FMI descansa o clã Santos

FMI descansa o clã Santos - Folha 8

O Fundo Monetário Internacional (FMI) não vê necessidade de um apoio financeiro a Angola, devido à quebra na cotação do barril do petróleo, mas adverte que, para ultrapassar as dificuldades, é necessária uma distribuição dos sacrifícios. Por outras palavras, o Povo fica com os prejuízos e os governantes com os lucros. Nada de novo, portanto. A posição foi assumida pelo chefe da missão de assistência técnica do FMI a Angola, Ricardo Velloso, na conclusão de uma semana de reuniões de trabalho com o Executivo angolano, no âmbito da supervisão financeira…

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Mais impostos? Ok. Fujam!

Mais impostos? Ok. Fujam! - Folha 8

A consultora EY alertou hoje para o possível “êxodo” de expatriados que trabalham em Angola com a aplicação de um imposto sobre algumas operações cambiais, nomeadamente salários, definida pelo Executivo para, supostamente, combater a crise petrolífera. C omo foi noticiado, o Governo prevê a criação de uma “contribuição especial” sobre operações cambiais, como transferências privadas entre o território nacional e o estrangeiro, conforme proposta de revisão do Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2015, que começa a ser aprovado (discutido seria se o país fosse sério) na Assembleia Nacional a…

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E então? Mais impostos!

E então? Mais impostos! - Folha 8

O Governo liderado por José Eduardo dos Santos, ouvido o Presidente do MPLA (José Eduardo dos Santos) e o Presidente da República (José Eduardo dos Santos) vai criar uma “contribuição especial” sobre operações cambiais, como transferências privadas entre o território nacional e o estrangeiro. I sso mesmo prevê a proposta de revisão do Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2015. De acordo com o documento, este imposto, cujo valor não é especificado, está previsto na proposta de revisão do OGE que segue para aprovação (o Governo diz que é para…

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Défice de 2,8% do PIB em 2014

Défice de 2,8% do PIB em 2014 - Folha 8

A quebra da cotação internacional do petróleo agravou o saldo das contas públicas angolanas de 2014, que registaram um défice de 2,8% do Produto Interno Bruto (PIB), muito acima dos 0,2% inicialmente previstos pelo executivo. A informação consta do relatório de fundamentação do Orçamento Geral do Estado (OGE) revisto para 2015, que surge precisamente face à quebra das receitas petrolíferas. O relatório refere que as contas de 2014 “foram amplamente influenciadas pela queda de produção e do preço do petróleo”, o que se reflectiu numa receita total no valor de…

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Perigo à vista? Sim. Para os de sempre, como quer o monarca

Perigo à vista? Sim. Para os de sempre, como quer o monarca - Folha 8

O Fundo Monetário Internacional (FMI) alerta que Angola vai passar por um “período duro” em 2015, devido à quebra na cotação do barril do petróleo, mas que o ajuste da economia pela parte fiscal “é necessário”. A posição foi assumida pelo chefe da missão de assistência técnica do FMI, que se encontra em Luanda desde segunda-feira para reuniões de trabalho com o executivo angolano no âmbito da supervisão financeira. “Acho que é um período duro que Angola e os angolanos vão passar [em 2015], mas infelizmente é necessário este tipo…

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A solução é… cortar

A solução é… cortar - Folha 8

A revisão do Orçamento Geral do Estado (OGE) implica o corte de um terço do total da despesa pública, com a redução da previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 6,6%. O documento, hoje aprovado em reunião do Conselho de Ministros, resulta da quebra das receitas petrolíferas e nele se confirma ainda um défice estimado para 2015 de 6,2% do PIB, contra os 7,6% do OGE ainda em vigor. Além disso, de acordo com a informação transmitida pelo Ministro das Finanças no final da reunião do Conselho de…

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Goldman Sachs lidera emissões de dívida pública

Goldman Sachs lidera emissões de dívida pública - Folha 8

O Governo escolheu o Goldman Sachs para liderar um grupo bancos internacionais que serão agentes em “representação da República de Angola” na emissão de dívida soberana, segundo despacho presidencial. E m causa está um despacho, de 30 de Janeiro, em que o Presidente da República, igualmente chefe do Governo, José Eduardo dos Santos, aprova a concessão de uma “carta-mandato” conferindo às instituições financeiras Goldman Sachs International, BNP Paribas e Industrial and Comercial Bank of China (ICBC) “autorização para actuarem como bancos agentes em representação da República de Angola nas emissões…

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Crise? Manigância do regime

Crise? Manigância do regime - Folha 8

As medidas de austeridade propostas pelo Governo são um “exagero político mal conduzido” que podem provocar instabilidade económica e social, disse hoje à agência Lusa o economista e deputado da UNITA, Fernando Heitor. ”A situação vai agravar-se (…) Vamos ter aqui um barril de pólvora”, disse Fernando Heitor, criticando as medidas de austeridade que podem vir a ser agravadas pela rectificação do Orçamento Geral do Estado que, apenas por questões formais, vai ser apresentado na Assembleia Nacional. Para o deputado da UNITA, “vai agravar-se a situação das empresas e a…

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Novos projectos? Depende!

Novos projectos? Depende! - Folha 8

A revisão do Orçamento Geral do Estado (OGE) vai amanhã, sexta-feira, à reunião do Conselho de Ministros e implicará a suspensão de “alguns projectos”, anunciou hoje o ministro da Administração do Território, Bornito de Sousa. N a origem da revisão das contas públicas está a nova “epidemia” que atingiu o país (embora previsível há muito tempo) e que dá pela designação de forte quebra na cotação internacional do barril de petróleo, para cerca de metade em seis meses, produto que garantiu 76% das receitas fiscais em 2013. “Alguns projectos vão…

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Petróleo também põe a nu a (in)competência do regime

Petróleo também põe a nu a (in)competência do regime - Folha 8

O rombo previsto pelo Governo nas contas públicas com a crise do petróleo, segundo os pressupostos da revisão em curso do Orçamento Geral do Estado (OGE), é quase equivalente às remunerações de toda a função pública. S egundo dados compilados pela agência Lusa, no OGE ainda em vigor para este ano, o Executivo de José Eduardo dos Santos (também Presidente da República e líder do MPLA) previa para a rubrica Remunerações – a principal -, que envolve vencimentos e contribuições sociais dos trabalhadores do Estado, uma verba total de 1.565…

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