Agostinho Neto ao Poder, já!

O primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto, foi um construtor de pontes, que lutou pela união dos movimentos de libertação nacionais para fazer frente ao colonialismo português, considera o historiador Auxílio Muhongo, citado obviamente por um dos órgãos oficiais do MPLA, no caso o Jornal de Angola (JA). Por Orlando Castro Segundo o também professor universitário, Agostinho Neto criou condições para o diálogo com os demais líderes de movimentos políticos angolanos da altura, como Holden Roberto, da FNLA, e Jonas Savimbi, da UNITA, mostrando que o inimigo comum era…

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Canino e galináceo sipaio do MPLA

Ontem, João Pinto, um invertebrado sipaio/deputado do MPLA, escreveu sobre agressões dos manifestante pró-UNITA a jornalistas da TV Zimbo, recorrendo a uma foto do jornalista guineense Adão Ramalho, espancado no passado dia 12 de Março, em Bissau. Por Orlando Castro A detenção, em 2015, nos Estados Unidos da América, de várias pessoas acusadas de apoiarem a organização terrorista “Estado Islâmico” foi usada pelos invertebrados sipaios do regime do MPLA como pretexto para afirmarem que a prisão de várias pessoas acusadas de quererem derrubar o governo de Angola é algo “perfeitamente…

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A ausência de memória

Esta reflexão é uma singela homenagem ao Rui Oliveira, recentemente falecido, e um grito de revolta pela falta de memória de quem dirige a UNITA. O facto de eu ter sido militante da UNITA (nº 53 149 e membro nº 11 da JURA no Huambo, da qual, aliás, fui secretário do Departamento Cultural do Comité do Huambo) não me dá qualquer especial legitimidade. Mas também não ma tira. Por Orlando Castro Não sei se qualquer reflexão que ultrapasse o círculo de bajuladores, nesta caso da UNITA, onde também os seus…

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Amém Presidente!

O Presidente angolano (João Lourenço), bem como o Presidente do MPLA (João Lourenço) e o Titular do Poder Executivo (João Lourenço) “disseram” hoje que um país não se constrói em dez anos, tempo de mandato permitido constitucionalmente, e que vem cumprindo as suas promessas eleitorais. Deve ser verdade. Se o MPLA está no Poder há quase 46 anos e ainda não conseguiu… Por Orlando Castro (*) João Lourenço, que falava à imprensa no final da cerimónia de inauguração do Polo de Desenvolvimento Industrial de Saurimo, na província da Lunda Sul,…

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MPLA já sabe a percentagem da sua vitória em 2022

Em 2012, o secretário do Bureau Político do MPLA para a Informação, Rui Falcão Pinto de Andrade, disse ao jornalista Peter Wonacott (“The Wall Street Journal”) que “o fantasma da fraude, ou de qualquer outra coisa, advém daqueles que sabem, antecipadamente, que não têm capacidade para ganhar as eleições”. Por Orlando Castro Dez anos depois, se acaso o MPLA aceitar fazer eleições, a receita é a mesma. No entanto, reconheça-se, Rui Falcão tinha razão. E, sendo do MPLA, a razão é sua propriedade privada. E tem não porque a Oposição,…

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Transferir jacarés do Kwanza para o Cunene não fez deles vegetarianos

Acabar com a corrupção (roubar o que é de todos para benefício de alguns é corrupção) no reino do MPLA continua a ser como acabar com as vogais na língua portuguesa. Essa peregrina ideia de querer pôr, em Angola, os corruptos a lutar contra a corrupção é digna dos bons alunos que o regime do MPLA formou e formatou ao longo de quase 46 anos. Por Orlando Castro O combate à corrupção em Angola apresenta resultados mais baixos do que seria de esperar? Essa de chamar combate à fantochada do…

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Néscios querem sangue

O MPLA (partido que “só” está no poder em Angola desde 1975) está a viver o seu estertor (momento que antecede a morte, agonia) político de domínio absoluto, de único partido numa “democracia” de vários partidos. O seu órgão oficial (Jornal de Angola) é a prova provada disso. Por Orlando Castro Quando foi publicado o livro “Agostinho Neto – O Perfil de um Ditador – A História do MPLA em Carne Viva”, do historiador luso-angolano Carlos Pacheco, o MPLA disse: “A República de Angola está a ser vítima, mais uma…

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Governo do Povo (democracia) não serve ao MPLA

A democracia (aquela “coisa” que, segundo o MPLA, foi imposta a Angola e que considera contranatura por significar “governo do povo”) piorou nos países lusófonos, não existindo actualmente um único país de língua portuguesa classificado como “democracia plena”, revela o Índice da Democracia 2020. Por Orlando Castro Ou seja, tudo na mesma e com a comunidade internacional a cantar, a rir e a facturar com a desgraça dos africanos em geral e dos lusófonos em particular. Elaborado anualmente pela The Economist Intelligence Unit, ligada à publicação britânica The Economist, cuja…

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(Ex)celso excretor das ceroulas cor-de-rosa

Repensar os fantasmas é uma boa estratégia que, aliás, revela que o governo do MPLA (há quase 46 anos que Angola só conhece governos do MPLA) até da própria sombra tem medo. É que os fantasmas aparecem em vários formatos e configurações. Uns surgem na forma de Jonas Savimbi, outros na de Isabel dos Santos, outros ainda em formato de… “Folha 8”. Que o diga o “maninho” Celsinho Malavoloneke. Por Orlando Castro Enquanto secretário de Estado da Comunicação Social, Celso Malavoloneke, valorizou o ciclo de formação dirigido aos jornalistas, considerando…

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Ninguém é livre se não tiver memória

A representante de Angola junto das Nações Unidas e outras organizações internacionais, Margarida Izata, assegurou em Genebra (Suíça), que Angola está alinhada com o pensamento do Relator Especial e a Declaração feita pelo Grupo Africano que destacam a importância do «Dever de Memória». Por alguma razão, repetimos com orgulho e patriotismo, o Folha 8 tem como máxima “Jornalismo com memória desde 1995”… Por Orlando Castro A intervenção da embaixadora Margarida Izata centrou-se na temática “Reparação, Verdade e Justiça”, amplamente discutida durante a 45° Sessão do Conselho dos Direitos Humanos da…

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