Telstar atira a pedra a João Lourenço mas esconde a mão

O Presidente João Lourenço anulou no passado dia 18 o concurso público internacional para a quarta operadora de telecomunicações em Angola, alegando que a empresa vencedora (a Telstar) não apresentou resultados operacionais dos últimos três anos, como impunha o caderno de encargos. Menos de uma semana depois, hoje, a Telstar responde ao Presidente escudando-se num esclarecimento sobre os maus da fita: os Jornalistas. Pela parte do Folha 8, para além de reproduzir a íntegra o comunicado da Telstar, reitera o que escrevemos no dia 12 de Abril e que, em…

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Unitel ataca a PT Ventures

A empresa de telecomunicações móveis angolana Unitel refutou esta quarta-feira as acusações da PT Ventures na acção judicial apresentada em Angola, considerando-as “infundadas e difamatórias”, criticando a pretensão de afastamento da administração liderada por Isabel dos Santos. Em comunicado, a Unitel refere que a PT Ventures (que agrega os activos africanos que transitaram da Portugal Telecom para a brasileira Oi), accionista da operadora angolana com uma quota de 25%, alega que a administração se tem recusado a pagar dividendos pendentes, acusação que a administração afirma não corresponder à verdade. “As…

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Angosat1 já está no espaço

O primeiro satélite dito angolano começou cerca das 19 horas, como previsto, a sua trajectória para o espaço, a partir da estação de lançamento de Baikonur, Cazaquistão, onde permanecerá 15 anos úteis. Após o lançamento pelo foguete transportador ucraniano Zenit, o satélite levará 7 horas para ficar em órbita e depois terá mais ou menos dois a três meses de testes. Findo este período, o equipamento estará apto para ser usado, até completar os 15 anos previstos de vida útil. Uma delegação angolana, composta pelo ministro das Telecomunicações e Tecnologia…

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Concorrência não se consegue por decreto

A consultora BMI Research considera que a abertura do mercado angolano das telecomunicações a um novo operador é positiva porque traz mais concorrência, mas alerta que a entrada obrigará a um avultado investimento inicial, limitando o interesse. Mais uma consultora que descobriu que os jacarés sabem nadar. “E ntrar no mercado angolano vai obrigar a um investimento extenso; consequentemente, acreditamos que só os operadores já estabelecidos e com financiamento robusto e uma marca já existe, como a Viettel, Orange ou Vodafone, podem ter sucesso, mas a insistência do Governo em…

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Aí está a privatização parcial da Angola Telecom

O Governo angolano oficializou que está em curso o processo de privatização de 45% do capital social da Angola Telecom, que, entretanto, já recebeu do Estado o título que a habilita como terceiro operador nacional da rede móvel. O executivo decidiu também nomear um novo Conselho de Administração para a empresa estatal de Transportes Colectivos e Urbanos de Luanda (TCUL). A informação consta de um edital publicado pelo Ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, que acrescenta que esta alienação insere-se já no recente plano intercalar aprovado pelo Presidente João…

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Estado garante dinheiro para o cabo submarino

O Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA), detido pelo Estado/regime angolano, vai financiar com 130 milhões de dólares (116 milhões de euros) a instalação de um cabo de telecomunicações submarino ligando Angola, Brasil e os Estados Unidos da América. De acordo com informação do Ministério das Finanças angolano, o acordo para este financiamento, que envolve uma Garantia Soberana da República de Angola, prevê ainda a construção de um ‘datacenter’ no Brasil e foi ontem assinado com o BDA, em Luanda. O projecto em causa, em que a empresa Angola Cables…

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Segue-se a Guiné Telecom

Segue-se a Guiné Telecom - Folha 8

A operadora de telecomunicações angolana, Unitel (de Isabel dos Santos), manifestou interesse em comprar a Guiné Telecom, tecnicamente falida, mas aguarda pelo lançamento de um concurso internacional por parte do Estado guineense, disse hoje fonte oficial em Bissau. E unice Lopes Esteves, presidente da Comissão de Gestão e Reestruturação das empresas Guiné Telecom e Guinetel (ambas detidas maioritariamente pelo Estado, mas falidas), deu esta indicação aos jornalistas à margem da abertura da primeira conferência sobre “As Telecomunicações na Guiné-Bissau”. Na iniciativa, que deve decorrer até quinta-feira, compareceram alguns potenciais interessados…

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