A Sonangol (versão João Lourenço II) foi incluída na lista das 100 melhores empresas a nível mundial e considerada a melhor empresa totalmente integrada de África, em 2018, pela revista britânica “World Finance”. Carlos Saturnino riu-se e, provavelmente, terá enviado uma cópia do galardão a Isabel dos Santos.

A distinção foi feita (segundo a revista) com base em critérios de resolução dos problemas enfrentados, como o esforço de trabalho e a criatividade.

A “World Finance” é uma revista trimestral, impressa e divulgada online, que oferece cobertura e análises abrangentes do sector financeiro, dos negócios internacionais e da economia global, e tem como alvo, uma audiência de profissionais de finanças e investidores corporativos e privados.

“É um orgulho para todos nós, que construímos a Sonangol, E.P. todos os dias, receber um reconhecimento internacional desta dimensão”, lê-se na nota publicada no site da concessionária nacional de hidrocarbonetos.

Apelemos à memória, coisa que o Executivo do MPLA abomina. O Banco Espírito Santo Angola (BESA) foi novamente considerado, em 2012, o Melhor Banco de Angola. Recordam-se? E quem terá sido a organização, impoluta e credível, que chagou a tal conclusão? Exactamente a World Finance. E o prémio chamava-se “Best Commercial Bank Award”.

A nomeação do BESA pela prestigiada publicação internacional teve em conta a performance do banco, analisando critérios como a reputação, a excelência de gestão e a qualidade dos seus serviços. O Banco Espírito Santo Angola foi ainda considerado “Best Trade Finance Bank” e “Best Foreign Exchange Provider” pela World Finance.

Após consultas intensivas a banqueiros, executivos multinacionais e analistas do mundo inteiro, a revista internacional World Finance voltava nesse ano a eleger o Banco Espírito Santo Angola como o Melhor Banco de Angola.

A World Finance destacava que o BESA fota o primeiro banco a oferecer serviços de private banking no país e tinha uma unidade de comércio internacional forte. A revista salientava também a sua eficiente emissão de cartões de crédito, bem como a oferta do banco em matéria de fundos de investimento e serviços de gestão de fundos de pensão.

A World Finance atribuiu ainda, em 2012, outras duas distinções ao BESA. O prémio Best Trade Finance Bank 2012, que reconhece a qualidade das melhores instituições do sector de “trade finance” de 71 países, de todo o mundo, por meio de uma selecção efectuada pelo painel de especialistas internacionais – que integra analistas, executivos de multinacionais e especialistas em tecnologias – e o prémio Best Foreign Exchange Provider in Angola 2012, cuja distinção anual é atribuída às instituições com a melhor performance na execução de transacções internacionais.

A World Finance elegeu também o BESA como o “Best Commercial Bank” no âmbito da atribuição dos “Best Banking Awards 2012”. Uma distinção aliás que já havia sido feita em 2011. O prémio atribuído de novo ao BESA, visava reconhecer a instituição com a melhor performance no mercado angolano.

Com as distinções atribuídas em 2012 o Banco Espírito Santo Angola somava na altura 23 prémios internacionais, provenientes das mais prestigiadas organizações que analisam e avaliam a performance dos mercados financeiros internacionais. O banco volta assim a consolidar a sua posição de Melhor Banco em Angola, um reconhecimento que traduzia o esforço de melhoria contínua do seu posicionamento, a eficácia operacional e estratégica dos seus serviços e a excelente performance das suas equipas, em todas as vertentes de actuação do banco.

A World Finance é uma revista mensal, fundada em 1987, com a missão de ajudar os líderes empresariais, banqueiros e investidores a traçar o rumo dos negócios e das finanças mundiais. A revista produz análises, artigos e prémios que são a herança de muitos anos de experiência nos mercados financeiros internacionais, e fornece uma valiosa fonte de dados sobre 192 países.

Por último, apesar de todos estes prémios o BESA… faliu.