo Angola (BESA), é suspeito de ser o beneficiário efectivo de três companhias angolanas que terão recebido de forma não justificada um total de 433 milhões de dólares do banco. Também aqui é caso para dizer: nada de novo. Por alguma razão o MPLA está no poder desde 1975. A esta soma juntam-se 182 milhões de dólares que Álvaro Sobrinho terá recebido em nome próprio através de duas empresas offshore, num total de 615…

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“Fizz” e “Lex” nasceram
em Angola mas foram adoptados em Portugal

A corrupção está na ordem do dia em Portugal, graças aos escândalos designados por “Operação Fizz” e “Operação Lex”. Mas, de facto, a verdadeira origem destes processos está em Angola, onde o assunto vem sendo esquecido e silenciado! Por Paulo de Morais Presidente da Frente Cívica Os processos criminais Fizz e Lex são gémeos, constituem duas faces da mesma moeda. Em ambos, os principais acusados são magistrados portugueses, nomeadamente o procurador Orlando Figueira, na Fizz; e o Juiz Rui Rangel, no caso Lex. Os magistrados são acusados de terem proferido…

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