O Conselho Nacional de Transição da Guiné‑Bissau endurece o tom contra líderes da CPLP. Acusa agora (e mais uma vez) o Presidente do MPLA que, por inerência, é também Presidente da República de Angola, general João Lourenço, de “hipocrisia” e “eleições fraudulentas”. Por Orlando Castro ntre os líderes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), o actual regime guineense deixou de fora apenas Moçambique e o Brasil. No poder desde novembro de 2025, o CNT tem reagido de forma contundente a todas as declarações externas que condenam o golpe…
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BRANQUEAR É FÁCIL, BARATO E RENDE MILHÕES
“O Processo” surge no âmbito do programa “Nossas Memórias – Comemoração dos 50 anos de Independência de Angola”, a realizar na Universidade do Porto durante o ano de 2026. Recorde-se que a FLUP (Faculdade de Letras da Universidade do Porto) tem funcionado – e bem – como sucursal do MPLA, ajudando a branquear os crimes (incluindo massacres) do partido que gere Angola desde a independência. Por Orlando Castro ssim, “O Processo” é o título da série que propõe uma viagem até Angola durante o domínio colonial. Escrita e dirigida por…
Leia maisSEGURO MERECE O VOTO DOS PORTUGUESES
No dia 7 de Abril de 2010, sob o título «Que ninguém mexa em Mexia em homenagem a 700 mil desempregados e a 40% de pobres!». Domingo, os portugueses vão escolher entre António José Seguro e o líder da seita fascista, racista, xenófoba e homofóbica. Por Orlando Castro deputado do PS António José Seguro questionou o ministro das Finanças se existem desde 2008 orientações específicas do Governo sobre o estatuto remuneratório dos gestores públicos e quais as empresas abrangidas por essas orientações. Ao que parece, embora sejam poucos, há socialistas…
Leia maisONDE PARAM, EM PORTUGAL, OS DISCÍPULOS DE FERNANDO LIMA?
Fernando Lima, o então consultor político do Presidente da República de Portugal, Cavaco Silva, e seu ex-assessor de imprensa, considerava que “uma informação não domesticada constitui uma ameaça com a qual nem sempre se sabe lidar”. Por Orlando Castro um artigo de opinião publicado no primeiro número da versão brasileira da revista Campaigns & Elections sobre “a importância da agenda”, Fernando Lima assume o que todos já sabiam, o que todos sabem mas que importa relembrar, que jornalista “bom” é todo aquele que aceita ser um criado de luxo do…
Leia maisUM MILHÃO DE PROVAS CONTRA PROZÓICOS JORNALEIROS
Tal como diz o Jornalista Carlos Narciso, também eu “não sou imparcial porque distingo entre o bem e o mal e não aceito pactuar com pessoas, organizações ou ideias racistas, xenófobas” e homofóbicas. Chamem-se eles André Ventura ou Miguel Milhão. Por Orlando Castro m Portugal ninguém noticia o desaparecimento, nos últimos anos, de centenas de jornalistas portugueses devido aos ataques de empresários criminosos, de governantes corruptos, de estratégias de silenciamento total de todos aqueles que não têm o cérebro nos intestinos. De facto, o jornalismo tradicional em Portugal está em…
Leia maisADEUS SOBRINHO
O Nvunda Tonet, bem como Sedrick de Carvalho, sempre me trataram por “Tio Orlando”, pondo o meu coração a bater mais forte e a minha angolanidade no topo do Morro do Moco. Agora resta-me, neste mundo, o Sedrick. O Nvunda garantirá este trato lá onde estiver, certamente sob a admiração de Nzambi, um Deus que só admira os bons. Por Orlando Castro ntem olhei a chuva amarga que batia /tão felina quanto agre e agreste / nas vidraças do meu coração. / Fiquei sem saber se era pesadelo / ou…
Leia maisASCENSÃO DA DIREITA COLONIAL OU DA POLÍTICA DE VIÉS COLONIAL
O cenário não é animador, para os portugueses, muitos, amantes das liberdades e contrários a qualquer tipo de fascismo, discriminação, racismo, autoritarismo e colonialismo, mesmo o incubado, quanto ao resultado eleitoral de 18 de Janeiro de 2026. Mas, também, não o é ante os candidatos que disputam o cadeirão presidencial, para as sociedades civis e oposição políticas nos Palop’s (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa) e África. Por William Tonet ualquer que seja o vencedor final, em nada alterará, pressionará ou influenciará o cenário político institucional em Angola, Moçambique, Guiné-Bissau,…
Leia maisSEGURO DERROTA, PARA JÁ, FASCISMO, RACISMO E XENOFOBIA DE VENTURA
O confronto na segunda volta das eleições presidenciais em Portugal entre a honorabilidade de António José Seguro, e um candidato de extrema-direita, fascista, xenófobo, racista e radical (uma simbiose de Donald Trump, Salazar ao estila de Hitler) , André Ventura, merece hoje destaque na imprensa internacional. Por Orlando Castro com Lusa Num artigo com o título “O socialista Seguro e o radical Ventura disputarão a segunda ronda das Presidenciais em Portugal”, o espanhol El País sublinha a forma como António José Seguro, “retirado da política nos últimos dez anos” e…
Leia maisO REGRESSO DA COLONIZAÇÃO IMPERIAL
O mundo acordou, nos primeiros três dias do mês de Janeiro do ano 2026, com o olhar fixo no retrovisor. Na era uma imagem actual, mas do pretérito século XVI. O século das trevas, onde os senhores dos impérios escravocratas e colonialistas, disputavam escravos robustos e as terras ricas dos autóctones, tornando-as suas pela força. Por William Tonet ntes as cruzadas (invasões) eram feitas a cavalo ou por caravelas, hoje, são helicópteros, drones e mísseis pelos céus. Foi assim. 2026. Século XXI! Na América Latina… Infelizmente, mesmo, sendo, hoje, maioritariamente,…
Leia maisPOBRES PODEM ESTIMULAR SUBLEVAÇÃO SOCIAL
O ano aproxima-se do fim. Um fim previsível e visível, próximo da funesta realidade da fome extrema, planificada pela política económica do regime. O Presidente da República, João Lourenço, reconheceu sem ressentimento ter sido, 2025, um ano mau… Com omissão… Não disse para quem… Seguramente, não se referia aos 20 milhões de pretos pobres… Mas das bolsas partidárias dos CAP’s não abastecidas com os milhões das adjudicações financeiras desviadas dos cofres públicos. Por William Tonet as como existe congresso do MPLA, em 2026 e, “bicefalicamente”, existe possibilidade de “nomeação”, e,…
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