O Presidente de Angola João Lourenço, honrando a sua tese de trocar seis por meia dúzia, resolveu manter o projecto de construção do porto do Caio, em Cabinda, a cargo da sociedade Caioporto, do suíço-angolano, Jean-Claude Bastos de Morais, recuando na decisão anteriormente tomada. Recuo obviamente estratégico, dizem os acólitos do Presidente do MPLA, no que são corroborados pelos apoiantes do Titular do Poder Executivo… [dropcap]S[/dropcap]egundo um despacho presidencial datado de 2 de Outubro, João Lourenço decidiu extinguir a comissão que tinha criado em Maio de 2018 para negociar a…
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Enquanto um caiu mas levantou-se, outro
Como o regime aldraba e manipula um povo pacífico
A Procuradoria-Geral da República (PGR) do MPLA, erradamente dita de Angola, garantiu que não fez qualquer acordo com o empresário suíço-angolano Jean-Claude Bastos de Morais que, depois de seis meses em prisão preventiva, foi posto em liberdade no dia 22.03.19. Então o que fez? [dropcap]P[/dropcap]orque é que, então, Jean Claude de Morais esteve preso, se todos os contratos e a gestão dos fundos, por ele geridos, foram lícitos, segundo a análise e o veredicto da própria PGR? Se os contratos foram leoninos, que são aqueles que penalizam uma das partes,…
Leia maisAcordo em que se acordou negar qualquer… acordo!
A Procuradoria-Geral da República (PGR) do MPLA, erradamente dita de Angola, garantiu hoje que não fez qualquer acordo com o empresário suíço-angolano Jean-Claude Bastos de Morais que, depois de seis meses em prisão preventiva, foi posto em liberdade na sexta-feira. Apenas, repare-se, “promoveu a negociação entre as partes”. Estranho e “sui generis” é este conceito de Justiça da dita PGR. [dropcap]A[/dropcap] posição foi hoje avançada pela directora nacional de Recuperação de Activos da PGR, Eduarda Rodrigues, salientando que aquele órgão de justiça angolano “não tem legitimidade para o efeito”. Então…
Leia maisZenú mentiu ao pai e
JLo puxou o “gatilho”
O combate, a guerra, ou o assalto, à corrupção está a engatinhar, mas já com a Casa Grande a arder. Os seus dirigentes dividem-se quanto à estratégia de João Lourenço de não medir esforços para, politicamente, ordenar (e a ordem deveria ser do judiciário e não do Presidente) a prisão de alguns supostos intocáveis, como José Filomeno dos Santos, Zenú, filho do ex-dono da bola, o poderosíssimo ex-presidente Eduardo dos Santos, recolhido às masmorras da cadeia de São Paulo. [dropcap]A[/dropcap]o fim de 43 anos de autocracia e de 38 de…
Leia maisJean-Claude arguido e proibido de sair de Angola
O suíço-angolano Jean-Claude Bastos de Morais, presidente da Quantum Global, foi alegadamente constituído arguido e impedido de sair de Angola, após interrogatório na Direcção Nacional de Investigação e Acção Penal da Procuradoria-Geral da República, noticiou hoje o Jornal Expansão. [dropcap]A[/dropcap] informação avança que Jean-Claude Bastos de Morais, presidente e fundador da Quantum Global, gestora dos activos do Fundo Soberano de Angola (FSDEA) viu-se impedido de viajar para o exterior por agentes do Serviço de Migração e Estrangeiros (SME), horas após ter sido ouvido na Procuradoria-Geral da República. A Jean-Claude de…
Leia maisEntregues à bicharada. Eles? Não. O Povo faminto
Na sexta-feira, 27 de Abril, um Tribunal Comercial da Inglaterra e do País de Gales emitiu uma ordem de interdição, proibindo companhias ligadas ao cidadão ango-suíço Jean-Claude Bastos de movimentarem cerca de 3.000 milhões de dólares provenientes do Fundo Soberano para investimentos. [dropcap]S[/dropcap]egundo fontes ligadas à investigação, 18 companhias ligadas a Bastos estão abrangidas pela decisão de José Filomeno dos Santos (Maka Angola). “Zenú”, é o máximo! Faz contas de sumir dinheiro como quem respira, parece uma necessidade vital. E lá vai ele, escorreito, a passear de jipão pelas ruas…
Leia mais500 milhões? Quem?
Só sei que nada sei!
O suíço-angolano Jean-Claude Bastos de Morais garante não ter tomado parte na transferência, alegadamente ilícita, de 500 milhões de dólares de Angola para um banco britânico, que envolve o sócio José Filomeno dos Santos, filho do ex-Presidente da República. [dropcap]A[/dropcap] posição consta de uma declaração escrita enviada hoje à Lusa por Jean-Claude Bastos de Morais, Presidente do Conselho de Administração (PCA) do Quantum Global Group, empresa que está a gerir 3.000 milhões de dólares do Fundo Soberano de Angola (FSDEA), até Janeiro liderado por José Filomeno dos Santos, filho de…
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