A UNITA, maior partido da oposição em Angola que, a muito custo, o MPLA ainda permite, disse hoje que a larga maioria das propostas de lei submetidas ao parlamento pelo Presidente do MPLA, nas funções – por inerência – de Presidente da República, general João Lourenço, “ofendem a Constituição”, prometendo agir para as travar. partido anunciou que vai apresentar um parecer ao Tribunal Constitucional (TC) sobre as “leis que ofendem a Constituição”, como a das carreiras militares, de notícias falsas e das Organizações não Governamentais (ONG). Para a deputada Mihaela…
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“PRESOS POLÍTICOS” ESQUECIDOS EM ANGOLA?
Estado mantém encarcerados cidadãos considerados “presos políticos”. Entre os detidos estão os activistas Osvaldo Kaholo e Serrote José de Oliveira. Outros já se encontram em liberdade, mas prometem continuar a lutar. Por Manuel Luamba / DW Foto: A. Guerra ecentemente, a ONG Friends of Angola enviou uma carta ao Presidente angolano, João Lourenço, exigindo do Chefe de Estado uma posição pública sobre os “presos políticos”. Em Angola, entre os cidadãos detidos considerados “presos políticos” continuam os ativistas Osvaldo Kaholo e Serrote José de Oliveira, conhecido como “General Nila”. Osvaldo Kaholo,…
Leia maisDE KUNDY PAIHAMA A JOÃO LOURENÇO
Numa entrevista que dei à secção de língua portuguesa da Rádio Deutsche Welle e que foi transmitida no dia 30 de Setembro de… 2008 , dia em que os novos deputados angolanos tomavam posse, entre os quais estava, pelo MPLA, o mais velho parlamentar, com 94 anos, o rei Ekuikui IV, afirmei que os militares estavam subordinados ao poder político. Com esta afirmação estraguei tudo. Pudera! Por Orlando Castro estraguei tudo porque, na verdade, é o contrário. Na época bastava ver que, por exemplo, o general Hélder Vieira Dias, Kopelipa,…
Leia maisFACEBOOK, META… GENTALHA NADA RECOMENDÁVEL
“Gente pouco recomendável – Uma história real sobre poder, ganância e idealismo perdido” é uma obra assinada pela ex-directora de Políticas Públicas Globais do Facebook. “Este é o livro que Mark Zuckerberg tentou silenciar”. A autora, Sarah Wynn-Williams, é uma ex-diplomata neozelandesa e advogada que trabalhou durante sete anos no Facebook e decidiu contar o que por lá viveu num mundo económico e financeiro putrefacto e criminoso. Por Norberto Hossi obra foi descrita pelo The New York Times como “um retrato feio e detalhado de uma das empresas mais poderosas…
Leia maisCOMO A METRÓPOLE DESCOLOU EM 50 ANOS E AS COLÓNIAS ESTAGNARAM
Um dia. 8 de Janeiro de 2026. Um acto. Eleições presidenciais. Segunda volta. Dois candidatos. António José Seguro, André Ventura. Um voto. Electrónico. Multiplicativo, de milhões. Em Portugal e diáspora. Sem batota. Sem fraude. Sem reclamação, sobre os actos da CNE. Sem Manico de Angola. Eterno suspeito. Fraudulento… incendiário. Partidocrata… Por Kuiba Afonso á o Manuel da Silva é íntegro. Aqui o juiz, vergonhosamente, não honra a magistratura. Prefere deixar, aos filhos, a herança dos “dólares de sangue” e não a honra, os valores e a ética… A corrupção fala…
Leia maisMAIS DE 20 MILHÕES DE POBRES COMPROVAM HUMANISMO DO MPLA
O MPLA (no poder há 50 anos) rejeitou hoje um alegado silenciamento de vozes críticas à governação que privilegia os poucos que têm milhões e esquece os milhões têm pouco, ou nada, em Angola, e garantiu existir pluralidade e democracia, considerando “difamatória” a hipótese de um terceiro mandato do actual Presidente do MPLA e que, por inerência, também é Presidente da República, general de três estrelas, João Lourenço. presidente do grupo parlamentar do Movimento Popular de Libertação de Angola, Reis Júnior, afirmou hoje na Assembleia Nacional que em Angola ninguém…
Leia maisMENTIR É UM DANTESCO DEVER REVOLUCIONÁRIO
Os arautos da mentira, não desistem. Nem mesmo vendo o contínuo afundar da nau. 50 anos depois, o regime persegue o mesmo destino do Titanic. E, de atacado, arrasta terceiros de boa-fé. Por William Tonet bússola ideológica, tem o ponteiro fixado no pipeline de petróleo público, desviado para alimentar bolsos privados, partidocratamente, identificáveis. Amanhã, poderão vir a ser, criminalmente, imputáveis com penas insusceptíveis de amnistia. Isso por os cofres do Estado continuarem, programadamente, a ser saqueados pelo colarinho vermelho, preto e amarelo, colocando-os na linha vermelha. Delapidados. Vão atingir, o…
Leia maisSÓ EU SEI QUEM (SE FOR O CASO) ME VAI SUBSTITUIR
O general João Lourenço, líder do MPLA e por inerência (sem eleição) Presidente da República, disse hoje que os militantes do seu partido (que apenas está no Poder há… 50 anos) que manifestam intenção de se candidatarem à presidência desta organização política, só querem “barulho, confusão e distracção”. Se alguém, por deficiência mental, tivesse dúvidas sobre a democraticidade do MPLA ficou esclarecido. general João Lourenço que, recorde-se, de 1978 a 1982 recebeu na então União Soviética formação militar, tendo-se especializado em artilharia pesada, sendo que na URSS obteve igualmente o…
Leia maisDAQUI NÃO SAIO, DAQUI NINGUÉM ME TIRA
O general João Lourenço, líder do MPLA e por isso também Presidente da República, defendeu hoje que múltiplas candidaturas à liderança no próximo congresso “não beliscam a harmonia” do partido, escusando-se a falar sobre o futuro candidato às eleições de 2027, mas garantindo que apenas um nome será apresentado. general João Lourenço, também Presidente de Angola, não eleito e que ocupa o cargo por ser Presidente do MPLA, falava aos jornalistas após inaugurar a nova sede nacional do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), acto integrado nas comemorações do…
Leia maisEXTERMINADORES DO PRESENTE ASSASSINAM FUTURO COLECTIVO
A liderança do MPLA mostra, publicamente, não ser preciso desenhar a lógica rocambolesca e camaleónica de piscar à direita, mas virar à esquerda. Textualizar democracia e praticar autocracia, não confere o estatuto de democrata, mas de ditadura. Por William Tonet s votos legítimos não são bastantes para a alternância, por a força do fúsil, impor a continuidade na lógica dantesca de mudar, o que nada muda(rá)… Em 2027, com base no acervo das duas anteriores batotas eleitorais (2012-2017; 2017-2022), competirá aos novos eleitores, maioritariamente jovens, despidos dos estilhaços das guerras,…
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