O Pravda, ou Boletim Oficial, do regime de José Eduardo dos Santos (também conhecido por Jornal de Angola) volta hoje – como todos os dias – a ser a voz canina do dono, alvejando Portugal. É o estertor dos sipaios e do regime. Por Orlando Castro Em editorial, o pasquim acusa Portugal de “cumplicidade criminosa” de alguns “sectores” na guerra civil que terminou há 14 anos e a actual “incompreensão absurda” portuguesa e europeia. Na perspectiva de que o fim está próximo, os ratos preparam-se para abandonar o navio mas,…
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MPLA promete mais e melhor… para os seus
O MPLA, no poder desde 1975, diz que defende a contratação dos melhores quadros para gerir o país e travar a “gestão danosa” na administração pública. Como anedota até não está mal. A posição, promessa, propaganda vem expressa no comunicado do bureau político do Comité Central do partido, a propósito do dia da Paz e da Reconciliação Nacional, 4 de Abril, que invoca o fim da guerra civil em Angola (2002), cujo ato central comemorativo está, este ano, agendado para Saurimo, na Lunda Sul. Para aquele órgão, “no actual contexto…
Leia maisDe mentira em mentira para reescrever a (sua) história
O ministro da Defesa Nacional, João Lourenço, afirmou hoje, em Menongue, que entre as batalhas ocorridas no país, a do Cuito Cuanavale, na província do Cuando Cubango, foi a maior de todas, porque marcou o ponto de viragem do conflito em Angola e em toda a África Austral. Por Orlando Castro S e parasse por aqui, João Lourenço estaria perto da verdade. Mas não. Como está no ADN do regime, o Ministro continuou a propagar a mentira oficial, continuando a acreditar que dizendo vezes sem conta uma mentira ela se…
Leia maisProblemas actuais de Angola e alegada intervenção estrangeira
O Executivo angolano, particularmente, em torno do algumas vezes chamado “processo dos 17”, depois do aparente despertar do mundo para a falsidade da democraticidade e pacificidade autêntica do respectivo regime, encontra-se a promover uma forte campanha de debates internos e externos. Por Marcolino Moco E stes debates são claramente dirigidos no sentido de convencer a todos, que as medidas, no mínimo ilegais, contra pessoas que apenas se limitam a tentar exercer os direitos previstos na Constituição actual e no ordenamento internacional reconhecido pelo Estado, são uma consequência da necessidade de…
Leia maisA impressão digital
O Director Adjunto do “Jornal de Angola”, Filomeno Manaças, também deixou a impressão digital nas críticas do regime ao relatório do Parlamento Europeu que, mais uma vez, mostra que o nosso país não é aquilo que o MPLA pinta. Por Norberto Hossi M as isso até nem é importante. Interessa é recordar que – como disse em 2012 o Filomeno Manaças- “o eleitor já sabe em quem votar”. É altura de se começar a falar disso, não vá uma purga ao estilo 27 de Maio de 1977 começar um dia…
Leia maisProdução petrolífera em baixa, propaganda em alta
A produção de petróleo em Angola não deve ficar muito acima dos 1,8 milhões de barris por dia no próximo ano, sendo por isso “difícil de perceber” (a não ser à luz da propaganda) a previsão de 10,7% de crescimento para este sector, escreve a revista The Economist. Os peritos da unidade de análise económica (Economist Intelligence Unit) da revista britânica lembram que em Setembro a Agência Internacional da Energia previu que Angola iria tornar-se o maior produtor de petróleo na África subsaariana em 2016, “ultrapassando a Nigéria por causa…
Leia maisFalar de crescimento de 9,7% é vender gato por candimba
O badalado crescimento de 9,7% para o próximo ano em Angola, previsto no Orçamento Geral do Estado, “serve mais para promover a imagem externa e atrair investimento externo” do que para descrever a realidade, considera a Economist Intelligence Unit (EIU). Apropósito do OGE para o próximo ano, os peritos da unidade de análise económica da revista britânica The Economist consideram que “Angola gosta de promover a sua imagem no exterior para atrair investimentos internacionais, e habituou-se a ser associada globalmente como uma das economias de África que mais cresce”, por…
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