24 de Novembro de 2018. Luís Montenegro já frequentava os prostíbulos políticos de Lisboa. A conferência de imprensa, em Lisboa, do Presidente João Lourenço, foi interrompida por uma órfã dos massacres, ou genocídio, do 27 de Maio de 1977, que tentava recitar um poema em memória dos pais, vítima dos massacres ordenados por Agostinho Neto, o único herói nacional permitido pelo MPLA, e que agora foi homenageado pelo primeiro-ministro do reino… lusitano. Por Orlando Castro Presidente angolano (não eleito), João Lourenço, permitiu a intervenção, mas não autorizou que declamasse o…
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MISSÃO DO JORNALISTA É PEREGRINA: ESCRUTINAR O PODER
“O jornalista, principalmente, de países africanos e em vias de desenvolvimento, comprometido com a esquerda social, as liberdades, os direitos fundamentais, a justiça, não tem como objecto embalar um governo, fundamentalmente, se assimilado e complexado, ante a colonização ocidental. Mais, não pode fazer apologia, diante de um “oceano de pobreza” a um sistema político de extrema-direita e economia neoliberal, comprometido com organizações de Bretton Woods, talhadas para a eterna pobreza de África e de Angola. Por William Tonet oje, um jornalista angolano, diante do mar de sangue, “produzido” pela polícia,…
Leia maisTAPETE (MESMO DE LUXO) DO PODER, NUNCA!
A crise, seja ela qual for, exista ou não, é sempre uma solução para os problemas que afectam a Comunicação Social portuguesa e que, muitas vezes, resultam apenas de um simples factor – a incompetência. Mas há também corrupção, bajulação, servilismo e similares. Por Orlando Castro orque já foi passado o atestado de óbito à competência, os donos das empresas, bem como os donos dos donos, apostam tudo na procura de problemas para a solução, de modo a que as suas linhas de enchimento trabalhem apenas para os poucos que…
Leia maisO (SÍMIO) EMBALO DE… EMBALÓ
Regressado da China, o presidente do não-Estado que dá pelo nome de Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, não gostou que um jornalista lhe fizesse uma pergunta sobre as eleições. Mostrando todo o seu nível, foi bem explícito na resposta: “Vá para o caralho”. Para mim, qualquer macaco seria melhor presidente. Por Orlando Castro s macacos (embora possam parecer certos humanos que conhecemos, como agora aconteceu com Umaro Sissoco Embaló) reconhecem os membros do seu grupo, bando, partido etc., mesmo depois de separados durante 25 anos, o que representa a memória social…
Leia maisSAMAKUVA “CONTRA” ADALBERTO BENEFICIA LOURENÇO & MPLA
Uma guerra com contornos sinuosos, entre dois grandes “maninhos” do Galo Negro, domina a arena política, em Julho de 2024, com “impressões” digitais do regime, com datas e actores… Por William Tonet s mágoas, nunca saradas, são antigas, remontam do fim da era “samakuvista”, com a ascensão de um sucessor fora da sua órbita. Logo depois emergem os “caiques”, com assessoria do regime e da comunicação social pública, intentando no Tribunal Constitucional, um pedido de verificação sobre alegadas irregularidades no XIII Congresso da UNITA de 2019, dentre as quais a…
Leia mais“A PARTIR DE AGORA NÃO TEMOS DESCULPAS”
A propósito da visita de José Ramos-Horta, Presidente de Timor-Leste, a Angola, que o Folha 8 noticiou ontem com o título “Bajulação acéfala e invertebrada”, sem alterar uma vírgula, apenas recordando que as palavras voam mas os escritos são eternos, reproduzo uma entrevista que fiz a Xanana Gusmão, publicada em 13 de Fevereiro de 1999 no Jornal de Notícias (Portugal). Por Orlando Castro ornal de Notícias – O presidente Habibie admite a independência de Timor-Leste ainda este ano. Acredita nisso? Xanana Gusmão – Acredito. O Governo indonésio está a levar…
Leia maisQUANDO A LUTA CONTRA A CORRUPÇÃO É… CRIME
Sou um homem de esquerda social, defensor da economia de mercado, mas, também, do controlo do Estado na economia, enquanto maior promotor do desenvolvimento educativo, industrial, económico e agro-pecuário, comprometido com a transformação das riquezas internas e com um plano económico e social assente no bem estar da maioria pobre. Por William Tonet actual política económica neoliberal do Titular do Poder Executivo é ruim, desajustada, com laivos de criminalidade contra os pobres. Ela é defensora acérrima dos interesses dos bancários, dos “milionários – partidocratas” e do capital externo, ancorado na…
Leia maisSEIS POR MEIA DÚZIA, A BEM DO MPLA
Em entrevista à Lusa, que o apresenta como escritor, João Melo defendeu que a contestação faz parte do processo de construção de qualquer país, e Angola não foge a essa regra. Como perito do partido que governa Angola há 49 anos, e ex-ministro escolhido por um presidente não nominalmente eleito, João Lourenço, continua a beneficiar de espaço mediático de quem informa sem fazer jornalismo. Por Orlando Castro oão Melo afirma que “os países fazem-se assim. Fazem-se de acções de contestação a essas acções de acomodamentos. Os países fazem-se assim”, salientando…
Leia mais(SUPOSTO) COMBATE À CORRUPÇÃO PIOROU TUDO
O MPLA liderado por João Lourenço, superiormente coadjuvado na Presidência da República porJoão Lourenço tem o pior programa económico de que há memória, nos últimos 49 anos de poder ininterrupto. Por William Tonet estrela lourencista, feliz ou infelizmente, em Junho de 2024, interna e externamente, já não brilha. Apagou-se. Definitivamente! Na mesma proporção, os “boquets de ilusão”, que repousavam nos “vasos mentais” de franjas do MPLA e bases aliadas são jogados, convictamente, para os contentores de lixo. A imagem pálida, exibida, pelo presidente do MPLA, no dia 21.06.24 e o…
Leia maisO (“NOSSO”) GENERAL RESIDENTE
Em Maio, o presidente russo, Vladimir Putin, demitiu o ministro da Defesa, Sergei Shoigu, nomeando o vice-primeiro ministro, Andrei Belousuv, para o lugar. Ao contrário do “esperado”, ainda não foi desta que o general João Manuel chegou ao governo russo. Por Orlando Castro (*) e acordo com a agência Associated Press, depois de propor a demissão de Sergei Shoigu, Vladimir Putin assinou um decreto a nomeá-lo secretário do conselho de segurança nacional da Rússia, substituindo Nikolai Patrushev. Esta remodelação surgiu numa altura em que Putin iniciava o seu quinto mandato…
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