Cabinda atrás das grades

Arão Bula Tempo, advogado e presidente do Conselho Provincial de Cabinda da Ordem dos Advogados de Angola, foi proibido pelas autoridades angolanas de sair do enclave, sob pena de violar a sua liberdade condicional. O activista cabinda e presidente do conselho provincial da Ordem dos Advogados em Cabinda, Arão Bula Tempo, foi impedido de sair de Cabinda quando tentava viajar para a província de Benguela, a convite da Associação OMUNGA, onde deveria presidir à uma conferência de imprensa para falar da actual situação dos Direitos Humanos em Cabinda, e em…

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Activistas de Cabinda continuam sujeitos ao arbítrio de Luanda

Activistas de Cabinda continuam sujeitos ao arbítrio de Luanda

O prazo limite da prisão preventiva (se estivéssemos a falar de um Estado de Direito) aplicada pelo regime angolano a dois activistas de Cabinda, esgota-se hoje (terça-feira), sem que ambos tenham sido ainda ouvidos em interrogatório ao fim de 45 dias. A informação foi transmitida por Francisco Luemba, admitindo como cenário “mais realista” que o Ministério Público de Cabinda renove o pedido de manutenção da prisão preventiva dos dois activistas, detidos a 14 de Março, envolvidos na convocação de uma manifestação contra a violação dos direitos humanos naquele enclave, que se…

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FLEC exige libertação imediata

FLEC exige libertação imediata - Folha 8

A direcção da FLEC/FAC condena vigorosamente as graves violações dos Direitos Humanos cometidas pelas forças de segurança angolanas e pelas FAA com instruções directas das suas chefias. A situação dos activistas da sociedade civil detidos em Cabinda há mais de um mês, é resultado da incapacidade e desespero dos generais angolanos de silenciar as reivindicações das associações de defesa dos Direitos Humanos em Cabinda. Uma vez mais a FLEC condena os actos de extrema violência e constantes violações dos Direitos Humanos promovidos pelas forças armadas angolanas contra civis em Cabinda.…

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Abaixo-assinado para libertar activistas de Cabinda

Abaixo-assinado para libertar activistas de Cabinda - Folha 8

Activistas dos direitos humanos e personalidades angolanas pedem a libertação imediata de José Mavungo e Arão Tempo, detidos há mais de um mês. As autoridades justificam a detenção com a situação política no enclave. Por Nelson Sul d’Angola (*) O activista dos direitos humanos José Marcos Mavungo e o advogado Arão Bula Tempo são “presos políticos” e devem ser libertados imediatamente, afirma um grupo de defensores dos direitos humanos e personalidades angolanas num abaixo-assinado. José Mavungo, de 56 anos, e Arão Tempo, de 52 anos, estão detidos em Cabinda desde…

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É cabinda? Então é culpado

É cabinda? Então é culpado - Folha 8

O padre cabinda Raúl Tati afirmou hoje que a situação vivida em Cabinda nos últimos dias, em termos de direitos humanos, resulta da falta de uma “solução do Governo de Angola” para aquela região. R aúl Tati, igualmente activista, falava hoje à agência Lusa à margem de uma conferência sobre direitos humanos, em Luanda, comentando as recentes detenções de activistas naquele enclave, onde também reside, quando tentavam organizar manifestações de contestação. Defendeu que o que está acontecer em Cabinda é “o recrudescimento da repressão contra todas aquelas vozes sonantes e…

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Podem matar os mensageiros, mas a mensagem, essa é eterna

Podem matar os mensageiros, mas a mensagem, essa é eterna - Folha 8

A autonomia para a “província” de Cabinda é uma das teses que a UNITA defende. Seria meio caminho andado… se os donos do poder da potência ocupante, Angola, a isso estivessem receptivos. Mas não estão. O MPLA não vai nisso. Por Orlando Castro A UNITA elegeu a descentralização político-administrativa de Cabinda, por entender que é a via para a resolução da “complexidade dos problemas históricos” do que chama enclave. A UNITA refere que só essa “descentralização” permite “maior agilidade, participação democrática e eficiência” na administração territorial e “consolidação da paz…

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Manifestações em Cabinda?
Só se forem a favor do regime

Manifestações em Cabinda? Só se forem a favor do regime - Folha 8

Três activistas dos direitos humanos foram hoje detidos em Cabinda, antes da anunciada manifestação que visava precisamente exigir a libertação de outros dois elementos, detidos há quase um mês e que se encontram muito doentes. M ais uma vez verificou-se a presença de um forte dispositivo policial, com apoio militar, nas ruas de Cabinda relacionado com o anúncio desta manifestação por um grupo de membros da sociedade civil local. “Muita polícia, como era de esperar, na cidade. Como alguém dizia há pouco, o céu de Cabinda está todo nebuloso”, revelo…

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Cabinda, Timor, Kosovo

Cabinda, Timor, Kosovo - Folha 8

Timor-Leste fez um referendo que permitiu que o território, embora sob suposta administração portuguesa mas de facto ocupado militarmente pela Indonésia, e considerado província desta, se tornasse independente. Terá Cabinda similitudes com Timor-Leste? E com o Kosovo? Por Orlando Castro E mbora a comunidade internacional (CPLP, União Europeia, ONU, União Africana) assobie para o lado, o problema de Cabinda existe e não é por não se falar dele que ele deixa de existir. E não é por lá estarem milhares de militares e toneladas de material de guerra que o…

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Drama humano em Cabinda

Em Cabinda vale (mesmo) tudo - Folha 8

O estado de saúde dos detidos José Marcos Mavungo, 56 anos de idade, funcionário da Chevron e defensor dos direitos humanos em Cabinda, e de Arão Bula Tempo, 52 anos de idade, Advogado-Presidente do Conselho Provincial da Ordem dos Advogados em Cabinda e igualmente defensor dos direitos humanos, está a deteriorar a cada dia que passa desde a sua detenção no pretérito dia 14 de Março de 2015. Por Raul Tati N a semana passada, Arão Tempo teve uma crise hipertensiva e recusou-se a ser assistido pelos médicos que os…

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EUA sacam em Cabinda

EUA sacam em Cabinda - Folha 8

Um fórum económico Angola-EUA realiza-se hoje em Cabinda, para onde se deslocou uma missão empresarial norte-americana composta por 12 empresas. Para este efeito os EUA sabem onde fica Cabinda. A missão empresarial, que realiza desde sábado uma pesquisa de mercado de oito dias, integra empresas da agricultura, saúde, geologia e minas, indústria, tecnologias de informação, construção e energia. Sobre o fórum, a governadora da província de Cabinda, Aldina da Lomba Catembo, referiu que as oportunidades de investimento estão viradas para a agricultura, pecuária, indústria transformadora, hotelaria e turismo e ensino…

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