Apesar da crise, a salvação de Portugal está em… Angola

Apesar da crise, a salvação de Portugal está em… Angola - Folha 8

O fórum entre empresas de Portugal e de Angola, inicialmente previsto para o primeiro quadrimestre deste ano, vai realizar-se em Luanda em Junho, anunciou hoje o ministro da Economia português. [dropcap]E[/dropcap] m declarações, em Lisboa, à Rádio Nacional de Angola, António Pires de Lima confirmou a realização deste fórum, anunciado em Janeiro passado pelo ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros português, Rui Machete, durante uma visita oficial a Luanda. “Nós vamos este ano, em Junho, ter em Luanda um fórum empresarial, é algo em que estou a trabalhar também…

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Prioridades… clientelares

Prioridades... clientelares - Folha 8

O director do Centro de Estudos e Investigação Científica (CEIC) da Universidade Católica de Angola defende, em declarações à Lusa, que a diversificação da economia angolana, além do petróleo, deixou de ser a “primeiríssima prioridade” no país. [dropcap]O[/dropcap] economista Alves da Rocha reagia desta forma às opções do Governo na revisão do Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2015, devido precisamente à forte quebra na cotação do petróleo no mercado internacional, motivando um corte de mais de 30% na despesa pública total. “Ainda que uma análise decente seja tributária dos…

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Debandada à vista

Debandada à vista - Folha 8

O fiscalista João Espanha considera que Angola “arrisca-se a assistir à debandada do investimento estrangeiro” se a taxa que vai ser criada sobre a saída de divisas do país estiver nos dois dígitos. [dropcap]À[/dropcap] Lusa, a propósito dos efeitos da criação de uma taxa sobre a saída de divisas do país, que se aplica em qualquer situação, incluindo salários e repatriamento de lucros, João Espanha salientou que “essa taxa ou desaparece ou desce para níveis suportáveis, ou então Angola arrisca-se a assistir à debandada do investimento estrangeiro”. Para o fiscalista…

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O Povo está (mesmo) farto

O Povo está (mesmo) farto - Folha 8

Os cortes na despesa pública em Angola para contrabalançar a descida das receitas, bem como a constante revelação de escândalos financeiros envolvendo familiares do Presidente da República, podem fazer aumentar as tensões sociais, tornando esta crise petrolífera num teste à “eficácia institucional” angolana. [dropcap] “A[/dropcap] descida nos preços do petróleo vai ser um teste fundamental à eficácia institucional de Angola, e as respostas totais das autoridades ainda não foram anunciadas; o impacto substancial das receitas em moeda estrangeira e uma taxa de câmbio em queda já estão a ser sentidas…

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Banco Mundial, como muitos outros, vê o que não existe…

Banco Mundial, como muitos outros, vê o que não existe... - Folha 8

O Banco Mundial considera que a descida do preço do petróleo, a principal fonte de receita de Angola, vai tornar mais difícil manter a diversificação económica no país. Manter? Por Norberto Hossi [dropcap]O[/dropcap] Banco Mundial considera que a recente quebra dos preços do petróleo vai tornar mais desafiante o objectivo de Angola relativamente à diversificação da economia, porque a descida dos preços configura uma mudança estrutural de médio prazo. Por outras palavras, há males que vêm por bem. Se calhar, até porque o governo do MPLA, que (di)gere o país…

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Novos projectos? Depende!

Novos projectos? Depende! - Folha 8

A revisão do Orçamento Geral do Estado (OGE) vai amanhã, sexta-feira, à reunião do Conselho de Ministros e implicará a suspensão de “alguns projectos”, anunciou hoje o ministro da Administração do Território, Bornito de Sousa. [dropcap]N[/dropcap] a origem da revisão das contas públicas está a nova “epidemia” que atingiu o país (embora previsível há muito tempo) e que dá pela designação de forte quebra na cotação internacional do barril de petróleo, para cerca de metade em seis meses, produto que garantiu 76% das receitas fiscais em 2013. “Alguns projectos vão…

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Já agora, venha daí novo aumento dos combustíveis

Já agora, venha daí novo aumento dos combustíveis - Folha 8

O presidente da Associação Industrial de Angola (AIA), José Severino, prevê a necessidade de subir os preços dos combustíveis no país em 10%, para reduzir os custos em subsídios públicos, depois de dois aumentos em 2014. [dropcap]N[/dropcap] uma altura em que o Governo prepara a revisão do Orçamento Geral do Estado (OGE) de 2015, estimando perder 14 mil milhões de dólares (12,4 mil milhões de euros) de receitas fiscais com a quebra na cotação do petróleo, o dirigente empresarial defendeu, em declarações à Lusa, que essa descida deve ser aproveitada…

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Os fundamentos macroeconómicos

Os fundamentos macroeconómicos - Folha 8

Os fundamentos macroeconómicos do país são sólidos, afirmou Governador do Banco do Nepotismo de Angola (BNA). Não poderia dizer outra coisa quando tomou posse, para não lhe provocarem a tosse e levar um pontapé na traseira antes de sentar-se na cadeira. Por Domingos Kambunji [dropcap]E[/dropcap] sta afirmação do Governador do BNA é um plágio da proferida pelo Senador John McCain do Arizona, quando seguia à frente nas sondagens durante a campanha eleitoral para Presidente dos EUA, tendo como adversário o jovem Senador de Ilinóis, Barack Obama: Os fundamentos da economia…

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Luanda espirra, Lisboa gripa

Luanda espirra, Lisboa gripa - Folha 8

O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas referiu esta sexta-feira que o Governo acompanha “com muita atenção” a situação das empresas e emigrantes em Angola, face a “vários relatos” de dificuldades devido à quebra da cotação do petróleo. [dropcap]O[/dropcap] PCP questionou hoje o Governo português sobre se está a acompanhar a comunidade portuguesa residente em Angola e se admite criar um fundo de apoio para as empresas em dificuldades devido à falta de acesso a divisas. Contactado pela Lusa, o secretário de Estado das Comunidades, José Cesário, referiu ter conhecimento…

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O ”fosso económico” angolano

O ”fosso económico” angolano - Folha 8

A nova crise económica que se abate sobre Angola, depois das mil e uma crises sofridas desde há mais de cinco séculos, provocada desta vez pela súbita e abrupta queda do preço do petróleo, chegou mesmo mal a propósito. Por António Setas [dropcap]O[/dropcap] país não tem economia alargada e suficientemente diversificada e dizem que terá grandes dificuldades para pagar as suas dívidas e levar a cabo os seus projectos elaborados sob base de receitas calculadas a partir dos habituais e normais preços de mais de 100 dólares o barril. O…

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