A Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC) pediu a adesão do território à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) “como país Observador-Associado”, divulgou hoje o movimento. Por Orlando Castro [dropcap]O[/dropcap] pedido foi feito pelo comandante António Luís Lopes, presidente da FLEC e do “governo cabindês no exílio”, numa carta dirigida ao secretário executivo da CPLP, Murade Isaac Murargy, datada de 3 de Agosto. “Nós, legítimos representantes do povo de Cabinda e de sua justa luta, queremos fazer parte da CPLP como país Observador-Associado esperando alcançar plenamente a…
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FLEC/FAC exige a prisão dos generais Kopelipa e Zé Maria
A Direcção Política da FLEC/FAC, “requer a imediata prisão” do general Manuel Hélder Vieira Dias Júnior “Kopelipa”, ministro de Estado e chefe da Casa Militar da Presidência da República, e do general António José Maria “Zé Maria” chefe do Serviço de Inteligência e Segurança Militar (SISM) das Forças Armadas Angolanas (FAA), “por crimes contra a humanidade e crimes de guerra cometidos em Cabinda durante os últimos cinco anos.” [dropcap]E[/dropcap] is, na íntegra, o comunicado da FLEC/FAC hoje enviado à nossa Redacção a partir de Paris: “Solicitamos ao Tribunal Federal Penal…
Leia maisFLEC/FAC ameaça de morte o general angolano José Maria
Em comunicado, assinado por Jean Claude Nzita, porta-voz da organização, a Direcção Político Militar da FLEC/FAC, “adverte o general sanguinário e mafioso António José Maria”, para não colocar “os pés em Cabinda, caso contrário à sua cabeça será fixado o preço”. [dropcap]A[/dropcap] lerta a FLEC/FAC que “Cabinda não é uma casa de repouso para este criminoso desonesto”, pelo que a “sua presença em Cabinda será um acto de provocação”, pelo que a organização “responderá severamente a qualquer provocação, aplicando a lei da retaliação”. Tudo porque, diz a FLEC/FAC, “este homem…
Leia maisCabindeses não são livres
Adolfina Mavungo, mulher do activista dos Direitos Humanos, José Marcos Mavungo, detido há mais de três mesas pelas autoridades angolanas em Cabinda, deu uma conferência de imprensa em Benguela, onde falou sobre a situação do seu marido na prisão. [dropcap]N[/dropcap] a conferência de imprensa, a convite da ONG OMUNGA, Adolfina Mavungo, começou por falar do estado de saúde do seu marido. Segundo ela, a situação clínica de José Marcos Mavungo é bastante preocupante, agravando-se a cada dia que passa. Por outro lado, insistiu que o único ”crime” que ele cometeu…
Leia maisCabinda atrás das grades
Arão Bula Tempo, advogado e presidente do Conselho Provincial de Cabinda da Ordem dos Advogados de Angola, foi proibido pelas autoridades angolanas de sair do enclave, sob pena de violar a sua liberdade condicional. [dropcap]O[/dropcap] activista cabinda e presidente do conselho provincial da Ordem dos Advogados em Cabinda, Arão Bula Tempo, foi impedido de sair de Cabinda quando tentava viajar para a província de Benguela, a convite da Associação OMUNGA, onde deveria presidir à uma conferência de imprensa para falar da actual situação dos Direitos Humanos em Cabinda, e em…
Leia maisActivistas de Cabinda continuam sujeitos ao arbítrio de Luanda
O prazo limite da prisão preventiva (se estivéssemos a falar de um Estado de Direito) aplicada pelo regime angolano a dois activistas de Cabinda, esgota-se hoje (terça-feira), sem que ambos tenham sido ainda ouvidos em interrogatório ao fim de 45 dias. [dropcap]A[/dropcap] informação foi transmitida por Francisco Luemba, admitindo como cenário “mais realista” que o Ministério Público de Cabinda renove o pedido de manutenção da prisão preventiva dos dois activistas, detidos a 14 de Março, envolvidos na convocação de uma manifestação contra a violação dos direitos humanos naquele enclave, que se…
Leia maisFLEC exige libertação imediata
A direcção da FLEC/FAC condena vigorosamente as graves violações dos Direitos Humanos cometidas pelas forças de segurança angolanas e pelas FAA com instruções directas das suas chefias. [dropcap]A[/dropcap] situação dos activistas da sociedade civil detidos em Cabinda há mais de um mês, é resultado da incapacidade e desespero dos generais angolanos de silenciar as reivindicações das associações de defesa dos Direitos Humanos em Cabinda. Uma vez mais a FLEC condena os actos de extrema violência e constantes violações dos Direitos Humanos promovidos pelas forças armadas angolanas contra civis em Cabinda.…
Leia maisAbaixo-assinado para libertar activistas de Cabinda
Activistas dos direitos humanos e personalidades angolanas pedem a libertação imediata de José Mavungo e Arão Tempo, detidos há mais de um mês. As autoridades justificam a detenção com a situação política no enclave. Por Nelson Sul d’Angola (*) [dropcap]O[/dropcap] activista dos direitos humanos José Marcos Mavungo e o advogado Arão Bula Tempo são “presos políticos” e devem ser libertados imediatamente, afirma um grupo de defensores dos direitos humanos e personalidades angolanas num abaixo-assinado. José Mavungo, de 56 anos, e Arão Tempo, de 52 anos, estão detidos em Cabinda desde…
Leia maisÉ cabinda? Então é culpado
O padre cabinda Raúl Tati afirmou hoje que a situação vivida em Cabinda nos últimos dias, em termos de direitos humanos, resulta da falta de uma “solução do Governo de Angola” para aquela região. [dropcap]R[/dropcap] aúl Tati, igualmente activista, falava hoje à agência Lusa à margem de uma conferência sobre direitos humanos, em Luanda, comentando as recentes detenções de activistas naquele enclave, onde também reside, quando tentavam organizar manifestações de contestação. Defendeu que o que está acontecer em Cabinda é “o recrudescimento da repressão contra todas aquelas vozes sonantes e…
Leia maisPodem matar os mensageiros, mas a mensagem, essa é eterna
A autonomia para a “província” de Cabinda é uma das teses que a UNITA defende. Seria meio caminho andado… se os donos do poder da potência ocupante, Angola, a isso estivessem receptivos. Mas não estão. O MPLA não vai nisso. Por Orlando Castro [dropcap]A[/dropcap] UNITA elegeu a descentralização político-administrativa de Cabinda, por entender que é a via para a resolução da “complexidade dos problemas históricos” do que chama enclave. A UNITA refere que só essa “descentralização” permite “maior agilidade, participação democrática e eficiência” na administração territorial e “consolidação da paz…
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