Abel Chivukuvuku, líder do projecto partidário PRA-JA Servir Angola (que o MPLA, via Tribunal Constitucional, teima em não legalizar), considera que se fosse feita uma verdadeira luta anticorrupção em Angola “o Estado acabava”. E se o Estado acabava, ao MPLA aconteceria o mesmo. [dropcap]E[/dropcap]m entrevista à Lusa, questionado sobre a bandeira (esfarrapada de tanto ser usada em comícios e acções de propaganda) anticorrupção do Presidente da República (não nominalmente eleito), João Lourenço, e se esta visa alvos selectivos em Angola, como têm vindo a defender vários analistas e sectores da…
Leia maisEtiqueta: Abel Chivukuvuku
Julgamento para quê?
Abel Chivukuvuku, líder de um partido que o MPLA não deixa que seja…partido, o PRA-JA, defende o regresso a Angola dos familiares do antigo presidente José Eduardo dos Santos para se defenderem das acusações de que são alvo, embora reconheça que a justiça é “excessivamente” partidarizada. [dropcap]P[/dropcap]or outras palavras, Abel Chivukuvuku aconselha o regresso para que tomem conhecimento, ao vivo, da sentença que – segundo o MPLA – é “decretada” antes mesmo de haver julgamento. Aliás, como disse Agostinho Neto a propósito dos massacres de 27 de Maio de 1977,…
Leia maisPor “ordem” do MPLA
o PRA-JA (ainda) respira
O Tribunal Constitucional (TC) deu um prazo de três meses à Comissão Instaladora do PRA-JA Servir Angola, de Abel Chivukuvuku, para apresentar os documentos suplementares para a sua inscrição como partido político. Depois se verá se o… MPLA autoriza ou não. [dropcap]N[/dropcap]o âmbito do processo de inscrição, a comissão entregou em Novembro àquele Tribunal 23.492 assinaturas, das quais 19.495 foram invalidadas, pelo que não atingiram as 7.500 subscrições exigidas pela Lei dos Partidos Políticos. O despacho do Tribunal Constitucional, datado de 23 de Dezembro passado, surge em resposta a uma…
Leia maisAlvo a abater continua
a ser Abel Chivukuvuku
Abel Chivukuvuku contestou hoje a decisão do Tribunal Constitucional (TC) que validou apenas quatro mil das 23.492 assinaturas recolhidas para legalização do seu projecto político PRA-JA Servir Angola, afirmando que a instância judicial “faz política e não jurisprudência”. O que seria de esperar, afinal, de um órgão que continua a ser uma filial do MPLA? [dropcap] “I[/dropcap]nfelizmente temos um Tribunal Constitucional que não faz jurisprudência, faz política e, eventualmente, recebe ordens”, afirmou hoje em conferência de imprensa, lamentando a situação. A diplomacia de Abel Chivukuvuku impede-o de medir muito as…
Leia maisTC (re)volta a atacar
O coordenador da Comissão Instaladora do projecto político denominado PRA-JA Servir Angola acusou de má-fé o Tribunal Constitucional por ter considerado irregulares os processos para legalização do partido. O MPLA não perdoa as supostas aproximações de algumas figuras próximas de José Eduardo dos Santos a Abel Chivukuvuku. [dropcap]E[/dropcap]m resposta a um despacho do Tribunal Constitucional, emitido na sexta-feira passada, que solicita o provimento de supostas irregularidades no processo de inscrição do Partido do Renascimento Angolano – Juntos Por Angola – Servir Angola (PRA-JA Servir Angola), Abel Chivukuvuku exprimiu a sua…
Leia maisEleições autárquicas em 2020? Abel não acredita
Abel Chivukuvuku, à frente do projecto político PRA-JA Servir Angola, disse hoje, em Luanda, não acreditar que as primeiras eleições autárquicas do país aconteçam em 2020, porque o MPLA, partido no poder, receia o voto dos cidadãos. [dropcap]O[/dropcap] dirigente partidário exprimiu a sua posição antes da entrega hoje, no Tribunal Constitucional, de 23.492 declarações de aceitação, documentos exigidos para a legalização do partido. Segundo Abel Chivukuvuku, o ano está perto do fim e ainda não foi aprovado o pacote legislativo autárquico, um imperativo para a implementação do processo eleitoral. No…
Leia maisPara o juiz Aragão, gira fã
e girafa são confundíveis!
O Tribunal Constitucional de Angola, na pessoa do seu juiz presidente, Manuel da Costa Aragão, determinou a alteração da sigla PRA-JA do projecto Partido do Renascimento Angolano – Juntos por Angola, criado pelo político Abel Chivukuvuku, no prazo de 15 dias, supostamente por este ser similar à sigla PRJA da Comissão Instaladora cancelada de um Partido Republicano da Juventude de Angola que nunca existiu. Por Pedrowski Teca [dropcap]E[/dropcap]m despacho exarado no dia 20.08.2019, supostamente para efeitos de cumprimento do disposto no Artigo 19.º da Lei n.º 22/10 de 3 de…
Leia maisPRA-JA, lagosta em Luanda
ou mandioca no Bailundo?
Por acreditar no mensageiro e respeitar a mensagem, impõe-se que pergunte a Abel Chivukuvuku, hoje, aqui e agora, a propósito da formação do Partido do Renascimento Angolano – Juntos por Angola (PRA-JA), se aceita (a contrário dos tempos da – sua – CASA-CE) ser salvo pela crítica ou assassinado pelo elogio? Se é a ética que deve dirigir a política? Se as batalhas ganham-se ou perdem-se por causa dos generais ou por causa dos soldados? Se o importante são os que estão na primeira fila (para serem vistos) ou os…
Leia maisPRA-JA o apito tocou!
Partido do Renascimento Angolano – Juntos por Angola (PRA-JA) é o novo projecto político do antigo líder da CASA-CE, Abel Chivukuvuku, que submeteu hoje o processo de legalização da comissão instaladora ao Tribunal Constitucional. [dropcap]A[/dropcap] nova força política angolana é a segunda que Abel Chivukuvuku vai liderar, depois do seu afastamento, em Fevereiro deste ano, da presidência da Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral (CASA-CE). A cerimónia de lançamento do PRA-JA serviu para a votação da sigla e bandeira do partido, escolhida entre duas propostas apresentadas. A…
Leia maisChivukuvuku anuncia para breve um novo partido
O político angolano Abel Chivukuvuku disse hoje, em Luanda, que vai criar um novo partido, cujo nome será divulgado até 15 de Agosto, e que já vai concorrer às eleições autárquicas angolanas previstas para 2020. [dropcap]A[/dropcap]bel Chivukuvuku, que foi presidente da Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral (CASA-CE), segunda força da oposição que o MPLA (ainda) permite que exista (sobretudo porque tem total controlo sobre a sua actual direcção), até Fevereiro deste ano, disse ter-se reunido com cidadãos das províncias de Luanda e Bengo para recolher sugestões…
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